"O livro é melhor que o filme". Esta é uma frase clássica de todos os aficionados por livros quando veem a adaptação de sua obra preferida para o cinema. Alguns filmes fazem jus ao seu original, outros são uma vergonha alheia, mas a verdade é que são dois tipos de linguagem diferentes e cada um tem as vantagens e desvantagens. Mas é claro que sempre tem aquele filme que ganha um espaço especial no nosso coração junto com o livro que o originou.
#1 - Um Dia
Este título, especificamente, não foge a regra. Li o livro antes de ver o filme. Devo admitir que, ao longo da minha leitura, fiquei com uma vontade imensa de matar o protagonista Dex. Depois de muito reclamar, a Nathaly me avisou que ele iria melhorar. Sim, o moço melhorou e, depois, até consegui "compreender" algumas de suas atitudes duvidosas. Além da história ser muito boa, Um dia acabou se tornando um dos meus livros favoritos, também, graças ao filme. Foi um mix da obra literária e do longa que fez com que eu me apaixonasse pela história desse drama romântico. Temos uma dupla de protagonistas fofos dando um show de atuação. Anne Hathaway e Jim Sturgess deram vida aos personagens de maneira muito convincente. Enfim, o filme é muito bom. Vale a pena sentar com um balde de pipocas no sofá e entrar de cabeça na história emocionante de Emma e Dex. Ah, e separe uma caixinha de lenços! Por Robertha
#2 - Orgulho e Preconceito
É uma verdade universalmente conhecida que Orgulho e Preconceito é uma história maravilhosa. Portanto, não é surpresa que já tenha sido adaptada para as mais diversas formas, como filmes, seriados e web séries (The Lizzie Bennet Diaries, que saudade!). Decidi falar aqui da adaptação que eu mais vi, que é o filme de 2005. Enquanto tem gente que não vai com a cara da Keira Knightley (né, Giselle?) eu acho que ela fez um excelente trabalho nesse filme, junto com o fofura do Matthew Macfadyen. É difícil dizer alguma coisa que não seja só elogio, porque eu adoro tudo nesse filme. Assistam já! Por Nathaly
#3 - O diabo veste Prada
Esse foi um dos poucos filmes que só fui ler o livro depois, mas tenho que dizer que o longa é bem mais divertido! Enquanto Anne Hathaway faz uma Andrea batalhadora que quer muito viver seu sonho no jornalismo custe o que custar, a do livro é bem mesquinha e passa todos os capítulos mais preocupada em reclamar dessa vida. Até o final em que ambas aprendem sua lição, no livro simplesmente não acontece, o que faz a obra parecer mais um desabafo da autora do que qualquer outra coisa. O diabo veste Prada consegue ser um filme leve, divertido e envolvente, já o livro tem um tom mais realista e não vende um conto de fadas. Mas ainda assim prefiro a leveza do filme, seus lindos figurinos e claro, adiva Meryl Streep. Por Giselle
#1 - Um Dia
Este título, especificamente, não foge a regra. Li o livro antes de ver o filme. Devo admitir que, ao longo da minha leitura, fiquei com uma vontade imensa de matar o protagonista Dex. Depois de muito reclamar, a Nathaly me avisou que ele iria melhorar. Sim, o moço melhorou e, depois, até consegui "compreender" algumas de suas atitudes duvidosas. Além da história ser muito boa, Um dia acabou se tornando um dos meus livros favoritos, também, graças ao filme. Foi um mix da obra literária e do longa que fez com que eu me apaixonasse pela história desse drama romântico. Temos uma dupla de protagonistas fofos dando um show de atuação. Anne Hathaway e Jim Sturgess deram vida aos personagens de maneira muito convincente. Enfim, o filme é muito bom. Vale a pena sentar com um balde de pipocas no sofá e entrar de cabeça na história emocionante de Emma e Dex. Ah, e separe uma caixinha de lenços! Por Robertha
#2 - Orgulho e Preconceito
