Título Nacional: Na Natureza Selvagem
Autor: Jon Krakauer
Ano de Lançamento: 1998
Número de páginas: 214
Editora: Companhia das Letras
Título Original:Into the Wild

Na Natureza Selvagem foi um dos poucos livros que li depois de assistir o filme baseado na obra, sempre faço o contrário. Lembro que um professor passou a versão cinematográfica da história de Chris McCandless na aula de ética e foi amor à primeira vista. A determinação daquele jovem desapegado de bens materiais mexeu comigo.

Chris é um pobre garoto rico que discorda do estilo de vida hipócrita que a família e todo resto do universo leva. Até aí tudo bem, o que não falta são pessoas underground que gritam os problemas da sociedade sem mexer um músculo para mudar qualquer coisa.

É por isso que essa é uma história que vale a pena ser lida e propagada. Cansado das mentiras que o rodeavam, ele fez a mala e resolveu viajar para o Alasca, em busca da verdade. Verdade com V maiúsculo. Com todo o exagero típico dele - palavras da irmã mais nova - ele doou a poupança, queimou documentos e dinheiro. Sumiu no mundo.

Falando assim parece tolice o que ele fez, e pode acreditar que muitas pessoas defendem isso. Ainda mais quando levado em conta o fim trágico dessa aventura. O corpo do Chris McCandless foi encontrado, em estado de decomposição, num ônibus no meio do Alasca. Legistas declararam que ele morreu de fome. Os resto tinham apenas 40 e poucos quilos. Aparentemente, a falta de mapa e conhecimento do local o impediu de cruzar o rio que o levaria de volta a civilização.

Triste, não? Mas algumas pessoas buscam uma vida inteira por algo que não têm idéia do que pode ser, a história desse cara é diferente porque ele descobriu o que queria e foi atrás, sem se preocupar com os riscos. Eu gosto de pensar que ele morreu realizado, feliz.

Para quem viu o filme, a maior diferença é o modo como a relação dele com os pais é abordada. O relacionamento recebe mais atenção e áreas cinzas, perdem um pouco o preto no branco que é mostrado no filme. E as histórias do jornalista Jon Krakauer cansam um pouco a leitura, mas não deixam de ser interessantes.

Contando assim por cima, pode parecer que ele morreu de burrice por se meter em algo que desconhecia. Porém, do meu ponto de vista ele é um exemplo de coragem, não, não invente de ir para o Alasca um jovem idealista e fiel aos seus princípios. Que mesmo não acreditando em relacionamentos de qualquer espécie, principalmente nessa coisa chamada familia, marcou as pessoas que encontrou durante essa jornada. Nos depoimentos dados para elaborar o livro, o que eles sentiam pelo Chris parecia bastante com amor.
Nessa sessão falarei da minha ínfima pequena participação no mundo dos videogames. E para a estréia, escolhi o meu jogo preferido, o que fez eu me interessar um pouco mais pelo assunto: Heavy Rain.


Heavy Rain é uma proposta de filme interativo. E ele realmente consegue alcançar essa expectativa.

No jogo, uma cidade onde chove eternamente é atormentada por um assassino em série conhecido como Origami Killer. Ele tem o modus operandi de sequestrar meninos de idade entre oito e onze anos e depois abandona os corpos em locais afastados sempre com uma orquídea e uma dobradura de papel, um origami. No jogo você pode controlar quatro personagens. Um pai que procura seu filho sequestrado, um detetive particular contratado pelas familias das vítimas, uma jornalista chata e um agente bonitão do FBI, daqueles que faz perfis de serial killers.


Nisso que o jogo consegue ser inovador. Você controla os quatro personagens mesmo. O destino deles e da história do jogo está literalmente em suas mãos. Toda e qualquer atitude que você tome poderá e terá influência em uma situação futura. Além de que não existe game over. Se o personagem morre, é isso aí. A história continua sem ele.

