Título Nacional: Louras ZumbisAutor: Brian James
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 236
Editora: Galera Record
Título Original: Zombie Blondes
O grande trunfo de Louras Zumbis é ser um livro rápido - um pouco mais de duzentas páginas que passam voando pelos seus olhos, graças a habilidade do autor em nos deixar com a maior curiosidade sobre o que vai acontecer.
O livro conta a história de Hannah, uma jovem que vive mudando de cidade junto com seu pai, um ex-policial. Ela está cansada dessa vida, e quando eles chegam a essa nova cidade, Maplecast, ela decide que será diferente: dessa vez ela fará tudo certo e será uma das garotas populares - e admiradas- na escola.
Eu entendo o quanto a popularidade é importante para as adolescentes, mas me senti velha lendo esse livro, já que passei dessa fase e isso já não tem tanta importância assim para mim. Além disso, Hannah é tão focada em seu objetivo que acaba agindo como diz aquele ditado: "o pior cego é aquele que não quer ver". Às vezes você pode se ver, durante a leitura, odiando tamanha burrice da protagonista.
Esquecendo essas partes, recomendo a leitura para descontrair durante algo sério, ou para relaxar durante um feriadão (que foi o que eu fiz hihihi). A capa é muito bonita, mas depois que você termina a leitura, pode passar a não ter a mesma opinião sobre ela!
Marcadores:livros | 2
comentários
Sabe aquele filme que você não entende qual é a mensagem dele mas continua assistindo mesmo assim? Assistir Maluca Paixão requer paciência do telespectador.
Mary Horowitz (Sandra Bullock) é uma mulher excêntrica, que leva a vida muito ao pé da letra. Criadora das palavras-cruzadas semanais de um jornal de cidade de Sacramento, parece mais uma enciclopédia ambulante que usa botas vermelhas de verniz. Ela é solteira, usa roupas estranhas, vive com os pais e o melhor amigo é um hamster de estimação. A mulher fala sem parar.
O chefe recomenda que ela seja mais normal. Os pais marcam um encontro com o filho de um casal de amigo. O resultado? Steve (Bradley Cooper) transforma Marry numa pessoa ainda mais louca. Ela literalmente o ataca e arranca a roupa dele. Pouco tempo depois resolve que o destino dela é estar com ele. Dessa forma, Mary embarca em uma jornada stalker pelo país atrás do verdadeiro amor.
Enquanto você assiste o filme, fica pensando sem parar, "sério? Existe mesmo alguém tão sem noção assim?". Não acontece a empatia típica de comédias com a personagem principal. Até que no finalzinho do filme você percebe. A mensagem se torna clara e cristalina como água. Ela não é tão sem noção quanto parece, pelo contrário, Mary está cansada de ouvir as pessoas dizendo o quanto ela precisa mudar, como ela é exagerada, não é normal. O mais incrível é que ela não liga! Mesmo quando as pessoas falam com todas as palavras aquilo que é capaz de partir o coração de qualquer pessoa.
Então a empatia acontece.
Maluca Paixão não é fácil de assistir, dá vontade de mudar de canal. Mas vale a pena esperar até o fim por ser algo tão diferente, tão fora do padrão de comédia romântica.
Marcadores:filmes,Maluca Paixão | 1 comentários
Título Nacional: Eu, o desaparecido e a morta
Autor: Jenny Valentine
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 182
Editora: iD
Título Original: Finding Violet Park
O que poderiam ter em comum um garoto de 16 anos, um pai desaparecido e as cinzas de uma velha senhora? Muito mais do que você imagina.
Tudo começa quando Lucas encontra a urna da senhora Violet Park abandonada numa companhia de táxi. Aparentemente, ela foi esquecida num táxi há alguns anos atrás e ninguém nunca foi a sua procura.
O garoto não consegue parar de pensar que aquele não era lugar para uma senhora passar a eternidade e resolve tirá-la de lá e encontrar o lugar ideal para seu descanso eterno.
O que Lucas não sabia é que Violet seria a peça chave para descobrir o que aconteceu com o pai. Ele desapareceu sem nenhum aviso quando Lucas tinha 11 anos e até hoje ninguém sabe o que lhe aconteceu.
Porém, Violet acaba virando coadjuvante em vários momentos. O ponto principal é o estado em que a família de Lucas ficou depois do desaparecimento de Peter (o pai). São apresentados vários pensamentos muito interessantese frases poéticas de Lucas.
A autora consegue estabelecer muito bem o lado psicológico dos personagens. Apesar de ser um livro curtinho, a narrativa é muito bem construida.
O jeito dessa narrativa me lembra muito a de Markus Zusak em seu livro Eu sou o mensageiro (ele também é o autor de A menina que roubava livros), que, na minha humilde opinião, é uma leitura obrigatória. Assim como Eu, o desaparecido e a morta.