É uma verdade universalmente conhecida que Orgulho e Preconceito é uma história maravilhosa. Portanto, não é surpresa que já tenha sido adaptada para as mais diversas formas, como filmes, seriados e web séries (The Lizzie Bennet Diaries, que saudade!). Decidi falar aqui da adaptação que eu mais vi, que é o filme de 2005. Enquanto tem gente que não vai com a cara da Keira Knightley (né, Giselle?) eu acho que ela fez um excelente trabalho nesse filme, junto com o fofura do Matthew Macfadyen. É difícil dizer alguma coisa que não seja só elogio, porque eu adoro tudo nesse filme. Assistam já! Por Nathaly
#3 - O diabo veste Prada
Esse foi um dos poucos filmes que só fui ler o livro depois, mas tenho que dizer que o longa é bem mais divertido! Enquanto Anne Hathaway faz uma Andrea batalhadora que quer muito viver seu sonho no jornalismo custe o que custar, a do livro é bem mesquinha e passa todos os capítulos mais preocupada em reclamar dessa vida. Até o final em que ambas aprendem sua lição, no livro simplesmente não acontece, o que faz a obra parecer mais um desabafo da autora do que qualquer outra coisa. O diabo veste Prada consegue ser um filme leve, divertido e envolvente, já o livro tem um tom mais realista e não vende um conto de fadas. Mas ainda assim prefiro a leveza do filme, seus lindos figurinos e claro, a
Tive que devolver esse livro na biblioteca ontem e me deu um aperto no coração: não queria me despedir dele. Sabe quando você gosta tanto de uma história que quer ficar com ela para sempre? Foi isso que aconteceu comigo e O Sol é Para Todos.
O livro é narrado por Scout, uma garota de seis anos (que até o fim do livro já tem nove). A história pode ser dividida basicamente em duas partes: a primeira narra alguns verões de Scout, seu irmão Jem e o novo amigo deles Dill tentando "desafiar" um ao outro para chegar perto da casa de Boo Radley, que não sai de casa e é o maior mistério da cidade de Maycomb.
A segunda parte trata do julgamento de Tom Robinson, um negro acusado de estuprar uma branca em Maycomb, uma cidade pequena do sul dos Estados Unidos na década de 30 - toda a situação convergia para a condenação de Tom, mesmo que tudo indicasse que ele era inocente. O pai de Scout e Jem, Atticus, é advogado e defende Tom no tribunal, o que gera muita polêmica na cidade, uma das melhores cenas de tribunal e um dos momentos mais tristes de todos os livros que eu já li.
Depois do julgamento acontecem mais coisas, mas não contarei porque seria spoiler e acredito que você deveria ir imediatamente dar um jeito de ler esse livro, porque é muito bom. Te faz refletir, sorrir e até chorar (não sei se fui só eu que chorei, manteiga derretida que sou), escrito de forma magistral pela Harper Lee. Queria que ela tivesse escrito mais livros!
"Você nunca entende realmente uma pessoa até você considerar as coisas pelo ponto de vista dela".
Também assisti o filme baseado no livro, de 1962. O Atticus é interpretado pelo Gregory Peck (sou fã, fiquei mais fã ainda depois de assistir), que faz um ótimo trabalho e é exatamente o Atticus que eu tinha imaginado. A garota que faz a Scout, Mary Badham, é uma graça e fiquei com vontade de apertar ela por metade do filme! O Boo Radley é interpretado pelo Robert Duvall, e foi o primeiro filme que ele fez (momento curiosidades do cinema).
A única coisa que eu não gostei no filme foi que o preconceito e a língua afiada dos moradores da cidade foram amenizados completamente, colocados apenas na figura de um personagem, o que suaviza a história. Mas no geral, é um ótimo filme - muito provavelmente porque é baseado em uma ótima história.
Se esse post não foi suficiente para convencer vocês a ler, tem também o vídeo resenha muito bom da Tati Feltrin, que você pode assistir aqui.
