
Do outro lado, Hug Stratton é um homem bem-sucedido e sonho de qualquer mulher. É chefe de estratégias corporativas na empresa em que trabalha, mas em casa não é ouvido. Sua mulher, Amanda, é quem toma conta de tudo e quem manda em tudo. Além de cuidar das pequenas Octavia e Béatrice. Amanda está envolvida em uma grande reforma na casa deles e nem sequer pede a opinião do marido e Hugh acredita que saindo de férias eles podem esquecer esses problemas e voltar a ter um relacionamento sólido.
O destino que ambos casais escolhem para passarem as férias é uma casa na Espanha, que pertence a um amigo em comum, Gerard Love. Porém, o que ninguém imagina é que Gerard emprestou a casa para os dois casais ao mesmo tempo. Procura vai, procura vem, ninguém encontra um hotel vago na região devido a alta temporada e resolvem dividir o espaço civilizadamente, mas aí tem um probleminha. Chloe e Hug não são meros desconhecidos. Eles viveram uma tórrida paixão há quinze anos e o relacionamento não terminou muito bem. As recordações irão voltar, feridas não cicatrizadas começarão a latejar e segredos profundos poderão vir a tona. Com o casamento de ambos meio fragilizado, o que será que os dois farão para controlar esses sentimentos?
Sleeping Arrangements é super leve e fácil de ler, mas não chega a ser um best seller. A história é simples e não é cheia de blá blá blá. Os protagonistas não são tão fortes, mas os personagens secundários são muito bons e alguns chegam a roubar a cena. Esse não é um livro inesquecível ou que mudará a sua vida. É bem pra passar o tempo quando não estiver fazendo nada. Mas, ainda assim, recomendo. Li esse livro em inglês, mas a editora Record publicou em português com o título "Quem vai dormir com quem?".
Madeleine Wickham é a autora do livro. Quando comprei, achei que Madeleine era o pseudônimo de Sophie Kinsella, mas aí vem o susto: Sophie é seu nome artístico. Ela começou a carreira escrevendo livros como a própria Madeleine e as obras são classificadas como um chick lit mais adulto e só depois que Sophie Kinsella nasceu. Porém, sua carreira deslanchou mesmo quando apresentou Sophie ao mundo e depois de tanto sucesso com a consumista Becky Bloom e com seus outros títulos, que voltaram a apostar nas obras de Madeleine. Bom, deu certo, mas eu ainda prefiro a narrativa, o humor e a criatividade da Sophie. Tenho me esperando na estante outro título de Madeleine Wickham. Quando eu ler, faço a resenha e digo se continuo no team Sophie ou se mudei para o team Madeleine.
PS.: Continuo achando muito estrando chamar Sophie Kinsella de Madeleine Wickham, tenho dito!
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