Autor: Jenny Valentine
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 182
Editora: iD
Título Original: Finding Violet Park
O que poderiam ter em comum um garoto de 16 anos, um pai desaparecido e as cinzas de uma velha senhora? Muito mais do que você imagina.
Tudo começa quando Lucas encontra a urna da senhora Violet Park abandonada numa companhia de táxi. Aparentemente, ela foi esquecida num táxi há alguns anos atrás e ninguém nunca foi a sua procura.
O garoto não consegue parar de pensar que aquele não era lugar para uma senhora passar a eternidade e resolve tirá-la de lá e encontrar o lugar ideal para seu descanso eterno.
O que Lucas não sabia é que Violet seria a peça chave para descobrir o que aconteceu com o pai. Ele desapareceu sem nenhum aviso quando Lucas tinha 11 anos e até hoje ninguém sabe o que lhe aconteceu.
Porém, Violet acaba virando coadjuvante em vários momentos. O ponto principal é o estado em que a família de Lucas ficou depois do desaparecimento de Peter (o pai). São apresentados vários pensamentos muito interessantes
A autora consegue estabelecer muito bem o lado psicológico dos personagens. Apesar de ser um livro curtinho, a narrativa é muito bem construida.
O jeito dessa narrativa me lembra muito a de Markus Zusak em seu livro Eu sou o mensageiro (ele também é o autor de A menina que roubava livros), que, na minha humilde opinião, é uma leitura obrigatória. Assim como Eu, o desaparecido e a morta.
Marcadores:eu,livros,o desaparecido e a morta | 0
comentários
Autor: William P. Young
Ano de lançamento: 2008Número de páginas: 238
Editora: SextanteTítulo Original: The Shack
Você deve se lembrar do desenho animado Caverna do Dragão. Nele, o Mestre dos Magos guiava os jovens perdidos através de metáforas ou parábolas. Era necessário um esforço da massa craniana para compreender a mensagem por trás do que o velho baixinho dizia. É mais ou menos isso que acontece com esse livro.
A Cabana conta a história de Mack, um pai de família que está tentando conviver da melhor forma possível com a morte de Missy, a filha caçula. Só que ele não está conseguindo, o que ele chama de A Grande Tristeza está o dominando e prejudicando sua relação com o restante da família. Até que ele recebe um bilhete pedindo que ele vá até a cabana, lugar onde Missy foi assassinada. E o bilhete está assinado nada mais, nada menos, por Deus.
Não vou contar o que acontece, porque estragaria as surpresas do livro. E acredite, ele é cheio delas, e das boas. Enquanto lia, pensava se alguém que não tem esse conceito - de que Deus existe - poderia ler esse livro e entender a mensagem que ele quer passar. Acho que dependeria muito de quão radical essa crença - ou melhor, falta de crença - da pessoa é. Enfim, é um bom livro, que fala principalmente de aprendizados que podemos tirar de situações tristes em nossas vidas.
Marcadores:livros | 2
comentários
Minha estréia nessa seção! Vou dividir com vocês as minhas últimas comprinhas.
-> Feios - Scott Westerfeld
Um amigo me emprestou esse livro e eu até já fiz a resenha. Só que eu gostei tanto que precisava ter o meu exemplar.
-> Perfeitos - Scott Westerfeld
Já acabei de ler e amei! Logo mais tem resenha!
-> Queria que você estivesse aqui - Francesc Miralles
Fiquei super intrigada com a trama de amor e música. Achei diferentão.
-> Pequena Abelha - Chris Cleave
Ganhei da Giselle o primeiro capitulo e logo me apaixonei pela história tão triste desse livro.
-> O mundo pós-aniversário - Lionel Shriver
Comprei no impulso. Espero não me arrepender.
-> The complete ilustrated novels Sherlock Holmes - Sir Arthur Conan Doyle
Sempre quis conhecer as histórias dele!

Marcadores:livros,Na prateleira | 1 comentários
Como treinar o seu dragão conta a história de Soluço. Um garoto viking franzino e atrapalhado que vive numa ilha que é atormentada por dragões. O seu pai é o grande líder do lugar e não consegue entender como o seu filho acabou sendo tão diferente dele.
Na sua ânsia por agradar seu pai e provar que ele é capaz de ser um verdadeiro viking, ele consegue capturar um dragão chamado Fúria da Noite, o mais temido de todos. O que acontece é que ele não consegue matar o bichinho e eles acabam virando amigos. E por causa dessa amizade, Soluço percebe que tudo o que os vikings sabiam sobre dragões estava errado e cabe a ele e ao Banguela (o dragão de estimação) provar a todos a verdade.