O livro é narrado por Scout, uma garota de seis anos (que até o fim do livro já tem nove). A história pode ser dividida basicamente em duas partes: a primeira narra alguns verões de Scout, seu irmão Jem e o novo amigo deles Dill tentando "desafiar" um ao outro para chegar perto da casa de Boo Radley, que não sai de casa e é o maior mistério da cidade de Maycomb.
A segunda parte trata do julgamento de Tom Robinson, um negro acusado de estuprar uma branca em Maycomb, uma cidade pequena do sul dos Estados Unidos na década de 30 - toda a situação convergia para a condenação de Tom, mesmo que tudo indicasse que ele era inocente. O pai de Scout e Jem, Atticus, é advogado e defende Tom no tribunal, o que gera muita polêmica na cidade, uma das melhores cenas de tribunal e um dos momentos mais tristes de todos os livros que eu já li.
Depois do julgamento acontecem mais coisas, mas não contarei porque seria spoiler e acredito que você deveria ir imediatamente dar um jeito de ler esse livro, porque é muito bom. Te faz refletir, sorrir e até chorar (não sei se fui só eu que chorei, manteiga derretida que sou), escrito de forma magistral pela Harper Lee. Queria que ela tivesse escrito mais livros!
"Você nunca entende realmente uma pessoa até você considerar as coisas pelo ponto de vista dela".
Também assisti o filme baseado no livro, de 1962. O Atticus é interpretado pelo Gregory Peck (sou fã, fiquei mais fã ainda depois de assistir), que faz um ótimo trabalho e é exatamente o Atticus que eu tinha imaginado. A garota que faz a Scout, Mary Badham, é uma graça e fiquei com vontade de apertar ela por metade do filme! O Boo Radley é interpretado pelo Robert Duvall, e foi o primeiro filme que ele fez (momento curiosidades do cinema).
A única coisa que eu não gostei no filme foi que o preconceito e a língua afiada dos moradores da cidade foram amenizados completamente, colocados apenas na figura de um personagem, o que suaviza a história. Mas no geral, é um ótimo filme - muito provavelmente porque é baseado em uma ótima história.
Se esse post não foi suficiente para convencer vocês a ler, tem também o vídeo resenha muito bom da Tati Feltrin, que você pode assistir aqui.
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Alice e William Buckle estão casados há quase 20 anos e, desta relação, têm dois filhos. Casaram-se apaixonados e viveram em lua de mel por um tempo e depois de muitas idas e vindas da vida, Alice está se sentindo completamente entediada e infeliz e não sabe mais o que fazer para dar um up em seu casamento.
Após uma festa da empresa do cônjuge, Alice pesquisa no google "casamento feliz" e recebe em seu e-mail um convite para participar de um estudo on-line sobre casamentos e aceita sem pestanejar. As perguntas são enviadas por um pesquisador anônimo (Pesquisador 101) e Alice (Esposa 22) deve responder com a mais pura sinceridade. Conversa vai conversa vem, os dois acabam se envolvendo de uma maneira um tanto profunda e, com isso, Alice tem a oportunidade de reavaliar seu casamento e ver se ainda vale a pena lutar por seu marido.
As respostas dadas por Alice são bem detalhadas, já que por ser uma escritora de peças de teatro, coloca "vida" em suas palavras. Com isso, o leitor acompanha por meio destas respostas toda a história de seu casamento com William: desde o primeiro encontro, primeiro beijo, casamento, nascimento dos filhos, até a situação esquisita em que se encontram atualmente.
Esposa 22 é um típico chick lit americano. É narrado em primeira pessoa e a história gira em torno da vida um tanto conturbada de uma mulher de meia idade que está vivendo um casamento em crise. O modo como o livro é escrito remete aos dias de hoje, já que tem uma linguagem bem leve e descontraída. Além de ser contado utilizando diversas mídias sociais como twitter, facebook, e-mail etc.
