Ninguém esperava que o irmão caçula Albert  virasse o sucessor do rei George V. Porém o seu irmão realmente não se importava com o destino do país, só com as mulheres de sua vida, por isso coube ao tímido irmão caçula assumir o trono de uma Inglaterra prestes a se envolver na Segunda Guerra Mundial.

Albert sofria dificuldade para falar em público. Qualidade essencial em qualquer posição de poder. Porém, na situação em que se encontrava a Inglaterra, ele conseguir dar força a todo um país, era mais do que necessário. Aí que entra Lionel Logue, um ator frustrado que ajuda pessoas com problemas na fala. Com seus métodos pouco convencionais e língua afiada, aos poucos, ele consegue, não só ajudar o rei a encontrar sua própria voz, mas começa uma amizade duradoura entre os dois.

Tanto Colin Firth, quanto Geoffrey Rush estão fantásticos em seus papéis. Fica até difícil não acreditar que Firth realmente sofra de dificuldades na fala. Até Helena Bonhan Carter está bem em seu papel, que foge dos tipos extravagantes que está acostumada, mas sem perder o brilho.

Tudo em o Discurso do Rei é impecável. Da fotografia à atuação. Um filme que conta com perfeição uma história de amizade e superação.

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