Imagine um futuro no qual não é preciso sair de casa para "viver", basta sentar na cadeira de controle e dar vida ao seu substituto, um andróide que nada mais é do que uma versão melhorada de você mesmo, e ele que fica encarregado de ir para rua. Acho que o lema dessa sociedade do futuro é "sair de casa já é se aventurar".

Em 2054, a maioria da população já percebeu os risco do cotidiano e por isso deixa uma versão sintética se arriscar. Para isso é preciso um andróide substituto da Virtual Self, que pode ser parecido ou não com o dono, podendo ser do sexo oposto ou ter qualquer outro tipo de melhoria. A vantagem disso é que apesar da consciência ligada com o robo, nada acontece com o controlador quando o ser sintético morre.

Estaria tudo muito bem se todos aceitassem esse estilo de vida, mas como sempre existiu e sempre existirá gente do contra, nesse futuro nem tudo mudou e alguns humanos são contra os andróides. É por esse motivo que é criada uma arma que mata substituto e controlador e é dessa forma que os "rebeldes" pretendem acabar com toda essa perfeição. Dois policiais são designados para cuidar do caso: Tom Greer (Bruce Willis) e Peters (Radha Mitchell).

O filme tem um ritmo legal e envolvente, com reviravoltas que prendem o público. A mensagem também é muito boa, fala sobre a falta de comunicação entre os humanos por causa da interferência das máquinas e da necessidade humana de ter aparência perfeita para ser aceito pela sociedade. É um prato cheio para os apreciadores da boa e velha ficção científica.

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