Apesar do estilo leve, não é um dos melhores livros que já li deste gênero, mas calma aí! Não é que seja ruim, só está faltando um sacode dos bons durante o desenrolar da história, mas ele me surpreendeu muito no final. Durante a narrativa, William passa um bom tempo distante e chega a ser quase um personagem secundário. Os diálogos entre Alice e Nedra, sua melhor amiga, chegam a dar uma 'iluminada' na história, mas não vá esperando conversas muito divertidas. Vamos dar um desconto, né? Não é um chick lit sobre encontrar o primeiro amor, vivenciar um pedido de casamento e fazer os preparativos da cerimônia. É um livro que faz com que comecemos a refletir sobre a vida e tudo mais, já que conta sobre os problemas que muitos casais enfrentam durante o casamento. Vale a pena para passar o tempo e ler algo bem descontraído.
Após uma festa da empresa do cônjuge, Alice pesquisa no google "casamento feliz" e recebe em seu e-mail um convite para participar de um estudo on-line sobre casamentos e aceita sem pestanejar. As perguntas são enviadas por um pesquisador anônimo (Pesquisador 101) e Alice (Esposa 22) deve responder com a mais pura sinceridade. Conversa vai conversa vem, os dois acabam se envolvendo de uma maneira um tanto profunda e, com isso, Alice tem a oportunidade de reavaliar seu casamento e ver se ainda vale a pena lutar por seu marido.
As respostas dadas por Alice são bem detalhadas, já que por ser uma escritora de peças de teatro, coloca "vida" em suas palavras. Com isso, o leitor acompanha por meio destas respostas toda a história de seu casamento com William: desde o primeiro encontro, primeiro beijo, casamento, nascimento dos filhos, até a situação esquisita em que se encontram atualmente.
Esposa 22 é um típico chick lit americano. É narrado em primeira pessoa e a história gira em torno da vida um tanto conturbada de uma mulher de meia idade que está vivendo um casamento em crise. O modo como o livro é escrito remete aos dias de hoje, já que tem uma linguagem bem leve e descontraída. Além de ser contado utilizando diversas mídias sociais como twitter, facebook, e-mail etc.
Apesar do estilo leve, não é um dos melhores livros que já li deste gênero, mas calma aí! Não é que seja ruim, só está faltando um sacode dos bons durante o desenrolar da história, mas ele me surpreendeu muito no final. Durante a narrativa, William passa um bom tempo distante e chega a ser quase um personagem secundário. Os diálogos entre Alice e Nedra, sua melhor amiga, chegam a dar uma 'iluminada' na história, mas não vá esperando conversas muito divertidas. Vamos dar um desconto, né? Não é um chick lit sobre encontrar o primeiro amor, vivenciar um pedido de casamento e fazer os preparativos da cerimônia. É um livro que faz com que comecemos a refletir sobre a vida e tudo mais, já que conta sobre os problemas que muitos casais enfrentam durante o casamento. Vale a pena para passar o tempo e ler algo bem descontraído.
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Mara acorda em um hospital para descobrir que foi a única que sobreviveu de um acidente. Suas duas amigas e o namorado morreram quando o hospício desativado desmoronou. Ela, contra todas as chances apenas ficou com alguns machucados leves, sem memória da noite do acidente e algumas visões desagradáveis de seus amigos mortos. E isso nem é a parte mais estranha da vida de Mara.
Ela prefere mudar de cidade para começar uma vida nova. Pena que o passado a segue. Lá ela conhece o bad boy Ethan. O garoto (britânico!) mulherengo e irresistível que parece que não consegue ficar longe de Mara por algum motivo desconhecido.
Além de ter que lidar com a atenção de Ethan, ela tem que se adaptar a uma nova casa, nova escola e as estranhas visões que a perseguem. Na verdade ela é diagnosticada com estresse pós- traumático e começa a confundir realidade com imaginação bem facilmente. Até para nós, leitores, fica praticamente impossível saber quais passagens são verdadeiras e quais são invenções da cabeça de Mara, o que é toda a graça da leitura!
