Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema escolhido foi "escrito por uma mulher".
Fazia muito tempo que não lia um livro que me impressionava tanto. Chega até a ser difícil não usar adjetivos como incrível e maravilhoso para descrever A darker shade of magic. Mas, vamos logo à história.
Existem quatro Londres. A Londres Cinza onde não há magia, a Londres Vermelha onde há magia para todos, a Londres Branca onde magia é rara e sinal de poder e a Londres Negra que deixou de existir por ser consumida pela magia. Todas têm o mesmo nome e ficam no mesmo lugar, mas em dimensões diferentes. Ninguém sabe porque, só que sempre foi assim.
Kell é um Antari da Londres Vermelha. Antari é uma pessoa com dons mágicos capaz de "viajar" entre as Londres. Sua condição é muito rara, não é hereditária e ninguém sabe como alguém nasce com esse dom. O que sabem é que em todas as "dimensões" só resta ele e Holland em Londres Branca que são capazes de transitar entre os mundos.
Em algum momento da história, entra Lila, a personagem mais incrível do universo. Ela sempre teve que se virar sozinha e sonha em um dia ser pirata e ter várias aventuras. Graças a uma armação contra Kell, os dois acabam se esbarrando em Londres Cinza e os dois acabam formando a aliança mais inesperada e ainda sim a mais incrível, divertida e certa que não se via há muito tempo (viu como estou usando a palavra incrível?).
Esse foi o primeiro livro que li da autora e tenho que dizer que já virei fã e com certeza vou ler outros livros dela. Ela consegue criar todo um universo novo e muito interessante e cheio de possibilidades. Além de criar personagens impossíveis de não amar e mesmo assim reais apesar de toda a magia envolvida na história.
Como esse foi o primeiro livro de uma trilogia, o ritmo da história é bem lento e até a página 70 parece que não vai acontecer nada de importante. Além de que no começo é difícil acompanhar a diferença de cada Londres, o cada uma é e tal. Mas eu peço que não desista da leitura que você não vai se arrepender, vale muito a pena.
A darker shade of magic foi uma surpresa muito boa e com certeza vai entrar para os melhores do ano. Uma história envonvente, criativa e cativante. Recomendo.
Fazia muito tempo que não lia um livro que me impressionava tanto. Chega até a ser difícil não usar adjetivos como incrível e maravilhoso para descrever A darker shade of magic. Mas, vamos logo à história.
Existem quatro Londres. A Londres Cinza onde não há magia, a Londres Vermelha onde há magia para todos, a Londres Branca onde magia é rara e sinal de poder e a Londres Negra que deixou de existir por ser consumida pela magia. Todas têm o mesmo nome e ficam no mesmo lugar, mas em dimensões diferentes. Ninguém sabe porque, só que sempre foi assim.
Kell é um Antari da Londres Vermelha. Antari é uma pessoa com dons mágicos capaz de "viajar" entre as Londres. Sua condição é muito rara, não é hereditária e ninguém sabe como alguém nasce com esse dom. O que sabem é que em todas as "dimensões" só resta ele e Holland em Londres Branca que são capazes de transitar entre os mundos.
Em algum momento da história, entra Lila, a personagem mais incrível do universo. Ela sempre teve que se virar sozinha e sonha em um dia ser pirata e ter várias aventuras. Graças a uma armação contra Kell, os dois acabam se esbarrando em Londres Cinza e os dois acabam formando a aliança mais inesperada e ainda sim a mais incrível, divertida e certa que não se via há muito tempo (viu como estou usando a palavra incrível?).
Esse foi o primeiro livro que li da autora e tenho que dizer que já virei fã e com certeza vou ler outros livros dela. Ela consegue criar todo um universo novo e muito interessante e cheio de possibilidades. Além de criar personagens impossíveis de não amar e mesmo assim reais apesar de toda a magia envolvida na história.
Como esse foi o primeiro livro de uma trilogia, o ritmo da história é bem lento e até a página 70 parece que não vai acontecer nada de importante. Além de que no começo é difícil acompanhar a diferença de cada Londres, o cada uma é e tal. Mas eu peço que não desista da leitura que você não vai se arrepender, vale muito a pena.
A darker shade of magic foi uma surpresa muito boa e com certeza vai entrar para os melhores do ano. Uma história envonvente, criativa e cativante. Recomendo.
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Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema escolhido foi "clássico".
Sempre me interessei pela figura do detetive Sherlock Holmes. Mas foi mesmo com a série da BBC com Cumberbatch que me apaixonei pelo personagem e isso me deu uma impulsionada para finalmente ler as obras de Arthur Conan Doyle e conhecer o personagem em sua forma original.
Já havia lido os outos livros como O cão dos Baskervilles, o estudo em vermelho e alguns outros contos. Agora resolvi continuar com As aventuras de Sherlock Holmes que á uma coletânea de alguns contos do famoso detetive. Para ser mais específica, os cinco contos são: a banda pintada, o polegar do engenheiro, o nobre solteiro, a coroa de berilos e as tias roxas.
Não vou falar de cada um separadamente, mas sim de uma maneira geral. Todos os contos têm em comum a estranheza. Sempre são situações inusitadas em que para nós não há uma simples explicação, mas que para os poderes de dedução do detetive tudo pode ser resolvido em questão de horas com algumas observações.
O que mais me impressiona na obra do autor é que não importa que ela tem mais de 100 anos, a leitura continua sendo ótima e interessante. E Sherlock continua sendo um personagem tão excelente e criativo que a série de Cumberbatch é só mais uma prova como sua obra continua atual e de interesse de todos, já que ela adapta com maestria seus contos para a época de hoje. Por isso, se você gosta dos filmes do Robert Downey Jr e da série do Cumberbarch leia os livros que você não irá se arrepender.
Sempre me interessei pela figura do detetive Sherlock Holmes. Mas foi mesmo com a série da BBC com Cumberbatch que me apaixonei pelo personagem e isso me deu uma impulsionada para finalmente ler as obras de Arthur Conan Doyle e conhecer o personagem em sua forma original.
Já havia lido os outos livros como O cão dos Baskervilles, o estudo em vermelho e alguns outros contos. Agora resolvi continuar com As aventuras de Sherlock Holmes que á uma coletânea de alguns contos do famoso detetive. Para ser mais específica, os cinco contos são: a banda pintada, o polegar do engenheiro, o nobre solteiro, a coroa de berilos e as tias roxas.
Não vou falar de cada um separadamente, mas sim de uma maneira geral. Todos os contos têm em comum a estranheza. Sempre são situações inusitadas em que para nós não há uma simples explicação, mas que para os poderes de dedução do detetive tudo pode ser resolvido em questão de horas com algumas observações.
O que mais me impressiona na obra do autor é que não importa que ela tem mais de 100 anos, a leitura continua sendo ótima e interessante. E Sherlock continua sendo um personagem tão excelente e criativo que a série de Cumberbatch é só mais uma prova como sua obra continua atual e de interesse de todos, já que ela adapta com maestria seus contos para a época de hoje. Por isso, se você gosta dos filmes do Robert Downey Jr e da série do Cumberbarch leia os livros que você não irá se arrepender.
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Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema escolhido foi "lançado no mês".
Não sei o que acontece com os livros da Colleen Hoover, só sei que não importa o que a mulher escreva, eu vou ler desesperadamente em poucos dias. E com Confess, seu último livro lançado, isso não foi diferente.
O livro conta a história de Auburn e Owen. Auburn acabou de se mudar para o Texas, mas parece que não consegue se adaptar bem. Ela não gosta do seu emprego, não gosta do clima do estado, no geral ela não está satisfeita com sua vida. Owen é um jovem artista. E como todo artista clichê ele é atormentado por um acontecimento do passado que ele nunca realmente superou.
Os dois se encontram graças a confissões. Todo o trabalho do artista é baseado em confissões anônimas que as pessoas deixam na porta de seu ateliê e é assim que Auburn acaba trabalhando para ele numa noite e os dois acabam se apaixonando. Porém, algo que os dois personagens têm em comum são segredos a guardar e pode ser que esses segredos custem mais que eles esperavam.
Garoto encontra garota. Garota e garoto se apaixonam. Garoto e garota ficam juntos. Ah, se as coisas fosse assim tão simples com Colleen Hoover. A moça sabe escrever um romance controverso, cheio de reviravoltas e complicações. Aqueles que faz você virar página atrás de página desesperada para saber o que vai acontecer em seguida.
Chega até a ser difícil explicar porque os livros dela são bons. Porque não dá para dizer que a história é tão original assim, porque não é verdade. E outros livros que li da autora foram até mais diferentes que esse último.Creio que a maneira dela contar a história é que seja o seu diferencial. É tudo bem delicado e romântico, mas ao mesmo tempo duro e real. Na falta de uma expressão em português, as suas narrativas são sempre bittersweet.
E uma curiosidade é que todas as confissões que aparecem no livro são verdadeiras e foram enviadas para a autora de maneira anônima. E quero deixar registrado aqui que isso me deu um certo medo.
Sendo assim, Confess é mais um ótimo livro da autora, com todos os seus elementos característicos, com direito a romance complicado e reviravoltas. Recomendado para quem já é fã da Colleen e para quem quer se aventurar num romance que foge um pouco da água com açúcar.
Não sei o que acontece com os livros da Colleen Hoover, só sei que não importa o que a mulher escreva, eu vou ler desesperadamente em poucos dias. E com Confess, seu último livro lançado, isso não foi diferente.
O livro conta a história de Auburn e Owen. Auburn acabou de se mudar para o Texas, mas parece que não consegue se adaptar bem. Ela não gosta do seu emprego, não gosta do clima do estado, no geral ela não está satisfeita com sua vida. Owen é um jovem artista. E como todo artista clichê ele é atormentado por um acontecimento do passado que ele nunca realmente superou.
Os dois se encontram graças a confissões. Todo o trabalho do artista é baseado em confissões anônimas que as pessoas deixam na porta de seu ateliê e é assim que Auburn acaba trabalhando para ele numa noite e os dois acabam se apaixonando. Porém, algo que os dois personagens têm em comum são segredos a guardar e pode ser que esses segredos custem mais que eles esperavam.
Garoto encontra garota. Garota e garoto se apaixonam. Garoto e garota ficam juntos. Ah, se as coisas fosse assim tão simples com Colleen Hoover. A moça sabe escrever um romance controverso, cheio de reviravoltas e complicações. Aqueles que faz você virar página atrás de página desesperada para saber o que vai acontecer em seguida.
