Na Mitologia Grega, Ariadne é quem ajuda Teseu a escapar do labirinto do Minotauro. No filme "A origem" também temos uma Ariadne (Ellen Page) que ajuda o personagem de DiCaprio a tentar reencontrar o rumo de sua vida. Também é ela que serve como peça importante para elucidar o enredo a platéia.

Por meio de uma máquina, pessoas podem compartilhar sonhos. DiCaprio é um ladrão de sonhos. Ou melhor, ele os invade para roubar informações confidenciais escondidas no subconsciente das pessoas. Isso é que ele costumava fazer. Até que o personagem de Ken Watanabe, um importante empresário, pede que ele implante uma ideia por meio de um sonho.

Aí começam os planejamentos, treinamentos, explicações e todo o esquema dos filmes de assalto. O que está fazendo todo mundo que assiste se perder na história é que chega um ponto em que nem mesmo os personagens sabem se estão no mundo real ou num sonho de alguém. Numa reflexão mais profunda, o filme também discute os limites da realidade (quase como Matrix).

As cenas de ação são ótimas. Principalmente uma com Joseph Gordon-Levitt num corredor de hotel sem gravidade. E as atuações também, até do DiCaprio (que pra mim sempre terá a cara de bebê do Jack de Titanic).

E só pra você que ainda não foi ver o filme não ficar por fora que nem eu, vai uma dica: preste atenção na aliança de DiCaprio e nas roupas das crianças. Não faz sentido até que você veja o filme por pelo menos uma vez. Assim que saí da sessão descobri algumas pessoas que estavam vendo o filme pela segunda vez para prestarem atenção a esses dois detalhes. É engraçado como o filme está provocando essas discussões.

Teorias da conspiração e filosofia a parte No final das contas o que importa não é se é um sonho ou realidade. Mas sim que "A origem" é um ótimo filme que prende a atenção desde os primeiros minutos até o final frustante, se me permitem o pequeno spoiler.

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