Logo na primeira sequência, enquanto você aprende os primeiros comandos, você percebe que todas as ações, até as mais banais como escovar os dentes, estão sob o seu controle (trocadilhos a parte). Chega uma hora em que isso se torna um pouco repetitivo, mas pra alguém como eu que não está tão acostumada com a rotina de um videogame, isso torna a jogabilidade bem mais fácil. Nessa mesmo sequência, você começa a entender como você começa a criar vinculos com o personagem, o que torna as cenas de vida ou morte mais emocionates ainda.

Heavy Rain é feito pela produtora Quantic Dream, a mesma de Indigo Prophecy (talvez eu faço uma resenha sobre esse também). A proposta deles é criar, não jogos, mas verdadeiros filmes em que o jogador não é um mero espectador, mas totamente capaz de mudar o destino da história e dos personagens.

O jogo é exclusivo para o Playstation 3, por isso se você tem um dando sopa aproveite, ou vá fazer uma visita a alguém que tenha. Sério. Vale muito a pena.

Ps.: Para constar, jogo por diversão, não sou nenhuma especialista.
Demetria Devonne Lovato nasceu em agosto de 92 no Texas, nos Estados Unidos. Ela é uma das queridinhas da Disney, na qual participa do seriado "Sunny Entre Estrelas" e já fez os filmes "Camp Rock", "Camp Rock 2" e "Programa de Proteção Para Princesas". Além de atuar, ela também é cantora, com dois cds lançados ("Don´t Forget" e "Here We Go Again") - sem contar as trilhas sonoras dos filmes. Ela começou a carreira aos sete anos no programa do Barney (é, aquele dinossauro roxo) e também fez participações nas séries Prison Break e Grey´s Anatomy.

Porquê gostar da Demi? Porque ela é talentosa. Deixando para trás preconceitos com estrelas da Disney, você pode notar que além de ser boa atriz e ter um jeito ótimo para fazer comédia, ela cantando praticamente carrega os filmes de Camp Rock nas costas! Ela canta muito! Além disso, ouvindo as músicas de seus cds dá pra notar uma certa influência do rock: surpresa das surpresas, uma garota de dezoito anos contratada pelos "pais do Mickey" também pode mostrar trabalhos bons, misturando na medida certa guitarras e melodias pop.

Você ainda pode ouvir/ler mais sobre a Demi no canal oficial do youtube e no fansite brasileiro.
Antes de falar sobre o filme é preciso deixar bem claro que é uma comédia adolescente, do tipo que Hilary Duff e Lindsay Lohan fizeram várias, a diferença é que o nome Gatos, Fios Dentais e Amassos é bem constrangedor e dá a impressão de ser 'adulto', por assim dizer.

Georgia é uma garota de 14 anos, prestes a completar 15. Esse poderia ser só mais um filme como outros tantos, que conta a história de uma garota que se apaixona pelo menino novo da escola. A diferença é que ao contrário das costumeiras protagonistas desses romances clichês, ela tem mais personalidade do que beleza e se comporta de maneira totalmente sem noção!

Apesar de nunca ter namorado, se considera especialista em relacionamentos. E mesmo sabendo que Robbie, interpretado pelo gatíssimo Aaron Johnson com sotaque original britanico delicinha, está namorando uma mean girl super loira, 'peituda', popular e lero lero, ela inventa mil planos mirabolantes para conquistá-lo. A idéia de que ele talvez não queira ficar com ela não passa em nenhum momento pela sua cabeça. Admiro a coragem e determinação da menina!

O filme é engraçado do começo ao fim, porque a vida da Georgia tem drama pra dar e vender. A mãe aparentemente está 'de rolo' com o decorador, o pai quer mudar para 'Terra Média', a irmã mais nova tortura o gato Angus, que também não bate muito bem da cabeça. Ela tenta superar tudo isso com a ajuda das amigas, a quadrilha Ace Gang, que depois de um tempo também parece abandoná-la.