Todo livro tem um tom de suspense e cada capítulo termina de uma maneira abrupta para te obrigar a ler o próximo para saber o que vai acontecer a seguir. Tornando a leitura bem fluida e rápida. Fica impossível largar o livro antes do fim.
Pena que o final é daqueles bem inexistentes, que você fica se mordendo para ler o próximo. E além disso, é uma grande reviravolta, difícil de acreditar e que vai mudar bastante o rumo da história, creio. Adorei o suspense de "Unbecoming of Mara Dyer" e com certeza lerei a continuação. Recomendo!
Ela prefere mudar de cidade para começar uma vida nova. Pena que o passado a segue. Lá ela conhece o bad boy Ethan. O garoto (britânico!) mulherengo e irresistível que parece que não consegue ficar longe de Mara por algum motivo desconhecido.
Além de ter que lidar com a atenção de Ethan, ela tem que se adaptar a uma nova casa, nova escola e as estranhas visões que a perseguem. Na verdade ela é diagnosticada com estresse pós- traumático e começa a confundir realidade com imaginação bem facilmente. Até para nós, leitores, fica praticamente impossível saber quais passagens são verdadeiras e quais são invenções da cabeça de Mara, o que é toda a graça da leitura!
Todo livro tem um tom de suspense e cada capítulo termina de uma maneira abrupta para te obrigar a ler o próximo para saber o que vai acontecer a seguir. Tornando a leitura bem fluida e rápida. Fica impossível largar o livro antes do fim.
Pena que o final é daqueles bem inexistentes, que você fica se mordendo para ler o próximo. E além disso, é uma grande reviravolta, difícil de acreditar e que vai mudar bastante o rumo da história, creio. Adorei o suspense de "Unbecoming of Mara Dyer" e com certeza lerei a continuação. Recomendo!

Comecemos pela capa fofíssima e super elaborada. É simples, minimalista e com um ar misterioso. Posso até me atrever a comparar com a história que o livro carrega. August Pullman, o Auggie para os mais íntimos, nasceu com uma alteração genética cuja sequela é uma severa deformidade facial. Essa síndrome foi a causa de Auggie ter sido submetido a muitas cirurgias e plásticas para tentar reverter o quadro clínico. Além de conviver com constantes complicações médicas que sempre o impediram de frequentar uma escola...até agora.
Auggie se vê com um baita desafio pela frente. Ser aluno novo em condições normais já não é fácil e para Auggie, que tem um rosto tão diferente, isso é um pouquinho mais complicado. Sua grande missão é convencer todos os colegas que, apesar da aparência incomum, é um menino igual a todos os outros de sua idade. Com vários obstáculos e problemas a serem enfrentados, Auggie nos mostra que a força de vontade e garra para vencer na vida são essenciais para conquistar seu espaço na sociedade em todos os aspectos.
O livro é muito bem escrito e objetivo. Não é cheio de ladainhas e enrolações. O que achei mais legal é que não temos somente a visão do Auggie contando sua história e seu ponto de vista de "vítima". Também, podemos conhecer como as outras pessoas, que vivem a seu redor, se sentem em relação a seu "problema" e até compreendemos o motivo de muitas ações e reações. Hora é na visão de sua irmã, hora é na de seu colega da escola, entre outros. Apesar de Auggie sofrer com essa síndrome, ele não é um protagonista que tem pena de si mesmo e fica se lamentando a todo momento. Ele sabe dar um basta nisso.
Posso dizer que a história abordada no livro é sobre superação e aceitação e, apesar de contar o dia a dia de um menino com uma deficiência física, não achei tão terrível assim. Não é a coisa mais feliz do mundo, mas Auggie nos mostra que, mesmo com muitos problemas, é possível ver a luz no final do túnel. Mas, ao mesmo tempo vejo que esse assunto de que "a aparência não importa" será martelado ainda por muito tempo e que o quote "não julgue um livro pela capa" ainda está muito na teoria. Não vivemos assim, nossa sociedade não é assim.