Chega até a ser difícil explicar porque os livros dela são bons. Porque não dá para dizer que a história é tão original assim, porque não é verdade. E outros livros que li da autora foram até mais diferentes que esse último.Creio que a maneira dela contar a história é que seja o seu diferencial. É tudo bem delicado e romântico, mas ao mesmo tempo duro e real. Na falta de uma expressão em português, as suas narrativas são sempre bittersweet.
E uma curiosidade é que todas as confissões que aparecem no livro são verdadeiras e foram enviadas para a autora de maneira anônima. E quero deixar registrado aqui que isso me deu um certo medo.
Sendo assim, Confess é mais um ótimo livro da autora, com todos os seus elementos característicos, com direito a romance complicado e reviravoltas. Recomendado para quem já é fã da Colleen e para quem quer se aventurar num romance que foge um pouco da água com açúcar.
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Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema escolhido foi "com a capa linda".
Minha primeira experiência com essa autora foi com "The statistical probability of love at first sight" e tenho que dizer que não foi muito boa. Não gostei do jeito que ela escreveu, não achei a história tudo isso, resumindo, não curti. Mas resolvi dar mais uma chance à autora com seu livro mais recente "The geography of you and me".
Durante um blecaute em Nova York, Lucy e Owen ficam presos no elevador e começam uma noite de conversas e, acima de tudo, de conexão. Apesar do pouco tempo juntos, ambos têm a impressão de que se dão muito bem e que parecem se conhecer há muito tempo.
Lucy vem de uma família rica e muito ocupada, o que resulta em vários dias solitários no apartamento. E Owen é filho do zelador do prédio. Eles acabaram de se mudar para a cidade depois da perda da esposa e mãe do menino. Mesmo com histórias tão diferentes, o que Lucy e Owen têm em comum é a vontade de conhecer lugares novos. E é assim que eles acabam se separando.
Owen e seu pai saem de carro pelos Estados Unidos em busca não só de trabalho, mas de uma maneira para lidar com o luto e tentar levar a vida em frente. E Lucy se muda para vários lugares do mundo já que o pai resolve mudar de emprego e levar a família junto.
Para a menina essas viagens são mais do que conhecer lugares novos, elas também são uma maneira de autoconhecimento, já que antes ela sempre preferiu se mesclar ao ambiente e não se destacar. Mas nesses lugares novos ela sente a vontade de não só se destacar, mas de participar também. E durante a viagem, Owen e seu pai vão aos poucos aprendendo a viver novamente.
O relacionamento de Owen e Lucy acontece na base de cartões postais e emails. Porém ao longo dos meses eles vão percebendo que aquela noite foi bem mais do que qualquer um dos dois está disposto a admitir.
The geography of you and me é um livro bem gostoso de ler e fico feliz que eu tenho dado mais uma chance a autora. Recomendo para todos aqueles que querem uma história de amor diferente e moderna.
Minha primeira experiência com essa autora foi com "The statistical probability of love at first sight" e tenho que dizer que não foi muito boa. Não gostei do jeito que ela escreveu, não achei a história tudo isso, resumindo, não curti. Mas resolvi dar mais uma chance à autora com seu livro mais recente "The geography of you and me".
Durante um blecaute em Nova York, Lucy e Owen ficam presos no elevador e começam uma noite de conversas e, acima de tudo, de conexão. Apesar do pouco tempo juntos, ambos têm a impressão de que se dão muito bem e que parecem se conhecer há muito tempo.
Lucy vem de uma família rica e muito ocupada, o que resulta em vários dias solitários no apartamento. E Owen é filho do zelador do prédio. Eles acabaram de se mudar para a cidade depois da perda da esposa e mãe do menino. Mesmo com histórias tão diferentes, o que Lucy e Owen têm em comum é a vontade de conhecer lugares novos. E é assim que eles acabam se separando.
Owen e seu pai saem de carro pelos Estados Unidos em busca não só de trabalho, mas de uma maneira para lidar com o luto e tentar levar a vida em frente. E Lucy se muda para vários lugares do mundo já que o pai resolve mudar de emprego e levar a família junto.
Para a menina essas viagens são mais do que conhecer lugares novos, elas também são uma maneira de autoconhecimento, já que antes ela sempre preferiu se mesclar ao ambiente e não se destacar. Mas nesses lugares novos ela sente a vontade de não só se destacar, mas de participar também. E durante a viagem, Owen e seu pai vão aos poucos aprendendo a viver novamente.
O relacionamento de Owen e Lucy acontece na base de cartões postais e emails. Porém ao longo dos meses eles vão percebendo que aquela noite foi bem mais do que qualquer um dos dois está disposto a admitir.
The geography of you and me é um livro bem gostoso de ler e fico feliz que eu tenho dado mais uma chance a autora. Recomendo para todos aqueles que querem uma história de amor diferente e moderna.
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Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema escolhido foi "com mais de 300 páginas".
Como já disse várias vezes aqui no blog sou super fã de mitologia grega e sendo assim, claro que adoro Percy Jackson. E é com uma mistura de alegria e saudades que acompanho o finalzinho das aventuras do semideus preferido de todos.
The House of Hades é o penúltimo volume da série "The Lost Hero", mas bem que poderia ser o último de tanta tensão que passamos com esse livro. No anterior, Percy e Annabeth caem para o Tartarus para fecharem as "Portas da Morte" e o restante da trupe Leo, Hazel, Frank, Jason e Piper estão sendo guiados por Nico para a Casa de Hades e assim encontrarem os amigos e de uma vez por todas fecharem a passagem e impedir que os monstros reapareçam tão rápido. Ah, e claro, tentar impedir Gaia de mais uma vez retornar.
O livro segue o mesmo esquema de todos os outros em que a cada quatro capítulos o foco é num personagem diferente e eles narram uma espécie de mini aventura que vai levando nossos heróis para mais perto de seus objetivos. Acho muito interessante essa mudança de personagens, já que assim podemos acompanhar o que se passa na cabeça de cada um. E é impressionante como o tio Rick consegue criar tantas personalidades diferentes e todas tão interessantes.
The House of Hades é um livro longo, mas que passa rápido já que tem ação do começo ao fim. Outra coisa que achei bem legal é que o autor relembra várias histórias de sua série anterior o que é sempre legal, já que podemos recordá-las com os personagens.
Gostei muito da leitura e já vou partir direto para o último volume da série que espero seja digno de encerrar uma série tão gostosa de ler como todos os livros do Percy Jackson. E já posso dizer que estou com saudades.
Como já disse várias vezes aqui no blog sou super fã de mitologia grega e sendo assim, claro que adoro Percy Jackson. E é com uma mistura de alegria e saudades que acompanho o finalzinho das aventuras do semideus preferido de todos.
The House of Hades é o penúltimo volume da série "The Lost Hero", mas bem que poderia ser o último de tanta tensão que passamos com esse livro. No anterior, Percy e Annabeth caem para o Tartarus para fecharem as "Portas da Morte" e o restante da trupe Leo, Hazel, Frank, Jason e Piper estão sendo guiados por Nico para a Casa de Hades e assim encontrarem os amigos e de uma vez por todas fecharem a passagem e impedir que os monstros reapareçam tão rápido. Ah, e claro, tentar impedir Gaia de mais uma vez retornar.
O livro segue o mesmo esquema de todos os outros em que a cada quatro capítulos o foco é num personagem diferente e eles narram uma espécie de mini aventura que vai levando nossos heróis para mais perto de seus objetivos. Acho muito interessante essa mudança de personagens, já que assim podemos acompanhar o que se passa na cabeça de cada um. E é impressionante como o tio Rick consegue criar tantas personalidades diferentes e todas tão interessantes.
The House of Hades é um livro longo, mas que passa rápido já que tem ação do começo ao fim. Outra coisa que achei bem legal é que o autor relembra várias histórias de sua série anterior o que é sempre legal, já que podemos recordá-las com os personagens.
Gostei muito da leitura e já vou partir direto para o último volume da série que espero seja digno de encerrar uma série tão gostosa de ler como todos os livros do Percy Jackson. E já posso dizer que estou com saudades.
Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema escolhido foi "em outro idioma".
We were liars é o tipo de livro que te conquista pelo final. Vou explicar melhor, é aquela história que parece normal até você chegar ao fim que é tão surpreendente que muda toda a sua visão do livro.
Candence é uma Sinclair. O que isso significa? Que ela é a herdeira não só de um nome, mas de todo o poder e responsabilidades que vêm com ele. Em sua família tudo é perfeito. Ninguém é criminoso, ninguém é drogado, ninguém erra. E se algo assim acontece todos tratam de esconder o fato e nunca mais falar sobre isso.
Em uma ilha particular, ela e seus primos passam todos os verões. Ela, Johnny, Mirren e Gat, que na verdade é sobrinho do padastro de Johnny. Mas isso não importa. Lá ele vive ao lado dos Sinclair. Perfeitos. Inabaláveis. Lá é o lugar em que eles criam uma amizade que mudará suas vidas. Lá eles são os liars (mentirosos).
O único problema de Candence é que ela sofreu um estranho acidente no verão em que todos tinham 15 anos e não consegue se lembrar de nada. Nem de antes, nem do acidente em si. E além de dores de cabeça horríveis, ela parece se sentir mais sozinha do que nunca sem o apoio de seus liars. Por isso ela resolve voltar à ilha no verão dos seus dezessete anos para confrontar os amigos sobre o que ela não se lembra e ir em busca de respostas.
Fiquei com muita vontade ler We were liars exatamente pelo final. Depois de ler tantos e tantos comentários de como era incrível eu precisava saber o que era tão chocante assim. E posso dizer que logo no começo eu já acertei? Não adivinhei todos os detalhes, mas o elemento principal sim. E acho que por isso, li o livro com outros olhos. Não teve a mesma graça de quando você não sabe o que está acontecendo.
Apesar disso gostei muito do livro. É muito bem escrito e muitas vezes, brutal. É difícil até de explicar. A autora consegue, de uma maneira simples, contar uma história que te prende desde o começo e não decepciona. Por isso, mesmo que você leia apenas por curiosidade para saber o final, o começo e o meio são tão bons quanto.
We were liars é o tipo de livro que te conquista pelo final. Vou explicar melhor, é aquela história que parece normal até você chegar ao fim que é tão surpreendente que muda toda a sua visão do livro.
