Eu sou fã assumida da Rainbow Rowell. Para usar as palavras de John Green "eu leria até sua lista de supermercado..." Isso para exemplificar o quanto eu gosto dessa autora.
Acredito que o sucesso de sua escrita é que os seus personagens são pessoas comuns. Eles não são adolescentes incríveis com algum poder oculto ou alguém com habilidades impressionantes. A sua protagonista pode ser aquela menina quieta que sentava do seu lado na escola. Ou aquele garoto magrelo que você viu num ônibus numa tarde qualquer.
Isso só serve para aumentar a experiência mágica que é ler um livro dela. Como uma amiga minha disse, não existe "vou ler só um pouquinho para ver como é". Quando você percebe já está na metade do livro e tão envolvido que fica até difícil voltar à vida normal.
O seu último livro lançado é chamado Landline, que numa tradução livre significa "linha fixa", aquela que temos em casa e que quase nunca usamos graças aos celulares. Nele acompanhamos Georgie. Ela é uma roteirista de sitcoms que está passando por um momento complicado no casamento. Nem ela consegue explicar direito o que aconteceu. É como se ela e Neal, seu marido, tivessem chego num ponto ruim e desconfortável do relacionamento, mas nenhum dos dois parece ter força para sair de lá.
E para completar ela acaba tendo que ficar em casa para terminar de escrever um roteiro importante, enquanto ele e as crianças vão passar o natal na casa dos avós praticamente do outro lado dos Estados Unidos. E enquanto ela fica passando um tempo na casa da mãe, ela resolve usar seu telefone fixo de seu antigo quarto e aparentemente ela consegue ligar para o marido no passado, quando eles ainda eram namorados. Aí fica a dúvida: que decisão ela deverá tomar, já que sabe por tudo o que eles vão passar e onde eles estão no momento? Ela faria as mesmas escolhas? O que será que vale a pena?
Tenho que confessar que quando li essa sinopse pela primeira vez não botei muita fé. Mas como não tem coisa melhor do que se surpreender com seu autor preferido, esse foi o caso. O que aconteceu foi uma história única que lida com problemas mais adultos em comparação com os seus outros livros. Ela lida bastante com a questão do quanto cada um tem que doar em um relacionamento para ele dar certo e se há uma dose certa para isso. Sobre como às vezes ficamos presos em certas situações e não temos a menor ideia de como isso foi acontecer, o que erramos e o que podemos fazer para sair de lá.
Acima de tudo é um livro sobre amor. E que muitas vezes temos que lembrar do amor para também lembrarmos o porquê da vida valer tão a pena.
Por enquanto, Landline ainda não foi lançado em português, nem tem previsão. Os livros da autora publicados no Brasil são Eleanor & Park e Fangirl. Recomendo todos.
Acredito que o sucesso de sua escrita é que os seus personagens são pessoas comuns. Eles não são adolescentes incríveis com algum poder oculto ou alguém com habilidades impressionantes. A sua protagonista pode ser aquela menina quieta que sentava do seu lado na escola. Ou aquele garoto magrelo que você viu num ônibus numa tarde qualquer.
Isso só serve para aumentar a experiência mágica que é ler um livro dela. Como uma amiga minha disse, não existe "vou ler só um pouquinho para ver como é". Quando você percebe já está na metade do livro e tão envolvido que fica até difícil voltar à vida normal.
O seu último livro lançado é chamado Landline, que numa tradução livre significa "linha fixa", aquela que temos em casa e que quase nunca usamos graças aos celulares. Nele acompanhamos Georgie. Ela é uma roteirista de sitcoms que está passando por um momento complicado no casamento. Nem ela consegue explicar direito o que aconteceu. É como se ela e Neal, seu marido, tivessem chego num ponto ruim e desconfortável do relacionamento, mas nenhum dos dois parece ter força para sair de lá.
E para completar ela acaba tendo que ficar em casa para terminar de escrever um roteiro importante, enquanto ele e as crianças vão passar o natal na casa dos avós praticamente do outro lado dos Estados Unidos. E enquanto ela fica passando um tempo na casa da mãe, ela resolve usar seu telefone fixo de seu antigo quarto e aparentemente ela consegue ligar para o marido no passado, quando eles ainda eram namorados. Aí fica a dúvida: que decisão ela deverá tomar, já que sabe por tudo o que eles vão passar e onde eles estão no momento? Ela faria as mesmas escolhas? O que será que vale a pena?
Tenho que confessar que quando li essa sinopse pela primeira vez não botei muita fé. Mas como não tem coisa melhor do que se surpreender com seu autor preferido, esse foi o caso. O que aconteceu foi uma história única que lida com problemas mais adultos em comparação com os seus outros livros. Ela lida bastante com a questão do quanto cada um tem que doar em um relacionamento para ele dar certo e se há uma dose certa para isso. Sobre como às vezes ficamos presos em certas situações e não temos a menor ideia de como isso foi acontecer, o que erramos e o que podemos fazer para sair de lá.
Acima de tudo é um livro sobre amor. E que muitas vezes temos que lembrar do amor para também lembrarmos o porquê da vida valer tão a pena.
Por enquanto, Landline ainda não foi lançado em português, nem tem previsão. Os livros da autora publicados no Brasil são Eleanor & Park e Fangirl. Recomendo todos.
Marcadores:autores,autores preferidos,livros,Rainbow Rowell
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