Título nacional: Anna e o beijo francês 
Autora: Stephanie Perkins
Ano de lançamento: 2011
Número de páginas: 288
Editora: Novo conceito
Título original: Anna and the French kiss


Como descrever um livro que você ama? Como transmitir em palavras o quanto você recomenda, pede, suplica para que alguém leia um livro? Pois é, é complicado, mas tentarei.


Anna é obrigada a mudar para a França no seu último ano de ensino médio. Ir para a Escola da América em Paris é, segundo seu pai, uma experiência necessária em sua vida.  E assim , Anna se vê sozinha num país que ela não conhece nem a língua, sem amigos e sem perspectiva de aproveitar qualquer coisa.


Logo na primeira noite, ela faz amizade com um grupo peculiar de amigos. Meridith, Rashimi, Josh e St. Clair. Oh, St Clair, ou posso chamá-lo de Étienne? Ele é tudo o que uma garota quer. Lindo, simpático, inteligente e tem uma namorada. Opa, nem tão perfeito assim. Porém nem isso impede Anna de se interessar por ele e, ao mesmo tempo, conhecer e se encantar por Paris.


A história é previsível e não tem nada de novo, mas é impossível não se apaixonar pela história de Anna e St. Clair. Talvez seja  a escrita de Perkins, que apesar dos erros de tradução, não perdeu o encanto. Porém, acho que o que encanta em Anna e o beijo francês é a sensação de familiaridade pelo que Anna vive.


Os toques tímidos, os olhares trocados, as conversas. Aos poucos, antes do amor, a amizade entre os dois é formada e isso é um refresco para tantos YA's em que o casal se apaixona num piscar de olhos sem motivo aparente. Aqui não, tudo é construído de uma maneira plausível e apaixonante (Desculpem-me, mas repetirei essa palavra várias vezes. É impossível não dizê-la ao descrever esse livro).


Além do romance, Anna aprende a se virar sozinha e também que nem sempre mudanças são tão ruins assim e que com elas vêm a maturidade. Mesmo que com certos sofrimentos e desentendimentos. Ok, espero que tenha conseguido convencê-los a lerem Anna e o beijo francês.  Um livro apaixonante, fofo  e, por incrível que pareça, real.

Um comentário:

  1. Olá, Gi!

    Eu confesso que detestei o livro. Achei sem sal, sofrível demais no final, uma lástima. E bem clichê! Mas claro que respeito a sua opinião.
    Aliás, é sobre ela que eu queria falar. Será que não seria melhor destrinchar a crítica? No meu humilde parecer ela ficou bem pequenininha, mais parecendo um resumo com comentário, entende? É só uma dica. Se quiser, desconsidere.

    Abraços!

    Ana Carolina Nonato
    Seis Milênios

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