Candence é uma Sinclair. O que isso significa? Que ela é a herdeira não só de um nome, mas de todo o poder e responsabilidades que vêm com ele. Em sua família tudo é perfeito. Ninguém é criminoso, ninguém é drogado, ninguém erra. E se algo assim acontece todos tratam de esconder o fato e nunca mais falar sobre isso.
Em uma ilha particular, ela e seus primos passam todos os verões. Ela, Johnny, Mirren e Gat, que na verdade é sobrinho do padastro de Johnny. Mas isso não importa. Lá ele vive ao lado dos Sinclair. Perfeitos. Inabaláveis. Lá é o lugar em que eles criam uma amizade que mudará suas vidas. Lá eles são os liars (mentirosos).
O único problema de Candence é que ela sofreu um estranho acidente no verão em que todos tinham 15 anos e não consegue se lembrar de nada. Nem de antes, nem do acidente em si. E além de dores de cabeça horríveis, ela parece se sentir mais sozinha do que nunca sem o apoio de seus liars. Por isso ela resolve voltar à ilha no verão dos seus dezessete anos para confrontar os amigos sobre o que ela não se lembra e ir em busca de respostas.
Fiquei com muita vontade ler We were liars exatamente pelo final. Depois de ler tantos e tantos comentários de como era incrível eu precisava saber o que era tão chocante assim. E posso dizer que logo no começo eu já acertei? Não adivinhei todos os detalhes, mas o elemento principal sim. E acho que por isso, li o livro com outros olhos. Não teve a mesma graça de quando você não sabe o que está acontecendo.
Apesar disso gostei muito do livro. É muito bem escrito e muitas vezes, brutal. É difícil até de explicar. A autora consegue, de uma maneira simples, contar uma história que te prende desde o começo e não decepciona. Por isso, mesmo que você leia apenas por curiosidade para saber o final, o começo e o meio são tão bons quanto.
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Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema escolhido foi "autor estrangeiro".
Fiquei curiosa para ler Jojo Moyes depois de ver várias pessoas comentando sobre seu livro que já foi lançado em português, Como eu era antes de você. Porém, sendo extremamente sincera com vocês, eu fiquei com um pé atrás depois de ler tantos comentários de pessoas que quase se acabaram em lágrimas depois de terminar o livro. E sinceramente, achei que não estava preparada para uma história tão triste.
Depois de um tempo achei sobre outro livro seu, The one plus one. Gostei da capa, da sinopse e li vários comentários de como o livro era engraçado e então resolvi arriscar e lê-lo. E fiquei muito feliz de minha decisão.
The One plus one conta a história da família de Jess. Ela é mãe de Tanzie, uma garota de 10 anos que é um gênio na matemática e também cuida de seu enteado adolescente Nick, que sofre bullying por gostar de roupas pretas e maquiagem nos olhos. Ela cuida dos dois sozinhos, já que o pai dos dois decidiu que não aguentava mais e se mudou para a casa da mãe há dois anos para curar uma depressão e nunca mais voltou, nem ajudou a família.
Jess se vira entre dois empregos que mal dão para as despesas básicas da casa e sofre com os vizinhos que batem em Nick e têm como próximo alvo sua filha. As coisas parecem melhorar quando é oferecido a Tanzie uma bolsa quase integral para uma escolha particular, só que a única maneira de conseguir o dinheiro para a matrícula é levar a filha até a Escócia para uma Olimpíadas de matemática.
É por aí na história que entra Ed, um cara rico que vê sua vida de cabeça para o ar quando sem querer se mete em uma confusão com ações de sua empresa e se vê diante da possibilidade de perder tudo para que tanto trabalhou e ainda ir para a cadeia. E numa tentativa de se distrair e fazer algo bom por uma vez, ele decide dar carona para Jess e sua família.
Posso dizer que adorei o livro, com uma história comovente é impossível ficar imune ao acompanhar a verdadeira odisséia em que esses personagens passam. Durante os capítulos que se alternam entre Jess, Ed, Nick e Tanzie podemos perceber o crescimento deles e como aprendem a lidar com seus problemas e que sempre há uma maneira de superá-los.
The one plus one trata de vários temas pertinentes como bullying, perdão e como todos somos diferentes e é isso que nos faz especial. E acima de tudo mostra como temos que acreditar que há bem na humanidade e que às vezes podemos nos surpreender com a bondade de estranhos.
Fiquei curiosa para ler Jojo Moyes depois de ver várias pessoas comentando sobre seu livro que já foi lançado em português, Como eu era antes de você. Porém, sendo extremamente sincera com vocês, eu fiquei com um pé atrás depois de ler tantos comentários de pessoas que quase se acabaram em lágrimas depois de terminar o livro. E sinceramente, achei que não estava preparada para uma história tão triste.
Depois de um tempo achei sobre outro livro seu, The one plus one. Gostei da capa, da sinopse e li vários comentários de como o livro era engraçado e então resolvi arriscar e lê-lo. E fiquei muito feliz de minha decisão.
The One plus one conta a história da família de Jess. Ela é mãe de Tanzie, uma garota de 10 anos que é um gênio na matemática e também cuida de seu enteado adolescente Nick, que sofre bullying por gostar de roupas pretas e maquiagem nos olhos. Ela cuida dos dois sozinhos, já que o pai dos dois decidiu que não aguentava mais e se mudou para a casa da mãe há dois anos para curar uma depressão e nunca mais voltou, nem ajudou a família.
Jess se vira entre dois empregos que mal dão para as despesas básicas da casa e sofre com os vizinhos que batem em Nick e têm como próximo alvo sua filha. As coisas parecem melhorar quando é oferecido a Tanzie uma bolsa quase integral para uma escolha particular, só que a única maneira de conseguir o dinheiro para a matrícula é levar a filha até a Escócia para uma Olimpíadas de matemática.
É por aí na história que entra Ed, um cara rico que vê sua vida de cabeça para o ar quando sem querer se mete em uma confusão com ações de sua empresa e se vê diante da possibilidade de perder tudo para que tanto trabalhou e ainda ir para a cadeia. E numa tentativa de se distrair e fazer algo bom por uma vez, ele decide dar carona para Jess e sua família.
Posso dizer que adorei o livro, com uma história comovente é impossível ficar imune ao acompanhar a verdadeira odisséia em que esses personagens passam. Durante os capítulos que se alternam entre Jess, Ed, Nick e Tanzie podemos perceber o crescimento deles e como aprendem a lidar com seus problemas e que sempre há uma maneira de superá-los.
The one plus one trata de vários temas pertinentes como bullying, perdão e como todos somos diferentes e é isso que nos faz especial. E acima de tudo mostra como temos que acreditar que há bem na humanidade e que às vezes podemos nos surpreender com a bondade de estranhos.
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Comecei meu 2015 com o pé direito na leitura. Meu primeiro livro do ano foi sensacional. Afinal, estamos falando de Sophie Kinsella.
Menina de Vinte conta a saga de Lara Lington, que sempre foi uma garota com uma imaginação pra lá de fértil. Sua vida estava andando nos trilhos até que começou a "ver coisas", terminou com o namorado e foi abandonada pela sócia e melhor amiga, que deixou a pobre Lara no meio do olho do furacão para que tentasse colocar a empresa de volta nos eixos. Se já não bastasse a dor de cabeça no emprego, Lara tem uma grande surpresa quando vai ao funeral de sua tia-avó Sadie de 105 anos.
O fantasma da finada aparece misteriosamente no velório e, aparentemente, só Lara consegue vê-lo. E a aparição não fica só por aí. Sadie tem um último pedido para fazer: exige que a sobrinha-neta localize um colar que foi dela por mais de 75 anos e só assim poderá descansar em paz.
Lara sai em busca do colar desaparecido com a companhia de Sadie, que é um fantasma muito peculiar. Sadie não "retorna" como uma simples senhorinha. Ela aparece exatamente como era aos 20 e poucos anos. É cheia de opinião, personalidade e tem sempre um comentário sobre amor e moda a oferecer.
O livro foi escrito com a fórmula mágica de Sophie. É o típico chick-lit da autora. Cheio de passagens engraçadas, atrapalhadas e com muito romance. A história é contada de maneira leve, rápida e bem sucinta. Outro ponto que gostei muito no livro foi que a narrativa não se resume somente as duas protagonistas principais; os outros personagens também tem seu espaço na trama.
Não é um título novo, mas ainda não tinha lido e precisava terminar de ler todos os livros da autora, que é uma das minhas preferidas. Menina de Vinte é uma leitura leve e divertida. Super indico!
Menina de Vinte conta a saga de Lara Lington, que sempre foi uma garota com uma imaginação pra lá de fértil. Sua vida estava andando nos trilhos até que começou a "ver coisas", terminou com o namorado e foi abandonada pela sócia e melhor amiga, que deixou a pobre Lara no meio do olho do furacão para que tentasse colocar a empresa de volta nos eixos. Se já não bastasse a dor de cabeça no emprego, Lara tem uma grande surpresa quando vai ao funeral de sua tia-avó Sadie de 105 anos.
O fantasma da finada aparece misteriosamente no velório e, aparentemente, só Lara consegue vê-lo. E a aparição não fica só por aí. Sadie tem um último pedido para fazer: exige que a sobrinha-neta localize um colar que foi dela por mais de 75 anos e só assim poderá descansar em paz.
Lara sai em busca do colar desaparecido com a companhia de Sadie, que é um fantasma muito peculiar. Sadie não "retorna" como uma simples senhorinha. Ela aparece exatamente como era aos 20 e poucos anos. É cheia de opinião, personalidade e tem sempre um comentário sobre amor e moda a oferecer.
O livro foi escrito com a fórmula mágica de Sophie. É o típico chick-lit da autora. Cheio de passagens engraçadas, atrapalhadas e com muito romance. A história é contada de maneira leve, rápida e bem sucinta. Outro ponto que gostei muito no livro foi que a narrativa não se resume somente as duas protagonistas principais; os outros personagens também tem seu espaço na trama.
Não é um título novo, mas ainda não tinha lido e precisava terminar de ler todos os livros da autora, que é uma das minhas preferidas. Menina de Vinte é uma leitura leve e divertida. Super indico!
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2015 já está quase aí e o que não poderia faltar era nossa lista de melhores do ano. Esperamos que vocês tenham tido ótimas leituras nesse ano e que venham muitas outras em 2015!
