Título nacional: Eu sou o mensageiro
Autora: Markus Zusak
Ano de lançamento: 2007
Número de páginas: 320
Editora: Intrínseca
Título original: I am the messenger

"Sim, o Dylan estava prestes a virar um astro quando tinha 19 anos. Dalí estava bem no caminho de se tomar um gênio e Joana D'Arc foi queimada na fogueira por ser a mulher mais importante da História... E, aos 19 anos, Ed Kennedy encontrou aquela primeira carta entre as correspondências"


Ed Kennedy, só Ed mesmo, nada de Edward, Edgar ou Edmundo. Taxista. 19 anos. Zero a esquerda. Ruim de cama. Um cara que leva uma vidinha descomplicada, jogando carta com os amigos igualmente fracassados, sentindo o luto de leve e levando esculacho direto. Nenhum gênio e nada atlético. Um total e completo perdedor. Sem esquecer do seu fiel escudeiro, o Porteiro, um cachorro com um fedor a prova de banho.


A vida dele começa a mudar quando ele impede um assalto a banco, mas muda de vez com a chegada de um envelope que contém uma carta de baralho onde anotaram três endereços, cada um com um horário. E o que isso significa? Quer dizer que a partir desse momento, ele tem missões e essas missões vão mudar de maneira direta e inegável a vida dele e a dos outros envolvidos.


São 12 histórias, quatro cartas e uma mensagem. 


Eu sou o mensageiro é um livro do tipo despretensioso, mas que mexe com o leitor de maneira intensa e irreversível, é ao mesmo tempo hilário e triste. A narrativa é envolvente, pois o Markus (sentiram a intimidade?) escreve de maneira bela e poética, mas acima de tudo simples. O vocabulário sem floreio aproxima e conquista quem lê, assim como os personagens bastante humanos. É difícil não se identificar e/ou apaixonar por Ed, um cara de coração nobre e cabeça confusa que aos poucos encontra o lugar no mundo. Ele tem o apelo de ser inegavelmente real, gente como a gente.


Por ser uma obra de premissa simples, e incrível, é recomendado para meninos e meninas de todas as idades.  Não posso falar muito mais a respeito dele porque é acompanhar a jornada de Ed que faz valer a pena a leitura,  e ela deve ser repleta de tocantes surpresas, por isso encerro o texto por aqui, antes que eu escreva mais do que devo.

Um comentário:

  1. Olá!

    Eu gostei da sua análise, embora não vá me acostumar ao estilo de resenha. Não sei... eu sei que é chato eu ficar falando, mas acho que posso opinar. Uma análise tão curtinha me deixa com um vazio, sabe? Parece que falta algo.

    Abraços!

    Ana Carolina Nonato
    Seis Milênios

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