Aqui vou eu mudar isso: dê uma chance a Extraordinário. Ele poderá fazer com que você mude a forma de ver o mundo. Vai valer a pena!
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A história de America se passa num EUA distópico em que uma guerra assolou o país que acabou virando um país monarca chamado Iléa em homenagem a família real (Ufa!). A população é dividida em castas cada uma com um papel definido na sociedade, sendo que a primeira é a família real e a cada número a situação vai piorando até você não ter direito a nada.
America é da quinta casta que é constituída de artistas. Ela é uma cantora muito talentosa e bonita. Ela mantem um relacionamento secreto com Aspen, que é de uma casta abaixo dela, por isso esse relacionamento não seria bem visto pelas pessoas. O garoto vive num constante dilema se deve condenar America a rebaixar sua casta e por isso pede a menina que se inscreva na Seleção.
A Seleção consiste numa espécie de reality show em que doze meninas são selecionadas para morarem no castelo e disputarem o coração do príncipe herdeiro, Maxon. Essa é uma tradição do país para aproximar os servos da Monarquia e ganhar sua simpatia. E surpresa, America é uma das eleitas.
Ela decide seguir em frente, já que sua família receberá uma ajuda financeira e para todos os efeitos ela está lá para aproveitar a comida boa, em suas palavras. Mas claro que ela vai se tornando amiga do príncipe e... ainda temos mais dois livros para saber o que acontece!
A Seleção traz uma história de conto de fadas com direito a príncipe, vestidos e romance. Por isso, se você for ler esse livro esperando que o foco seja na sociedade distópica como Jogos Vorazes ou Divergente, você vai se decepcionar. A distopia serve apenas como pano de fundo para o desenrolar do triângulo amoroso de America, Maxon e Aspen. E tenho que dizer que é bem difícil saber qual será a escolha da menina! Porque, convenhamos, algumas escolhas de mocinhas de YA são bem óbvias, não acham? Mas nesse livro, fica bem difícil escolher alguém para torcer. Coitada da America. Posso dizer que estou ansiosa por "The Elite".
A Seleção consiste numa espécie de reality show em que doze meninas são selecionadas para morarem no castelo e disputarem o coração do príncipe herdeiro, Maxon. Essa é uma tradição do país para aproximar os servos da Monarquia e ganhar sua simpatia. E surpresa, America é uma das eleitas.
Ela decide seguir em frente, já que sua família receberá uma ajuda financeira e para todos os efeitos ela está lá para aproveitar a comida boa, em suas palavras. Mas claro que ela vai se tornando amiga do príncipe e... ainda temos mais dois livros para saber o que acontece!
A Seleção traz uma história de conto de fadas com direito a príncipe, vestidos e romance. Por isso, se você for ler esse livro esperando que o foco seja na sociedade distópica como Jogos Vorazes ou Divergente, você vai se decepcionar. A distopia serve apenas como pano de fundo para o desenrolar do triângulo amoroso de America, Maxon e Aspen. E tenho que dizer que é bem difícil saber qual será a escolha da menina! Porque, convenhamos, algumas escolhas de mocinhas de YA são bem óbvias, não acham? Mas nesse livro, fica bem difícil escolher alguém para torcer. Coitada da America. Posso dizer que estou ansiosa por "The Elite".
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L'amour, Love, Liebe, Amore, Amor. Sentimento universal que causa grandes debates, dúvidas, expectativas, felicidade, sorrisos bobos, borboletas no estômago e até sofrimento, mas não podemos negar que é gostoso amar. Selecionamos os filmes de romance ou comédias românticas que valem a pena serem vistos.