Aqui vai nossa lista:
Giselle
Trilogia Just One Day - Gayle Forman
Resolvi trapacear um pouquinho na lista e escolhi esses três livros para o meu primeiro lugar. Só que isso é super justificável porque sem um o outro não faria sentido. É preciso ler todos para acompanhar a história de Allyson e Willem que ao se conhecerem e passarem apenas um dia juntos mudam totalmente o rumo de suas vidas. Os livros tratam muito além de uma história de amor, eles falam sobre como encontrar quem somos não importa o caminho que temos que seguir. Esses livros não só entraram para a lista de melhores de 2014, mas sim para minha lista de melhores livros, por isso recomendo muito a leitura.
O bicho-da-seda - Robert Galbraith
Como todos sabem, Robert Galbraith é o pseudônimo de J.K. Rowling. Gostei muito de "O chamado do Cuco", o primeiro livro sobre seu novo personagem, o detetive Cormoron Strike. Mas creio que nesse segundo volume a autora realmente consolidou seus personagens e posso dizer que estou muito ansiosa pelas próximas histórias. Por isso que "O bicho-da-seda" entra em segundo lugar na minha lista por ser um romance policial inteligente e daqueles que não conseguimos parar de virar as páginas até acabar.
Landline - Rainbow Rowell
Como já disse em minha resenha desse livro eu leria até a lista de supermercado da Rainbow Rowell por isso, sim, Landline está na minha lista de melhores desse ano. Mas tenho uma confissão a fazer: eu também li Eleanor & Park esse ano. Antes que vocês resolvam me atacar por ter escolhido Landline, tenho que me justificar dizendo que sim, eu gostei bastante de Eleanor & Park. Sim, fiquei até altas horas da madrugada para acabar de ler. Porém, acho que o meu problema foi com o casal em si, que não me convenceu tanto. Não me entendam mal, adorei o romance dos dois, mas não sei.. não é meu preferido da autora, que continua sendo Fangirl. Voltando a Landline, adorei conhecer Georgie e Neal, para mim é a história mais madura de Rainbow e merece conhecimento.
Nathaly
Extremely loud and incredibly close - Jonathan Safran Foer
Lanço o desafio: quem consegue repetir o nome desse livro três vezes falando rápido sem errar o inglês? Desafio mesmo é falar sobre essa leitura e o quanto ela me marcou. É muito bem escrito, tem aquelas frases de gastar caneta marcando sem arrependimento, é triste e bonito. Tem tradução em português, recomendo que procurem!
Amy and Roger´s epic detour - Morgan Matson
Essa foi uma leitura que mexeu bastante comigo e de formas que eu não esperava. As aventuras de Amy e Roger cruzando os Estados Unidos de carro, as playlists, todos os sentimentos... É um livro pra reler sempre, de tão bom que é.
A ilha dos dissidentes - Bárbara Morais
Eu já imaginava que iria gostar do livro antes mesmo de ler, então vocês podem ter uma ideia de o quanto minhas expectativas eram altas (e eu comecei a resenha do livro aqui dizendo exatamente isso, sou repetitiva). E não me decepcionei! A história de Sybill e o mundo dos Anômalos é tão bem narrada e cativante que se eu tivesse a grana, presenteava todo mundo com um exemplar desse livro.
Robertha
Cinder - Marissa Meyer
Cinder reúne ficção científica e conto de fadas. Marissa Meyer criou uma Cinderella ciborgue e um mundo cheio robôs e peças de metal. Ao invés de ratinhos, ela tem seu androide cheio de personalidade. No lugar do borralho, tem a sua oficina em que arruma peças que já eram consideradas inúteis. Cinder é um livro tão bom, mas tão bom, que você não consegue parar de ler até ver o fim. A autora costurou a narrativa de uma forma tão despretensiosa e, ao mesmo tempo, cheia de detalhes que você se sente dentro do mundo de Cinder e a cada página você se surpreende com alguma coisa. Corre e coloca na sua lista de 2015!
Recomeço - Cat Patrick
Esse livro entrou para minha lista de favoritos de 2014 pelo simples motivo dele ser leve, ter uma estória que te prende e terminar em um só volume, o que foge do mundo de trilogias e séries tão normais hoje em dia. É uma mistura de ficção-científica, romance e problemas do cotidiano. A autora já usou essa técnica em seu primeiro volume lançado no Brasil, Deslembrança e, também, deu muito certo. Vale a pena!
Lua de Mel - Sophie Kinsella
Mais um livro da diva Sophie Kinsella, a rainha do chick-lit que nunca decepciona. Em Lua de Mel, Sophie traz uma novidade em sua narrativa. O livro tem duas protagonistas e os capítulos são narrados de forma intercalada e em primeira pessoa. Dessa forma, o leitor consegue acompanhar o ponto de vista de ambas. Além disso, durante a narrativa, a autora traz estórias paralelas de outros personagens, o que acaba enriquecendo a trama. Aqui você poderá ler a resenha completa.
Aqui vai nossa lista:
Giselle
Trilogia Just One Day - Gayle Forman
O bicho-da-seda - Robert Galbraith
Como todos sabem, Robert Galbraith é o pseudônimo de J.K. Rowling. Gostei muito de "O chamado do Cuco", o primeiro livro sobre seu novo personagem, o detetive Cormoron Strike. Mas creio que nesse segundo volume a autora realmente consolidou seus personagens e posso dizer que estou muito ansiosa pelas próximas histórias. Por isso que "O bicho-da-seda" entra em segundo lugar na minha lista por ser um romance policial inteligente e daqueles que não conseguimos parar de virar as páginas até acabar.
Landline - Rainbow Rowell
Como já disse em minha resenha desse livro eu leria até a lista de supermercado da Rainbow Rowell por isso, sim, Landline está na minha lista de melhores desse ano. Mas tenho uma confissão a fazer: eu também li Eleanor & Park esse ano. Antes que vocês resolvam me atacar por ter escolhido Landline, tenho que me justificar dizendo que sim, eu gostei bastante de Eleanor & Park. Sim, fiquei até altas horas da madrugada para acabar de ler. Porém, acho que o meu problema foi com o casal em si, que não me convenceu tanto. Não me entendam mal, adorei o romance dos dois, mas não sei.. não é meu preferido da autora, que continua sendo Fangirl. Voltando a Landline, adorei conhecer Georgie e Neal, para mim é a história mais madura de Rainbow e merece conhecimento.
Nathaly
Extremely loud and incredibly close - Jonathan Safran Foer
Lanço o desafio: quem consegue repetir o nome desse livro três vezes falando rápido sem errar o inglês? Desafio mesmo é falar sobre essa leitura e o quanto ela me marcou. É muito bem escrito, tem aquelas frases de gastar caneta marcando sem arrependimento, é triste e bonito. Tem tradução em português, recomendo que procurem!
Amy and Roger´s epic detour - Morgan Matson
Essa foi uma leitura que mexeu bastante comigo e de formas que eu não esperava. As aventuras de Amy e Roger cruzando os Estados Unidos de carro, as playlists, todos os sentimentos... É um livro pra reler sempre, de tão bom que é.
A ilha dos dissidentes - Bárbara Morais
Eu já imaginava que iria gostar do livro antes mesmo de ler, então vocês podem ter uma ideia de o quanto minhas expectativas eram altas (e eu comecei a resenha do livro aqui dizendo exatamente isso
Robertha
Cinder - Marissa Meyer
Cinder reúne ficção científica e conto de fadas. Marissa Meyer criou uma Cinderella ciborgue e um mundo cheio robôs e peças de metal. Ao invés de ratinhos, ela tem seu androide cheio de personalidade. No lugar do borralho, tem a sua oficina em que arruma peças que já eram consideradas inúteis. Cinder é um livro tão bom, mas tão bom, que você não consegue parar de ler até ver o fim. A autora costurou a narrativa de uma forma tão despretensiosa e, ao mesmo tempo, cheia de detalhes que você se sente dentro do mundo de Cinder e a cada página você se surpreende com alguma coisa. Corre e coloca na sua lista de 2015!
Recomeço - Cat Patrick
Esse livro entrou para minha lista de favoritos de 2014 pelo simples motivo dele ser leve, ter uma estória que te prende e terminar em um só volume, o que foge do mundo de trilogias e séries tão normais hoje em dia. É uma mistura de ficção-científica, romance e problemas do cotidiano. A autora já usou essa técnica em seu primeiro volume lançado no Brasil, Deslembrança e, também, deu muito certo. Vale a pena!
Lua de Mel - Sophie Kinsella
Mais um livro da diva Sophie Kinsella, a rainha do chick-lit que nunca decepciona. Em Lua de Mel, Sophie traz uma novidade em sua narrativa. O livro tem duas protagonistas e os capítulos são narrados de forma intercalada e em primeira pessoa. Dessa forma, o leitor consegue acompanhar o ponto de vista de ambas. Além disso, durante a narrativa, a autora traz estórias paralelas de outros personagens, o que acaba enriquecendo a trama. Aqui você poderá ler a resenha completa.
Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema de dezembro era "guilty pleasure".
Sempre curti ler esses romances leves ou como gosto de chamá-los "romances de banca". Eles são ótimos para quando você só quer ler algo que não exija muito tempo, nem muita concentração, por serem curtos e terem uma história bem simples de acompanhar. Por isso quando vi que o tema de dezembro era "guilty pleasure" resolvi encerrar o desafio com um livro de Patricia Cabot, pseudônimo de Meg Cabot .
Pode beijar a noiva conta a história de Emma que resolveu ir contra todos em sua família e se casar com Stuart, rapaz que almejava seguir a carreira eclesiástica. O problema é que todos estavam certos e doze meses depois, Emma estava viúva e o marido a deixou sem nada. Na verdade, ela até tinha uma herança para receber , mas para isso deveria se casar novamente. E não era tão fácil assim convencê-la disso. Até que James, o primo de Stuart aparece para mudar tudo isso.
Emma e James cresceram juntos e sempre tiveram uma relação de gato e rato. Porém, Emma sempre correu atrás do primo Stuart, provavelmente porque ele não dava a minima para ela. Diferente de James que achava que irritá-la era a melhor maneira de conquistá-la. Até perder a garota para o primo. Agora ele acha que tem mais uma chance para poder ficar com ela e não quer desperdiçá-la.