O que mais gostei do filme foi o sotaque engraçado dos vikings e do Banguela, eles conseguiram fazer um dragão ficar fofinho! O filme também passa uma mensagem de amizade e coragem bem legal, mas tenho que dizer que achei bem previsível. Talvez uma coisa ou outra tenha me surpreendido. Sinto falta daquele charme e beleza que os filmes da Pixar sempre têm.
Na sua ânsia por agradar seu pai e provar que ele é capaz de ser um verdadeiro viking, ele consegue capturar um dragão chamado Fúria da Noite, o mais temido de todos. O que acontece é que ele não consegue matar o bichinho e eles acabam virando amigos. E por causa dessa amizade, Soluço percebe que tudo o que os vikings sabiam sobre dragões estava errado e cabe a ele e ao Banguela (o dragão de estimação) provar a todos a verdade.
O que mais gostei do filme foi o sotaque engraçado dos vikings e do Banguela, eles conseguiram fazer um dragão ficar fofinho! O filme também passa uma mensagem de amizade e coragem bem legal, mas tenho que dizer que achei bem previsível. Talvez uma coisa ou outra tenha me surpreendido. Sinto falta daquele charme e beleza que os filmes da Pixar sempre têm.
Marcadores:animação,filmes | 0
comentários
"A Grande Volta" é uma peça de Serge Kribus que foi traduzida e adaptada pelo Paulo Autran. Dirigida por Marco Ricca, tem no elenco Fúlvio Stefanini e Rodrigo Lombardi. Só nomes bons!A peça conta a história de Boris e Henrique, pai e filho que tem um relacionamento distante e cheio de diálogos que não aconteceram. Quando Boris aparece de mala e cuia na casa de Henrique, querendo se hospedar pois conseguiu o papel de Rei Lear no teatro, as coisas podem melhorar (ou piorar) entre eles. Henrique, por sua vez, está desempregado e foi abandonado pela mulher: a situação é crítica.
Antes de assistir a peça, eu pensava que seria um drama daqueles, com direito a distribuição de lencinhos para a plateia e tudo o mais. Mas estava enganada: claro que o drama tem seu foco, mas também há doses de humor. O texto dos diálogos e as situações entre o pai e o filho geram uma identificação total do público, que se aproxima e acaba sendo fisgado pelas ótimas atuações. A peça tem cerca de uma hora e meia de duração, que passa tão rápido que fiquei esperando por mais. O cenário é simples, mas muito bem utilizado. E eu já falei dos diálogos? São demais!
E confesso, estava me contendo até agora para tentar não falar isso, já que é um comentário inútil e bobo, mas eu preciso falar: o Rodrigo Lombardi é tudo nessa vida! Na televisão, no cinema, no palco,
Você pode assistir uma entrevista legal dos atores sobre a peça nesse link aqui. Tem outro vídeo rapidíssimo deles agradecendo ao público - e fazendo gracinha - no final de uma apresentação aqui. E como bônus, um vídeo do Rodrigo no Jô, que não tem nada a ver com a peça mas tá valendo, porque rever o Raj e a malemolência do Rodrigo nunca é demais.
Marcadores:teatro | 0
comentários
Tudo muda quando a irmã mais nova resolve casar em Roma, depois de um curto período de relacionamento. No casamento, Beth resolve roubar cinco moedas da Fontana di Trevi, enquanto está bêbada e revoltada com esse mito que é amar alguém. Reza a lenda que roubar essas moedas garantem o amor de quem as jogou na fonte.
O filme é meio pastelão, tem umas piadas muito sem noção e apela para comédia física. Mas ainda assim não chega ao trash. É super divertido e previsível, do jeito que manda o figurino. Eu gostei e recomendo para os fãs da boa e velha comédia romântica.
Marcadores:filmes,Quando em Roma | 1 comentários
Assinar:
Postagens
(Atom)
Sigam-nos os bons!
Tecnologia do Blogger.
Ache no blog
Favoritos
Marcadores
500 Dias com Ela
Academia de Vampiros
Beatles
Bienal
Cenas Musicais
Chick lit
Dica Musical
Epic win
Fail
Fallen
Gringos
Infanto-Juvenil
Jane Austen
Jodi Picoult
Jogos Vorazes
John Lennon
Kamila Delenski
Marian Keyes
Meg Cabot
Milllennium
Mitologia Grega
Música
Na prateleira
Nina Malkin
Os intrumentos mortais
Oscar
Percy Jackson
Queen
Rick Riordan
Sara Shepard
Sarah Dessen
Scott Westerfeld
Seriado
Sociedade Secreta
Swoon
The Hunger Games
Wake
animação
biografias
concursos
crônicas
desafio de férias
desafio literário
disney
diversão com culpa
e-series
entrevista
feminismo
filmes
livros
lua azul
os imortais
parcerias
playlist
prêmios
romance sobrenatural
studio shelf
suspense
séries
teatro
the lying game
vampiros
À primeira vista
É a mãe




