
Um dia ela se viu entrando na igreja e, de repente, se viu no fundo do poço e ficou arrasada. O grande "Q" da questão é que Lottie sempre foi uma mulher durona e que nunca se permitiu ficar numa pior. Tomava atitudes impensadas e que, quase sempre, acabava com uma listinha de arrependimentos. Sua irmã mais velha, Fliss, era a responsável por juntar os cacos e chamava essas decisões de "escolhas infelizes".
A relação das duas sempre foi muito afetiva. Fliss cresceu acostumada a tomar conta de Lottie e assumiu, sem perceber, o papel de mãe da irmã. Porém, Fliss estava passando por maus bocados. Estava no meio do divórcio com Daniel, pai do seu filho Noah, o que a tornou uma mulher amarga e negativa de tanto que o atual ex infernizava a sua vida. E o pior, negligenciava o filho que tinha paixão pelo pai.
Assim que soube da separação de Lottie, Fliss ficou arrasada, mas sabia que não poderia demonstrar tanta piedade. Teria que esperar a irmã se recuperar ou explodir de vez e pedir aos céus para que a próxima Escolha Infeliz não tivesse tantos feridos. Porém, já devia imaginar que a caçula não iria deixar por menos e, com certeza, não decepcionou nesse quesito.
Lottie, como que por ironia do destino, reecontra Ben. Seu ex-namorado de 15 anos atrás e com quem fez um acordo: se os dois estivessem solteiros até os 30 iriam se casar. O que ela não iria imaginar é que o ex ainda era apaixonado por ela e, acima de tudo, lembrou do trato. Em um surto de romantismo, Ben a pede em casamento e Lottie aceita.
Quando soube do futuro casório, Fliss quase infartou e decide bolar um plano com Lorcan, padrinho de casamento de Ben. Então, decide que não deixaria sua irmãzinha passar por um divórcio trágico como ela havia passado. Os dois agiram e bateram o martelo: iriam boicotar a Lua de Mel e impedir que consumassem a união.
Mais um livro da diva Sophie Kisella, a rainha do chick-lit que nunca decepciona. Em Lua de Mel, Sophie traz uma novidade em sua narrativa. O livro tem duas protagonistas e os capítulos são narrados de forma intercalada e em primeira pessoa. Dessa forma, o leitor consegue acompanhar o ponto de vista de ambas. Além disso, durante a narrativa, a autora traz histórias paralelas de outros personagens, o que acaba enriquecendo a trama. Ponto positivo para Sophie.
Os personagens contém a fórmula mágica da autora: engraçados e irreverentes. É um livro que traz uma história de amor com humor e, que de quebra, inclui temas do cotidiano. O que faz com que o leitor se sinta mais próximo dos personagens. A história é leve, bem contato e flui muito bem. É o típico "livro de mulherzinha" que dá pra ler em uma tarde para descontrair. Vale a pena!
Marcadores:A Lua de Mel,Chick lit,livros,Sophie Kinsella
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