O que eu mais gostei do livro é que por ser um narrador onipresente podíamos ver os pensamentos tanto de Emma como de James, o que sempre acrescenta muito numa história. Gosto de poder ler sobre a mesma história em pontos de vista diferentes. E além disso, os capítulos eram bem curtos o que facilita a leitura.
Um ponto negativo é que a história ficou muito superficial. Sei que esse tipo de livro não costuma ter personagens e conteúdos profundos, mas achei que faltou um pouco mais de desenvolvimento de alguns personagens secundários. Ficou tudo muito "de leve", como se estivesse faltando algo. E tudo acontece em duas semanas no máximo, o que dá mais sensação que nada aconteceu.
Porém, não posso reclamar muito já que todos os elementos estavam presentes. Uma mocinha teimosa, um mocinho que antes era mulherengo, mas que só estava esperando pela mocinha que mudaria sua vida, um mistério revelado nas últimas páginas e várias situações engraçadas. Sendo assim, Pode beijar a noiva é o típico romance para se ler em um dia e se divertir durante aquelas horas, mas nada profundo que mudará sua vida. Mas quer saber: qual o problema disso?
Sempre curti ler esses romances leves ou como gosto de chamá-los "romances de banca". Eles são ótimos para quando você só quer ler algo que não exija muito tempo, nem muita concentração, por serem curtos e terem uma história bem simples de acompanhar. Por isso quando vi que o tema de dezembro era "guilty pleasure" resolvi encerrar o desafio com um livro de Patricia Cabot, pseudônimo de Meg Cabot .
Pode beijar a noiva conta a história de Emma que resolveu ir contra todos em sua família e se casar com Stuart, rapaz que almejava seguir a carreira eclesiástica. O problema é que todos estavam certos e doze meses depois, Emma estava viúva e o marido a deixou sem nada. Na verdade, ela até tinha uma herança para receber , mas para isso deveria se casar novamente. E não era tão fácil assim convencê-la disso. Até que James, o primo de Stuart aparece para mudar tudo isso.
Emma e James cresceram juntos e sempre tiveram uma relação de gato e rato. Porém, Emma sempre correu atrás do primo Stuart, provavelmente porque ele não dava a minima para ela. Diferente de James que achava que irritá-la era a melhor maneira de conquistá-la. Até perder a garota para o primo. Agora ele acha que tem mais uma chance para poder ficar com ela e não quer desperdiçá-la.
O que eu mais gostei do livro é que por ser um narrador onipresente podíamos ver os pensamentos tanto de Emma como de James, o que sempre acrescenta muito numa história. Gosto de poder ler sobre a mesma história em pontos de vista diferentes. E além disso, os capítulos eram bem curtos o que facilita a leitura.
Um ponto negativo é que a história ficou muito superficial. Sei que esse tipo de livro não costuma ter personagens e conteúdos profundos, mas achei que faltou um pouco mais de desenvolvimento de alguns personagens secundários. Ficou tudo muito "de leve", como se estivesse faltando algo. E tudo acontece em duas semanas no máximo, o que dá mais sensação que nada aconteceu.
Porém, não posso reclamar muito já que todos os elementos estavam presentes. Uma mocinha teimosa, um mocinho que antes era mulherengo, mas que só estava esperando pela mocinha que mudaria sua vida, um mistério revelado nas últimas páginas e várias situações engraçadas. Sendo assim, Pode beijar a noiva é o típico romance para se ler em um dia e se divertir durante aquelas horas, mas nada profundo que mudará sua vida. Mas quer saber: qual o problema disso?
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Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema de novembro era "autores brasileiros".
Mari estava passando por um momento não tão legal assim na sua vida. Graças a um boato na escola, ela perdeu o namorado e todos os amigos. E como a cereja no topo do bolo, seu intercâmbio foi cancelado porque sua irmã mais velha decidiu casar de uma hora para outra e as economias da família foram direto para o enlace. Então, Mari decide gravar um vídeo como desabafo e colocá-lo num canal do YouTube, o que ela não esperava era a proporção que tudo isso ia alcançar.
O livro de Iris Figueiredo segue nesse tom adolescente narrando o que todo jovem de 17 anos passa. Vestibular, ENEM, paixonites, o pacote todo. Por isso, é impossível não se identificar com as neuras e os problemas de Mari. Mas ela também trata de temas mais sérios como anorexia, bulimia e bullying. Outro aspecto que gostei muito é como a Iris soube retratar direitinho como é essa coisa de "hit da internet". Como uma coisa boba pode tomar uma proporção enorme que ninguém podia imaginar inicialmente.
Já tinha lido o livro anterior da autora, Dividindo Mel, e já tinha gostado muito da leitura. E ao ler o Confissões eu fiquei muito feliz de perceber como ela evoluiu como autora e como ela é talentosa. Por isso espero ansiosamente os seus próximos lançamentos e torço muito pelo seu sucesso!
Mari estava passando por um momento não tão legal assim na sua vida. Graças a um boato na escola, ela perdeu o namorado e todos os amigos. E como a cereja no topo do bolo, seu intercâmbio foi cancelado porque sua irmã mais velha decidiu casar de uma hora para outra e as economias da família foram direto para o enlace. Então, Mari decide gravar um vídeo como desabafo e colocá-lo num canal do YouTube, o que ela não esperava era a proporção que tudo isso ia alcançar.
O livro de Iris Figueiredo segue nesse tom adolescente narrando o que todo jovem de 17 anos passa. Vestibular, ENEM, paixonites, o pacote todo. Por isso, é impossível não se identificar com as neuras e os problemas de Mari. Mas ela também trata de temas mais sérios como anorexia, bulimia e bullying. Outro aspecto que gostei muito é como a Iris soube retratar direitinho como é essa coisa de "hit da internet". Como uma coisa boba pode tomar uma proporção enorme que ninguém podia imaginar inicialmente.
Já tinha lido o livro anterior da autora, Dividindo Mel, e já tinha gostado muito da leitura. E ao ler o Confissões eu fiquei muito feliz de perceber como ela evoluiu como autora e como ela é talentosa. Por isso espero ansiosamente os seus próximos lançamentos e torço muito pelo seu sucesso!
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Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema de outubro era "amor".
Isla and the happily ever after encerra a trilogia de Stephanie Perkins que começou com Anna e o beijo francês (Anna and the french kiss), depois continuou com Lola e o garoto da casa ao lado (Lola and the boy next door).
Quando li Anna foi aquele clássico caso de amor ao primeiro parágrafo. Acho que devo ter lido em apenas dois dias de tanto que eu amei a história. Com Lola também foi parecido, mas ai já não foi "aquele" amor. Já com Isla tive muita dificuldade para gostar da história, quanto mais para amá-la.
Não que não eu não tenha gostado do livro, pelo contrário, eu gostei bastante. Porém, acho que aconteceu aquele clássico caso de "criar muitas expectativas" antes de ler algo. Então já comecei a leitura esperando outro Anna, e não foi bem isso que encontrei...
Isla é da mesma escola de Anna e St. Clair em Paris. Ela é apaixonada por Josh, melhor amigo de St. Clair, desde o começo das aulas, mas nunca teve coragem nem de manter uma conversa concisa com o rapaz, menos ainda de expressar seus sentimentos. Mas nada como uma boa anestesia para arrancar o siso para ganhar um pouco de coragem. Eis que depois de uma visita ao dentista ela encontra Josh sozinho, em todos os sentidos da palavra, num café perto da casa dos dois em Manhattan e resolve conversar com o rapaz e é tudo incrível. A partir daí a história vai se desenvolvendo como toda história de boy meets girl. Mas, claro que sempre tem algo para atrapalhar o romance, porque senão não teria uma história para um livro.
O meu maior problema foi com os personagens. Eles simplesmente não me convenciam. A Isla era a aluna mais aplicada e inteligente do colégio e não conseguia decidir nem em qual faculdade gostaria de ir? Difícil de acreditar. Além de ser muito insegura e isso atrapalhar todos os aspectos de sua vida. O Josh era um solitário, artista, que escondia todo seu potencial atrás de rebeldia... E apesar de reconhecer o apelo disso tudo, ele não me passava confiança. O relacionamento deles aconteceu muito rápido. Tudo bem que ela estava adiantada três anos, mas mesmo assim fica tudo um pouco forçado. No final, meu problema foi que eu não conseguia acreditar no romance dos dois e por isso não me pegava naquele desespero para ver como ia ser o felizes para sempre deles.
Tirando isso, a história tem todos os elementos dos anteriores: romance, fofura e diversão. E tenho que confessar que os últimos capítulos do livro valem muito a leitura para quem é fã dos livros anteriores da autora. Por isso, se você quer aquele livro romântico e sem compromisso Isla and the happily ever after é a pedida.
Isla and the happily ever after encerra a trilogia de Stephanie Perkins que começou com Anna e o beijo francês (Anna and the french kiss), depois continuou com Lola e o garoto da casa ao lado (Lola and the boy next door).
Quando li Anna foi aquele clássico caso de amor ao primeiro parágrafo. Acho que devo ter lido em apenas dois dias de tanto que eu amei a história. Com Lola também foi parecido, mas ai já não foi "aquele" amor. Já com Isla tive muita dificuldade para gostar da história, quanto mais para amá-la.
Não que não eu não tenha gostado do livro, pelo contrário, eu gostei bastante. Porém, acho que aconteceu aquele clássico caso de "criar muitas expectativas" antes de ler algo. Então já comecei a leitura esperando outro Anna, e não foi bem isso que encontrei...
Isla é da mesma escola de Anna e St. Clair em Paris. Ela é apaixonada por Josh, melhor amigo de St. Clair, desde o começo das aulas, mas nunca teve coragem nem de manter uma conversa concisa com o rapaz, menos ainda de expressar seus sentimentos. Mas nada como uma boa anestesia para arrancar o siso para ganhar um pouco de coragem. Eis que depois de uma visita ao dentista ela encontra Josh sozinho, em todos os sentidos da palavra, num café perto da casa dos dois em Manhattan e resolve conversar com o rapaz e é tudo incrível. A partir daí a história vai se desenvolvendo como toda história de boy meets girl. Mas, claro que sempre tem algo para atrapalhar o romance, porque senão não teria uma história para um livro.
