Título Nacional: O Morro dos Ventos Uivantes
Autor: Emily Brontë
Ano de Lançamento: 1847
Número de Páginas: 292
Editora: Lua de Papel 
Título Original: Wuthering Heights

Sabe aquele livro que, de todo mundo falar, você se sente na obrigação de ler? Já que ele é um clássico tão clássico da literatura, tem que ser bom, não? Errado. A unica coisa certa é que grandes expectativas levam a grandes decepções. E sem mais filosofia barata, traduzo essa pequena reflexão: não gostei do livro.

Em busca de um pouco de paz, o Sr. Lockwood decidi alugar uma casa em algum ponto isolado da Inglaterra. O local escolhido foi a tranquila Granja da Cruz dos Tordos. Depois de descobrir que a solidão só é boa na teoria, ele resolve visitar seu senhorio, Heathcliff, no Morro dos Ventos Uivantes. Ao chegar lá, se depara com uma estranha família, repleta de pessoas rudes que se odeiam.

Movido pela curiosidade, ele pede que a governanta, Ellen Dean, conte a história daquelas pessoas, enquanto ele se recupera de uma doença.

É o seguinte: Catherine era apaixonada por Heathcliff, mas recusou-se a ficar com ele porque ele não era nobre. E apesar de amar o homem sem nome, ela se casa com Edgar Linton, que é cheio da grana. Para se vingar, Heathcliff se casa com Isabella, a irmã de Edgar. Achando que isso não é suficiente, Heathciff ainda obriga a filha da falecida Catherine a casar com o filho moribundo dele, para então dominar o mundo virar ryco e phyno o dono de tudo que um dia pertenceu as famílias de Catherine e Edgar.

A história é boa, mas os personagens são horríveis, não consegui desenvolver o mínimo de simpatia por nenhum deles. São muito extremistas, ou seja, não existe meio termo para a personalidade deles. Nada de qualidades e defeitos que se compensam. A Catherine é uma garotinha mimada. nojenta e egoísta. O Heathcliff é a personificação da maldade que age movido pela obsessão e loucura . E confesso que o fato de não me identificar com os personagens, tornou difícil enxergar o amor dos dois, que teoricamente vai além de tudo.

Também sou obrigada a dizer que achei o final bastante inspirado, não porque é do tipo feliz, mas por causa da mensagem, que se você ler nas entrelinhas quer dizer: Karma is a bitch! Ou como diria o sábio Badauí, o mundo dá voltas.

Um comentário:

  1. Não consegui terminar de ler esse livro, abandonei no comecinho UAHSUA sei lá, a história não estava me atraindo, muito sem graça e chato. Adorei sua resenha. Karma is a bitch UASHUA eu ri.

    Beijos, Vanessa.
    This Adorable Thing.

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