Título nacional: Hex Hall
Autora: Rachel Hawkins
Ano de lançamento: 2011
Número de páginas: 303
Editora: Galera Record
Título original: Hex Hall


Logo no início de Hex Hall, já podemos perceber que Sophie não é uma garota comum. Ela é uma bruxa que por "mal comportamento" é enviada à Hecate Hall (Hex Hall para os íntimos) uma espécie de reformatório para os Prodígios que ameaçam revelar a espécie aos humanos. Ah sim, Prodígios são bruxas, fadas e metamorfos. 


Apesar de ser uma escola mágica, ela tem todos os esteriotipos de uma comum. Tem o garoto mais bonito que todas querem, um grupo de garotas mais poderosas e populares, o aluno encrenqueiro e a excluída socialmente, que, por acaso, também é a melhor amiga de Sophie. Talvez essa seja a personagem mais original, Jenna é a única vampira aluna de Hex Hall, é lésbica e é bem divertida. 


A história segue bem mais ou menos, com Sophie tentando entender mais sobre sua espécie, sobre sua família e claro, sobre a rotina da escola. Apesar de Sophie ser engraçadinha, ela é muito infantil. O tom do livro é todo infantil. Coisas como cair na dica da garota mais popular da escola e se apaixonar pelo garoto mais lindo é muito cliché. 


O que salva história é o mistério que aparece lá para o meio do livro, que vou ter que confessar, me prendeu. Há algumas reviravoltas bem interessantes nas últimas páginas que garantem a vontade de ler o próximo volume. Só espero que Sophie tenha ganhado mais maturidade até lá.

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