O meu maior problema foi com os personagens. Eles simplesmente não me convenciam. A Isla era a aluna mais aplicada e inteligente do colégio e não conseguia decidir nem em qual faculdade gostaria de ir? Difícil de acreditar. Além de ser muito insegura e isso atrapalhar todos os aspectos de sua vida. O Josh era um solitário, artista, que escondia todo seu potencial atrás de rebeldia... E apesar de reconhecer o apelo disso tudo, ele não me passava confiança. O relacionamento deles aconteceu muito rápido. Tudo bem que ela estava adiantada três anos, mas mesmo assim fica tudo um pouco forçado. No final, meu problema foi que eu não conseguia acreditar no romance dos dois e por isso não me pegava naquele desespero para ver como ia ser o felizes para sempre deles.
Tirando isso, a história tem todos os elementos dos anteriores: romance, fofura e diversão. E tenho que confessar que os últimos capítulos do livro valem muito a leitura para quem é fã dos livros anteriores da autora. Por isso, se você quer aquele livro romântico e sem compromisso Isla and the happily ever after é a pedida.
Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema de setembro era "música".
Conheci Sábado à noite pelo blog da autora Babi Dewet há alguns anos atrás. Por lá fiquei sabendo que o livro tinha sido originado de uma fanfic da banda McFly e mesmo não sendo fã da banda curto muito ler autores nacionais e finalmente resolvi conhecer a história dos marotos.
Os tais marotos são um grupo de garotos que são considerados "perdedores" na escola. Somente por serem diferentes do restante dos outros alunos e não se importarem com o que os outros pensem dele. Bem diferente de Amanda e suas amigas que são as populares do colégio, aquelas que todas as meninas querem ser e todos os meninos querem namorar. Elas simplesmente fazem tudo pensando na imagem delas e o que as tornam legais ou não.
A história foca mais no casal Daniel e Amanda. Os dois são amigos há bastante tempo, mas acabaram se afastando. Todos pensam que a menina resolveu se distanciar por achar que não pega bem para sua imagem andar com o rapaz. Mas o verdadeiro problema é que ela se apaixonou pelo menino ao mesmo tempo que a melhor amiga e em respeito a amizade resolveu se afastar. Porém, agora o sentimento está crescendo e como ele é correspondido fica difícil para Amanda esconder sua vontade de ficar com Daniel.
O grande problema dos dois é falta de diálogo. Vou dar um desconto porque eles são adolescentes, mas grande parte dos problemas poderiam ser resolvidos com uma boa conversa. Apesar de me irritar com certas atitudes de ambas as partes, adorei acompanhar o desenvolver fofo da história entre os dois e ficar torcendo por um final feliz.
O livro tem esse clima bem colegial mesmo. Quando esse tipo de coisa de popularidade parece tão importante. E claro, fazemos escolhas que parecem as únicas no momento, mas que depois percebemos o quão errados estávamos. Acho também que a história faz refletir até onde vale essa coisa de popularidade e até onde você é capaz de ir para atingir esse objetivo. Sábado à noite vale a leitura por ser uma história de amor bem realista entre dois adolescentes, afinal quem não sofreu com o primeiro amor?
Conheci Sábado à noite pelo blog da autora Babi Dewet há alguns anos atrás. Por lá fiquei sabendo que o livro tinha sido originado de uma fanfic da banda McFly e mesmo não sendo fã da banda curto muito ler autores nacionais e finalmente resolvi conhecer a história dos marotos.
Os tais marotos são um grupo de garotos que são considerados "perdedores" na escola. Somente por serem diferentes do restante dos outros alunos e não se importarem com o que os outros pensem dele. Bem diferente de Amanda e suas amigas que são as populares do colégio, aquelas que todas as meninas querem ser e todos os meninos querem namorar. Elas simplesmente fazem tudo pensando na imagem delas e o que as tornam legais ou não.
A história foca mais no casal Daniel e Amanda. Os dois são amigos há bastante tempo, mas acabaram se afastando. Todos pensam que a menina resolveu se distanciar por achar que não pega bem para sua imagem andar com o rapaz. Mas o verdadeiro problema é que ela se apaixonou pelo menino ao mesmo tempo que a melhor amiga e em respeito a amizade resolveu se afastar. Porém, agora o sentimento está crescendo e como ele é correspondido fica difícil para Amanda esconder sua vontade de ficar com Daniel.
O grande problema dos dois é falta de diálogo. Vou dar um desconto porque eles são adolescentes, mas grande parte dos problemas poderiam ser resolvidos com uma boa conversa. Apesar de me irritar com certas atitudes de ambas as partes, adorei acompanhar o desenvolver fofo da história entre os dois e ficar torcendo por um final feliz.
O livro tem esse clima bem colegial mesmo. Quando esse tipo de coisa de popularidade parece tão importante. E claro, fazemos escolhas que parecem as únicas no momento, mas que depois percebemos o quão errados estávamos. Acho também que a história faz refletir até onde vale essa coisa de popularidade e até onde você é capaz de ir para atingir esse objetivo. Sábado à noite vale a leitura por ser uma história de amor bem realista entre dois adolescentes, afinal quem não sofreu com o primeiro amor?
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Lottie é uma mulher de 33 anos cheia de sonhos incomuns e super alegre. Richard era seu namorado há três anos e ela acreditava que ele era sua alma gêmea. Certo dia, Richard a convida para um almoço todo especial dizendo que precisava fazer uma pergunta. O mundo de Lottie parou. Ela tinha certeza que ele iria pedir sua mão em casamento e que seu momento havia chegado. Como nem tudo no mundo são flores, a pergunta não foi a esperada e ficou bem claro que o moço não tem nenhum interesse em juntar os trapos com ela e formar uma família.Um dia ela se viu entrando na igreja e, de repente, se viu no fundo do poço e ficou arrasada. O grande "Q" da questão é que Lottie sempre foi uma mulher durona e que nunca se permitiu ficar numa pior. Tomava atitudes impensadas e que, quase sempre, acabava com uma listinha de arrependimentos. Sua irmã mais velha, Fliss, era a responsável por juntar os cacos e chamava essas decisões de "escolhas infelizes".
A relação das duas sempre foi muito afetiva. Fliss cresceu acostumada a tomar conta de Lottie e assumiu, sem perceber, o papel de mãe da irmã. Porém, Fliss estava passando por maus bocados. Estava no meio do divórcio com Daniel, pai do seu filho Noah, o que a tornou uma mulher amarga e negativa de tanto que o atual ex infernizava a sua vida. E o pior, negligenciava o filho que tinha paixão pelo pai.
Assim que soube da separação de Lottie, Fliss ficou arrasada, mas sabia que não poderia demonstrar tanta piedade. Teria que esperar a irmã se recuperar ou explodir de vez e pedir aos céus para que a próxima Escolha Infeliz não tivesse tantos feridos. Porém, já devia imaginar que a caçula não iria deixar por menos e, com certeza, não decepcionou nesse quesito.
Lottie, como que por ironia do destino, reecontra Ben. Seu ex-namorado de 15 anos atrás e com quem fez um acordo: se os dois estivessem solteiros até os 30 iriam se casar. O que ela não iria imaginar é que o ex ainda era apaixonado por ela e, acima de tudo, lembrou do trato. Em um surto de romantismo, Ben a pede em casamento e Lottie aceita.
Quando soube do futuro casório, Fliss quase infartou e decide bolar um plano com Lorcan, padrinho de casamento de Ben. Então, decide que não deixaria sua irmãzinha passar por um divórcio trágico como ela havia passado. Os dois agiram e bateram o martelo: iriam boicotar a Lua de Mel e impedir que consumassem a união.
Mais um livro da diva Sophie Kisella, a rainha do chick-lit que nunca decepciona. Em Lua de Mel, Sophie traz uma novidade em sua narrativa. O livro tem duas protagonistas e os capítulos são narrados de forma intercalada e em primeira pessoa. Dessa forma, o leitor consegue acompanhar o ponto de vista de ambas. Além disso, durante a narrativa, a autora traz histórias paralelas de outros personagens, o que acaba enriquecendo a trama. Ponto positivo para Sophie.
Os personagens contém a fórmula mágica da autora: engraçados e irreverentes. É um livro que traz uma história de amor com humor e, que de quebra, inclui temas do cotidiano. O que faz com que o leitor se sinta mais próximo dos personagens. A história é leve, bem contato e flui muito bem. É o típico "livro de mulherzinha" que dá pra ler em uma tarde para descontrair. Vale a pena!
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Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema de agosto era "risos".
Delilah Darling está com 29 anos e acha que não tem nada para apresentar depois de quase três décadas de vida. Ela não tem marido, filhos, apartamento próprio e nem emprego. Mas o que mais a incomoda é o fato de que o número de homens com quem ela dormiu é praticamento o dobro da média nacional segundo um artigo de uma revista feminina. Ela leva isso tão a sério que resolve correr atrás de todos os seus ex namorados para descobrir se algum deles poderia ser sua alma gêmea e assim o seu "número" poderia continuar o mesmo.
"Qual o seu número?" é o clássico chick lit. Ele é despretensioso, divertido e sempre sabemos com quem a mocinha vai terminar. Para quem já viu o filme baseado no livro, assim como eu, pode ficar tranquilo que é tudo bem diferente. Tirando o básico como ela ir atrás dos moços e o vizinho a ajudar a encontrá-los, nada mais é igual ao livro. O que foi um alívio.
O início é um pouco mais lento, mas é bom para mostrar a situação geral da vida da protagonista. Só lá pela página 100 é que ela começa sua busca e é aí que a história começa a engrenar e a ficar mais engraçada. A partir daí é que a leitura flui muito bem.
Como todo chick lit, além de divertir, ele também sempre tenta passar uma mensagem positiva e esse não foi uma exceção. Delilah desde o começo da história demonstrou ser uma pessoa extremamente preocupada com o que os outros pensam dela e o que ela poderia fazer para melhorar sua imagem. E foi isso que a meteu em tantas confusões. Não posso dizer que me simpatizei com a Delilah, com suas ideias mirabolantes e mal pensadas. Mas tudo fez parte para que ela percebesse como estava levando tudo muito a sério e que ela deveria parar de se preocupar tanto assim com o que os outros pensam.
"Qual seu número?" não entrou para a lista dos meus preferidos, mas não posso dizer que não me diverti acompanhando a viagem doida de Delilah Darling atrás de 20 ex-namorados. Bom para dar umas risadas e só.