#1 Cartas para Julieta
Sou suspeita para falar desse filme. Toda vez que está passando na tv eu vejo e não satisfeita, comprei o dvd. A história é bonita, a trilha sonora, as paisagens...tudo. É um romance água com açúcar super leve e fofo e meio que um Romeu e Julieta dos tempos modernos. Sophie (Amanda Seyfried) é uma jovem aspirante a escritora que viaja para a Itália com seu noivo, Victor (Gael García Bernal), que sonha em ter seu próprio restaurante. Eles ficam hospedados em Verona (onde se passa a história de Shakespeare) e Sophie percebe que seu noivo está muito mais interessado em seus negócios e fornecedores do que nela. Para passar o tempo enquanto o Victor viaja atrás de iguarias gastronômicas, Sophie encontra uma carta de amor super antiga e acaba se juntando a um grupo de voluntárias, conhecidas como "Secretárias de Julieta", que respondem todas as cartas de amor deixadas em uma casa, que é um grande ponto turístico da cidade. Para a surpresa de todas, Claire Smith (Vanessa Redgrave), a remetente, segue os conselhos dados na carta e vai procurar seu amado Lorenzo pela bela Itália. Há muitos Lorenzos espalhados pelo país e Sophie se propõe a ajudar e acaba desagradando o neto Charlie (Christopher Egan), que não tinha gostado nada da ideia maluca da avó já viúva. Será que os dois acabam entrando em um acordo? O cenário do filme é encantador - você fica morrendo de vontade de conhecer a Itália e passar pelos mesmos locais em que os personagens estiveram. A trilha sonora? Ah, é super meiga e fofa - as canções lindas e calmas de Colbie Caillat dão o toque final que o filme precisava. Vale a pena ver esse filme super lindo e apaixonante! <3 Por Robertha
#2 De repente 30
Sou apaixonada por esse filme desde que fui ver ele no cinema (em 2004, faz um tempão!). Quando você junta atores super simpáticos, competentes e fofos e um roteiro legal, dá nisso: um filme ótimo, que te faz sorrir e renovar sua fé na vida. A história: Jenna tem 13 anos e está cansada dessa vida de adolescente, sem pertencer ao grupinho popular. Em seu aniversário, uma mágica acontece e seu desejo se realiza: ela tem 30 anos, mora em Nova York e é super bem sucedida, mas como e o que ela fez para conseguir isso? Então Jenna (Jennifer Garner) procura seu amigo de infância, o Matt (Mark Ruffalo) e várias coisas acontecem. É um filme muito divertido e a trilha sonora é muito boa também. Recomendo! Por Nathaly
#3 Para sempre Cinderella
Sei que esse filme é um pouco mais antigo, mas sou apaixonada pela história da Cinderela interpretada pela Drew Barrymore. Creio que esse seja o filme que mais vi na minha vida! Para sempre Cinderella conta a história clássica dos contos de fada, mas de um jeito todo moderno. Danielle, verdadeiro nome de Cinderella, é uma moça super adiantada para a época que não tem medo de agir e defender quem ama e mesmo sendo sempre maltratada pela madrasta e por suas filhas ela não deixa de acreditar e de amar as pessoas e a vida. Esse é um filme com o pacote completo, um romance envolvente, uma boa história e momentos divertidos. Por Giselle
#1 Cartas para Julieta
Sou suspeita para falar desse filme. Toda vez que está passando na tv eu vejo e não satisfeita, comprei o dvd. A história é bonita, a trilha sonora, as paisagens...tudo. É um romance água com açúcar super leve e fofo e meio que um Romeu e Julieta dos tempos modernos. Sophie (Amanda Seyfried) é uma jovem aspirante a escritora que viaja para a Itália com seu noivo, Victor (Gael García Bernal), que sonha em ter seu próprio restaurante. Eles ficam hospedados em Verona (onde se passa a história de Shakespeare) e Sophie percebe que seu noivo está muito mais interessado em seus negócios e fornecedores do que nela. Para passar o tempo enquanto o Victor viaja atrás de iguarias gastronômicas, Sophie encontra uma carta de amor super antiga e acaba se juntando a um grupo de