Violência psicológica. Violência física. Obsessão. Estresse pós-traumático. Transtorno obsessivo-compulsivo. Preconceitos. Machismo. Superação de traumas.

Esses são os principais assuntos que são tratados, direta ou indiretamente, em No Escuro. Não é um livro fácil ou leve. Mas é um bom livro.

Cathy mora em Londres e verifica a porta de entrada do prédio e a de seu apartamento pelo menos seis vezes para ter a possibilidade de sentir-se segura ao entrar ou sair, e esse é só um dos sintomas de seu Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) que está diretamente com seu Estresse Pós-Traumático.

Alguns anos atrás, enquanto ainda vivia em Lancaster, ela teve um relacionamento com o sedutor - porém realmente monstruoso - Lee, que deixou marcas que ela ainda tenta curar. Ela conta com a ajuda do novo vizinho do andar de cima, Stuart, que é psicólogo e um cara muito amigável. E a pequenos passos, Cathy vai tomando novamente o controle sobre sua vida.

O livro é narrado de forma intercalada por Cathy no presente, sofrendo com o TOC e tentando viver da melhor forma possível e a Cathy de alguns anos atrás, quando ela conheceu e começou o relacionamento com Lee e tudo o que aconteceu entre eles. É muito interessante acompanhar as duas linhas do tempo e as consequências de uma na outra, além de fatos que vão deixando o suspense sempre ali. É um daqueles livros que por mais que a história te choque você não consegue parar de ler, querendo saber como aquilo tudo vai acabar.

Eu gostei da leitura, mas não recomendo para quem não gosta de livros com violência, alguns palavrões e mais violência. É uma leitura que você tem que estar preparada.

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