Delilah Darling está com 29 anos e acha que não tem nada para apresentar depois de quase três décadas de vida. Ela não tem marido, filhos, apartamento próprio e nem emprego. Mas o que mais a incomoda é o fato de que o número de homens com quem ela dormiu é praticamento o dobro da média nacional segundo um artigo de uma revista feminina. Ela leva isso tão a sério que resolve correr atrás de todos os seus ex namorados para descobrir se algum deles poderia ser sua alma gêmea e assim o seu "número" poderia continuar o mesmo.
"Qual o seu número?" é o clássico chick lit. Ele é despretensioso, divertido e sempre sabemos com quem a mocinha vai terminar. Para quem já viu o filme baseado no livro, assim como eu, pode ficar tranquilo que é tudo bem diferente. Tirando o básico como ela ir atrás dos moços e o vizinho a ajudar a encontrá-los, nada mais é igual ao livro. O que foi um alívio.
O início é um pouco mais lento, mas é bom para mostrar a situação geral da vida da protagonista. Só lá pela página 100 é que ela começa sua busca e é aí que a história começa a engrenar e a ficar mais engraçada. A partir daí é que a leitura flui muito bem.
Como todo chick lit, além de divertir, ele também sempre tenta passar uma mensagem positiva e esse não foi uma exceção. Delilah desde o começo da história demonstrou ser uma pessoa extremamente preocupada com o que os outros pensam dela e o que ela poderia fazer para melhorar sua imagem. E foi isso que a meteu em tantas confusões. Não posso dizer que me simpatizei com a Delilah, com suas ideias mirabolantes e mal pensadas. Mas tudo fez parte para que ela percebesse como estava levando tudo muito a sério e que ela deveria parar de se preocupar tanto assim com o que os outros pensam.
"Qual seu número?" não entrou para a lista dos meus preferidos, mas não posso dizer que não me diverti acompanhando a viagem doida de Delilah Darling atrás de 20 ex-namorados. Bom para dar umas risadas e só.
Eu sou fã assumida da Rainbow Rowell. Para usar as palavras de John Green "eu leria até sua lista de supermercado..." Isso para exemplificar o quanto eu gosto dessa autora.
Acredito que o sucesso de sua escrita é que os seus personagens são pessoas comuns. Eles não são adolescentes incríveis com algum poder oculto ou alguém com habilidades impressionantes. A sua protagonista pode ser aquela menina quieta que sentava do seu lado na escola. Ou aquele garoto magrelo que você viu num ônibus numa tarde qualquer.
Isso só serve para aumentar a experiência mágica que é ler um livro dela. Como uma amiga minha disse, não existe "vou ler só um pouquinho para ver como é". Quando você percebe já está na metade do livro e tão envolvido que fica até difícil voltar à vida normal.
O seu último livro lançado é chamado Landline, que numa tradução livre significa "linha fixa", aquela que temos em casa e que quase nunca usamos graças aos celulares. Nele acompanhamos Georgie. Ela é uma roteirista de sitcoms que está passando por um momento complicado no casamento. Nem ela consegue explicar direito o que aconteceu. É como se ela e Neal, seu marido, tivessem chego num ponto ruim e desconfortável do relacionamento, mas nenhum dos dois parece ter força para sair de lá.
E para completar ela acaba tendo que ficar em casa para terminar de escrever um roteiro importante, enquanto ele e as crianças vão passar o natal na casa dos avós praticamente do outro lado dos Estados Unidos. E enquanto ela fica passando um tempo na casa da mãe, ela resolve usar seu telefone fixo de seu antigo quarto e aparentemente ela consegue ligar para o marido no passado, quando eles ainda eram namorados. Aí fica a dúvida: que decisão ela deverá tomar, já que sabe por tudo o que eles vão passar e onde eles estão no momento? Ela faria as mesmas escolhas? O que será que vale a pena?
Tenho que confessar que quando li essa sinopse pela primeira vez não botei muita fé. Mas como não tem coisa melhor do que se surpreender com seu autor preferido, esse foi o caso. O que aconteceu foi uma história única que lida com problemas mais adultos em comparação com os seus outros livros. Ela lida bastante com a questão do quanto cada um tem que doar em um relacionamento para ele dar certo e se há uma dose certa para isso. Sobre como às vezes ficamos presos em certas situações e não temos a menor ideia de como isso foi acontecer, o que erramos e o que podemos fazer para sair de lá.
Acima de tudo é um livro sobre amor. E que muitas vezes temos que lembrar do amor para também lembrarmos o porquê da vida valer tão a pena.
Por enquanto, Landline ainda não foi lançado em português, nem tem previsão. Os livros da autora publicados no Brasil são Eleanor & Park e Fangirl. Recomendo todos.
Acredito que o sucesso de sua escrita é que os seus personagens são pessoas comuns. Eles não são adolescentes incríveis com algum poder oculto ou alguém com habilidades impressionantes. A sua protagonista pode ser aquela menina quieta que sentava do seu lado na escola. Ou aquele garoto magrelo que você viu num ônibus numa tarde qualquer.
Isso só serve para aumentar a experiência mágica que é ler um livro dela. Como uma amiga minha disse, não existe "vou ler só um pouquinho para ver como é". Quando você percebe já está na metade do livro e tão envolvido que fica até difícil voltar à vida normal.
O seu último livro lançado é chamado Landline, que numa tradução livre significa "linha fixa", aquela que temos em casa e que quase nunca usamos graças aos celulares. Nele acompanhamos Georgie. Ela é uma roteirista de sitcoms que está passando por um momento complicado no casamento. Nem ela consegue explicar direito o que aconteceu. É como se ela e Neal, seu marido, tivessem chego num ponto ruim e desconfortável do relacionamento, mas nenhum dos dois parece ter força para sair de lá.
E para completar ela acaba tendo que ficar em casa para terminar de escrever um roteiro importante, enquanto ele e as crianças vão passar o natal na casa dos avós praticamente do outro lado dos Estados Unidos. E enquanto ela fica passando um tempo na casa da mãe, ela resolve usar seu telefone fixo de seu antigo quarto e aparentemente ela consegue ligar para o marido no passado, quando eles ainda eram namorados. Aí fica a dúvida: que decisão ela deverá tomar, já que sabe por tudo o que eles vão passar e onde eles estão no momento? Ela faria as mesmas escolhas? O que será que vale a pena?
Tenho que confessar que quando li essa sinopse pela primeira vez não botei muita fé. Mas como não tem coisa melhor do que se surpreender com seu autor preferido, esse foi o caso. O que aconteceu foi uma história única que lida com problemas mais adultos em comparação com os seus outros livros. Ela lida bastante com a questão do quanto cada um tem que doar em um relacionamento para ele dar certo e se há uma dose certa para isso. Sobre como às vezes ficamos presos em certas situações e não temos a menor ideia de como isso foi acontecer, o que erramos e o que podemos fazer para sair de lá.
Acima de tudo é um livro sobre amor. E que muitas vezes temos que lembrar do amor para também lembrarmos o porquê da vida valer tão a pena.
Por enquanto, Landline ainda não foi lançado em português, nem tem previsão. Os livros da autora publicados no Brasil são Eleanor & Park e Fangirl. Recomendo todos.
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Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema de julho era "esporte e esportistas".
Ok, vou começar minha resenha dizendo que por estar nos meus vinte e poucos anos sempre tenho um pouco de dificuldade com livros em que a personagem é uma adolescente inconsequente. Que fique claro que meu problema não é com a adolescência, só com a inconsequência/falta de noção mesmo. Tendo dito isso, ler Derby Girl foi meio cansativo. No sentido de que ler sobre as escolhas de Bliss me deu vontade de ir até lá e dizer "sério que você acha que isso vai dar certo?"
Mas vamos a história. Bliss é a típica garota adolescente que acha que nasceu na família errada. A mãe é fanática por concursos de beleza e não consegue admitir que a filha estaria mais feliz participando de eventos mais alternativos e então vive inscrevendo a menina para participar desses concursos.
Aí que um belo dia, Bliss resolve entrar para um time de Roller Derby, que é um esporte de alto impacto praticado sob patins numa pista oval. É uma espécie de corrida com dois times de cinco jogadoras cada. Lá ela encontra seu lugar com garotas descoladas que a entendem. E só posso dizer que a menina acaba se envolvendo em alguns problemas típicos da idade.
Apesar de não ter gostado tanto das atitudes da protagonista, consigo entender que adolescência não é fácil para ninguém e que esse é o típico momento de cometer erros por mais bobos e óbvios que eles possam parecer. E gostei do fato de que ela conseguiu encontrar algo que a fizesse bem e que a representasse. Pois, sabemos que encontrar algo que gostamos de fazer é difícil até quando se é adulto, então Bliss se encontrar num esporte tão diferente e interessante como é o Roller Derby é algo incrível.
Derby Girl é um livro bem leve e de rápida leitura. Perfeito para aquele domingo chuvoso.
Ok, vou começar minha resenha dizendo que por estar nos meus vinte e poucos anos sempre tenho um pouco de dificuldade com livros em que a personagem é uma adolescente inconsequente. Que fique claro que meu problema não é com a adolescência, só com a inconsequência/falta de noção mesmo. Tendo dito isso, ler Derby Girl foi meio cansativo. No sentido de que ler sobre as escolhas de Bliss me deu vontade de ir até lá e dizer "sério que você acha que isso vai dar certo?"
Mas vamos a história. Bliss é a típica garota adolescente que acha que nasceu na família errada. A mãe é fanática por concursos de beleza e não consegue admitir que a filha estaria mais feliz participando de eventos mais alternativos e então vive inscrevendo a menina para participar desses concursos.
Aí que um belo dia, Bliss resolve entrar para um time de Roller Derby, que é um esporte de alto impacto praticado sob patins numa pista oval. É uma espécie de corrida com dois times de cinco jogadoras cada. Lá ela encontra seu lugar com garotas descoladas que a entendem. E só posso dizer que a menina acaba se envolvendo em alguns problemas típicos da idade.
Apesar de não ter gostado tanto das atitudes da protagonista, consigo entender que adolescência não é fácil para ninguém e que esse é o típico momento de cometer erros por mais bobos e óbvios que eles possam parecer. E gostei do fato de que ela conseguiu encontrar algo que a fizesse bem e que a representasse. Pois, sabemos que encontrar algo que gostamos de fazer é difícil até quando se é adulto, então Bliss se encontrar num esporte tão diferente e interessante como é o Roller Derby é algo incrível.
Derby Girl é um livro bem leve e de rápida leitura. Perfeito para aquele domingo chuvoso.
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Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema de junho era "autores queridos".