voluntárias, conhecidas como "Secretárias de Julieta", que respondem todas as cartas de amor deixadas em uma casa, que é um grande ponto turístico da cidade. Para a surpresa de todas, Claire Smith (Vanessa Redgrave), a remetente, segue os conselhos dados na carta e vai procurar seu amado Lorenzo pela bela Itália. Há muitos Lorenzos espalhados pelo país e Sophie se propõe a ajudar e acaba desagradando o neto Charlie (Christopher Egan), que não tinha gostado nada da ideia maluca da avó já viúva. Será que os dois acabam entrando em um acordo? O cenário do filme é encantador - você fica morrendo de vontade de conhecer a Itália e passar pelos mesmos locais em que os personagens estiveram. A trilha sonora? Ah, é super meiga e fofa - as canções lindas e calmas de Colbie Caillat dão o toque final que o filme precisava. Vale a pena ver esse filme super lindo e apaixonante! <3 Por Robertha
#2 De repente 30
Sou apaixonada por esse filme desde que fui ver ele no cinema (em 2004, faz um tempão!). Quando você junta atores super simpáticos, competentes e fofos e um roteiro legal, dá nisso: um filme ótimo, que te faz sorrir e renovar sua fé na vida. A história: Jenna tem 13 anos e está cansada dessa vida de adolescente, sem pertencer ao grupinho popular. Em seu aniversário, uma mágica acontece e seu desejo se realiza: ela tem 30 anos, mora em Nova York e é super bem sucedida, mas como e o que ela fez para conseguir isso? Então Jenna (Jennifer Garner) procura seu amigo de infância, o Matt (Mark Ruffalo) e várias coisas acontecem. É um filme muito divertido e a trilha sonora é muito boa também. Recomendo! Por Nathaly
#3 Para sempre Cinderella
Sei que esse filme é um pouco mais antigo, mas sou apaixonada pela história da Cinderela interpretada pela Drew Barrymore. Creio que esse seja o filme que mais vi na minha vida! Para sempre Cinderella conta a história clássica dos contos de fada, mas de um jeito todo moderno. Danielle, verdadeiro nome de Cinderella, é uma moça super adiantada para a época que não tem medo de agir e defender quem ama e mesmo sendo sempre maltratada pela madrasta e por suas filhas ela não deixa de acreditar e de amar as pessoas e a vida. Esse é um filme com o pacote completo, um romance envolvente, uma boa história e momentos divertidos. Por Giselle
Sempre é o último volume da trilogia dos Lobos de Mercy Falls. Podem ter spoilers e tal.
É muito difícil falar desse livro. Sempre tenho dificuldade em falar sobre coisas que eu gosto muito, como é esse caso. Sou apaixonada por essa história desde Calafrio, que me conquistou com sua poesia e doçura. Nesse desfecho o clima é realmente de despedida.
Todos estão perdidos. Grace como loba, Sam sozinho, Cole em experiências e Isabel em seus sentimentos. Porém todos têm que se unir para tentar achar uma solução para o problema que ameaça a todos. O pai de Isabel finalmente consegue permissão para caçar e matar todos os lobos de Mercy Falls. E enquanto isso, Cole tenta achar uma cura definitiva para a situação peculiar deles.
Durante o livro vemos a relação de Grace e Sam se solidificar e a de Isabel e Cole desenvolver, bem do jeito dos dois. Uma das coisas que mais gosto nessa trilogia é de como os personagens são retratados como pessoas reais que cometem erros e sentem medo e em Sempre, isso não ficou de fora. Não dá para falar muito mais do que isso sem entregar partes importantes do enredo, por isso paro por aqui.
Quero encerrar dizendo que foi difícil me despedir de uma história tão maravilhosa e cativante como essa. Mas gostei do jeito que a autora terminou sua trilogia e digo que ela não poderia terminar de maneira mais condizente. Pode não ser o que, como fãs, esperávamos. Contudo, eu gostei e achei que foi um desfecho delicado e otimista, dependendo do seu ponto de vista, claro. E como sempre, isso depende de nossa imaginação.
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