Minha história com Záfon começou com "A sombra do vento" que me conquistou com sua escrita poética e sua narrativa envolvente. Logo no começo amei a leitura e sempre que tenho oportunidade leio um livro escrito pelo autor.
"O Príncipe da Névoa" é considerada pelo próprio autor uma obra infanto-juvenil que pode ser apreciada por várias idades. Nela acompanhamos a história da família de Max e Alicia que acabam envolvidos num antigo mistério da cidade. Um que envolve um navio naufragado, um cemitério de estátuas e um Príncipe da Névoa.
Como em todos os livros do autor a história é uma mescla de suspense e poesia. Esse é especialmente tenso para aqueles que têm medo de palhaços. Mas nada que não dê para dormir a noite (risos). Outro elemento presente é o amadurecimento e o primeiro amor.
Por ter menos que 200 páginas ao final do livro temos aquela sensação de que está faltando algo, mas não no sentido ruim, É que ficamos tão envolvidos com os personagens em tão pouco tempo que fica difícil nos separarmos da história assim desse jeito. Porém, esse sentimento não é nada que estrague o conto de Záfon.
O livro é uma ótima pedida para um dia em que queremos ler algo um pouco mais sombrio, mas que não seja tão complexo, nem tão assustador. Mas ainda sim um ótima história.
Minha história com Záfon começou com "A sombra do vento" que me conquistou com sua escrita poética e sua narrativa envolvente. Logo no começo amei a leitura e sempre que tenho oportunidade leio um livro escrito pelo autor.
"O Príncipe da Névoa" é considerada pelo próprio autor uma obra infanto-juvenil que pode ser apreciada por várias idades. Nela acompanhamos a história da família de Max e Alicia que acabam envolvidos num antigo mistério da cidade. Um que envolve um navio naufragado, um cemitério de estátuas e um Príncipe da Névoa.
Como em todos os livros do autor a história é uma mescla de suspense e poesia. Esse é especialmente tenso para aqueles que têm medo de palhaços. Mas nada que não dê para dormir a noite (risos). Outro elemento presente é o amadurecimento e o primeiro amor.
Por ter menos que 200 páginas ao final do livro temos aquela sensação de que está faltando algo, mas não no sentido ruim, É que ficamos tão envolvidos com os personagens em tão pouco tempo que fica difícil nos separarmos da história assim desse jeito. Porém, esse sentimento não é nada que estrague o conto de Záfon.
O livro é uma ótima pedida para um dia em que queremos ler algo um pouco mais sombrio, mas que não seja tão complexo, nem tão assustador. Mas ainda sim um ótima história.
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Este livro foi lido para o Desafio Literário do Tigre. O tema de maio era "bichos".
Uma das coisas mais legais é ler um livro sem saber quase nada da sinopse e poder se surpreender, não só com a história, mas com a narrativa da autora. Isso foi o que aconteceu comigo ao ler "A corrida de Escorpião".
Antes de tudo tenho que explicar que a ilha em que se passa a história é cercada pelo mar de Escorpião, que dá nome ao título. E dele todo ano saem cavalos d'água que além de rápidos, são criaturas carnívoras e violentas. E qual ideia melhor do que capturá-los e fazer uma corrida com eles valendo dinheiro, fama e sua vida?
O livro apresenta dois pontos de vista: o de Sean e o de Puck. Ambos nascidos na ilha e com mais coisas em comum do que poderiam imaginar. Sei que é clichê, mas essa frase se encaixa muito bem com os dois personagens.
Já havia lido a trilogia "Calafrio" da mesma autora, por isso já conhecia sua narrativa poética. Mas diferente da trilogia dos lobos, esse é mais sombrio e duro, um tom bem diferente do romance dos seus livros anteriores. Porém, "A corrida..." não deixa de ser um livro envolvente e surpreendente. O que mais gostei é como ela faz parecer ter uma ilha no mundo com cavalos carnívoros algo normal e plausível. Esse foi um daqueles livros que me fez ficar pensando em sua história dias e dias depois.
Uma das coisas mais legais é ler um livro sem saber quase nada da sinopse e poder se surpreender, não só com a história, mas com a narrativa da autora. Isso foi o que aconteceu comigo ao ler "A corrida de Escorpião".
Antes de tudo tenho que explicar que a ilha em que se passa a história é cercada pelo mar de Escorpião, que dá nome ao título. E dele todo ano saem cavalos d'água que além de rápidos, são criaturas carnívoras e violentas. E qual ideia melhor do que capturá-los e fazer uma corrida com eles valendo dinheiro, fama e sua vida?
O livro apresenta dois pontos de vista: o de Sean e o de Puck. Ambos nascidos na ilha e com mais coisas em comum do que poderiam imaginar. Sei que é clichê, mas essa frase se encaixa muito bem com os dois personagens.
Já havia lido a trilogia "Calafrio" da mesma autora, por isso já conhecia sua narrativa poética. Mas diferente da trilogia dos lobos, esse é mais sombrio e duro, um tom bem diferente do romance dos seus livros anteriores. Porém, "A corrida..." não deixa de ser um livro envolvente e surpreendente. O que mais gostei é como ela faz parecer ter uma ilha no mundo com cavalos carnívoros algo normal e plausível. Esse foi um daqueles livros que me fez ficar pensando em sua história dias e dias depois.
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Beatrice Szabo, mais conhecida como Bea, tem 17 anos e é muito solitária. Ela está acostumada a mudar de cidade toda hora para acompanhar o seu pai. Como resultado dessa vida sem raízes, ela aprendeu a não se apegar a nada ou a alguém, pois ela tem uma só certeza: em algum momento ela terá que deixar tudo o que ela acabou de conhecer. Dentre as mil mudanças, Bea se muda para Baltimore e, por incrível que pareça, está bem tranquila e sabe que não tem muito com que se preocupar. Esse é o último ano antes da faculdade e, em breve, poderá ficar sozinha, fixar-se em algum lugar e o principal, ficar longe da mãe que parece que não a quer por perto de jeito nenhum, a trata com descaso e a acusa a todo momento de não ter coração, de ser uma robô feita de lata.
Bea consegue fazer algumas amizades na escola nova. Conhece ASUE (Anne), Tom, Tiza, Walt e Jonah Tate. Jonah é a pessoa com quem Bea tem uma maior aproximação desde o início. Ele é um garoto tímido, solitário, observador, não tem amigos e, também, é conhecido como Garoto Fantasma. Tem a filosofia de vida de que deve ser invisível e esconde uma mágoa muito grande, já que perdeu sua mãe e seu irmão gêmeo, que tinha deficiência física. Ele mora com seu pai, que é muito rico e lhe dá tudo que precisa, menos o essencial, que é o amor.
Os dois são mais parecidos do que pensam. Constroem um laço extremamente forte, compartilham segredos, gostos, medos, planos e varam a madrugada ouvindo um programa de rádio chamado The Night Lights. Apesar da aproximação, Bea não consegue fazer a nuvem negra que vive em cima de Jonah dissipar. A tristeza envolve o menino cada vez mais e parece que ele será engolido por um buraco a qualquer momento.
Como Dizer Adeus em Robô é narrado em primeira pessoa e Bea cumpre esse papel de maneira brilhante. É um livro com uma história original e com muita emoção. Temas fortes como bullying, depressão, solidão, problemas familiares e psicológicos são abordados de forma melancólica, mas ao mesmo tempo com delicadeza. A leitura é de fácil entendimento, fluída porém, ácida.
Dentre os assuntos abordados, o amor aparece como algo bem diferente do que estamos acostumados quando pensamos nesse sentimento. É um tipo diferente de amor; um tipo raro que não se prende às convenções e, querendo ou não, é um raio-x da vida real: há magoas, sorrisos, conforto e mudanças.
Tenho a impressão de que Natalie Standiford criou os personagens com muito carinho. Todos eles, mesmo que secundários, são bem construídos e peculiares. Bea é uma personagem que consegue ser muito humana e demonstra com transparência seus sentimentos. Já Jonah, é um ponto de interrogação. É imprevisível, misterioso e complexo. Se você tentar entendê-lo, quando achar que está conseguindo, ele te fará mudar de opinião logo em seguida. É um livro cheio de surpresas - sendo elas boas ou não. Coloca na lista que vale a pena!
Bea consegue fazer algumas amizades na escola nova. Conhece ASUE (Anne), Tom, Tiza, Walt e Jonah Tate. Jonah é a pessoa com quem Bea tem uma maior aproximação desde o início. Ele é um garoto tímido, solitário, observador, não tem amigos e, também, é conhecido como Garoto Fantasma. Tem a filosofia de vida de que deve ser invisível e esconde uma mágoa muito grande, já que perdeu sua mãe e seu irmão gêmeo, que tinha deficiência física. Ele mora com seu pai, que é muito rico e lhe dá tudo que precisa, menos o essencial, que é o amor.
Os dois são mais parecidos do que pensam. Constroem um laço extremamente forte, compartilham segredos, gostos, medos, planos e varam a madrugada ouvindo um programa de rádio chamado The Night Lights. Apesar da aproximação, Bea não consegue fazer a nuvem negra que vive em cima de Jonah dissipar. A tristeza envolve o menino cada vez mais e parece que ele será engolido por um buraco a qualquer momento.
Como Dizer Adeus em Robô é narrado em primeira pessoa e Bea cumpre esse papel de maneira brilhante. É um livro com uma história original e com muita emoção. Temas fortes como bullying, depressão, solidão, problemas familiares e psicológicos são abordados de forma melancólica, mas ao mesmo tempo com delicadeza. A leitura é de fácil entendimento, fluída porém, ácida.
Dentre os assuntos abordados, o amor aparece como algo bem diferente do que estamos acostumados quando pensamos nesse sentimento. É um tipo diferente de amor; um tipo raro que não se prende às convenções e, querendo ou não, é um raio-x da vida real: há magoas, sorrisos, conforto e mudanças.
Tenho a impressão de que Natalie Standiford criou os personagens com muito carinho. Todos eles, mesmo que secundários, são bem construídos e peculiares. Bea é uma personagem que consegue ser muito humana e demonstra com transparência seus sentimentos. Já Jonah, é um ponto de interrogação. É imprevisível, misterioso e complexo. Se você tentar entendê-lo, quando achar que está conseguindo, ele te fará mudar de opinião logo em seguida. É um livro cheio de surpresas - sendo elas boas ou não. Coloca na lista que vale a pena!
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