Além de ser hilário, tem de bônus uma trilha sonora com vários estilos musicais. A banda do Robbie, a Stiff Dylans, manda super bem. Super recomendado para quem gosta de rir sem parar, coisas sem noção e não tem vergonha de falar Gatos, Fios Dentais e Amassos no meio de uma conversa.

* o filme é baseado na série Confissões de Georgia Nicolson que lá fora são dez livros, mas por aqui só foram lançados cinco.
Título Nacional: Indomada
Autor: P.C Cast e Kristen Cast
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 368
Editora: Novo Século
Título Original: Untamed

Spoiler Alert: se você não leu os livros anteriores, pode conter spoilers.

Indomada é o quarto volume da série House of Night.

Partindo exatamente do ponto em que o anterior, Escolhida, terminou, continuamos a história do ponto em que Zoey de três namorados ficou com zero e sem nenhum amigo nessa conta também. Isso se não contarmos a antiga inimiga Afrodite, que a cada livro fica mais próxima da protagonista.

Logo no começo, Zoey tem vários problemas para resolver. O fato de seus amigos a odiarem,  a sua amiga Stevie Rae que passou por alguma mudança estranha, o seu ex-namorado que será seu professor, um novo aluno que aparentemente fará parte da listinha não pequena de conquitas dela, estranhas criaturas que espreitam a Morada da Noite e visões de Afrodite que preveêm coisas ruins para o futuro de Zoey. Pois é, muito trabalho para uma novata de apenas dois meses. Mas essa é Zoey. O final , como nos anteriores, é apenas uma ponte para o próximo.

Até que esse volume conseguiu ser melhor que os dois anteriores e espero que a série continue a melhorar. Pelo menos nesse ela não fica naquela palhaçada de vários namorados que irrita tanto. E que a Zoey se decida logo qual garota ela quer ser e pare de ser tão chatinha.



Título Nacional: Água para elefantes
Autor: Sara Gruen
Ano de Lançamento: 2007
Número de Páginas: 335
Editora: Sextante
Título Original: Water for elephants



Comprei esse livro em junho em uma promoção por r$ 9,90. Agora que acabei de ler, estou tão fascinada pela história que acho que deveria ter pago mais. 9,90 não é um valor justo para a bela narrativa de Sara, que conta a história de Jacob - um senhor de 90 (ou seriam 93?) anos que está em um asilo. Com o circo que chega à cidade, aparecem também as memórias de como a vida de Jacob mudou desde o acidente com seus pais e que ele decidiu pular para dentro de um dos vagões do Esquadrão Voador do Circo Irmãos Benzini.


Devo dizer que eu nunca gostei muito de circo, por ter um medo insano de palhaços desde criancinha e por achar que muitos dos animais ali eram explorados e maltratados. Agora os circos não tem mais animais e eu não tenho tanto medo de palhaços, desde que eles façam parte do Teatro Mágico. O livro de Sara é tão bem escrito que você se toca que no circo, como em qualquer outro lugar, existem pessoas ruins e pessoas boas. Infelizmente, as pessoas mal-intensionadas tendem a estar em maior número, principalmente no Circo Irmãos Benzini.


Além de aventura, romance e fofuras - como uma elefanta, um macaco chamado Bobo e um anão ruivo sarcástico - o livro tem também, em todo início de capítulo, uma foto relacionada ao circo daquela época (a história se passa nos anos 30). E no fim, a autora fala mais sobre a pesquisa que fez para escrever, o que eu achei bem interessante, é legal saber os bastidores da produção de um livro - já que um dia eu também quero escrever um tão bom assim!
Spoiler Alert! - Quase tudo a seguir é considerado spoiler.

House – Assim como na temporada anterior, o episódio Now What? da sétima temporada mostra um Gregory House muito diferente do que estamos acostumados. Ele embarca em um relacionamento com a Cuddy e a gente fica o tempo todo esperando que dê alguma coisa errada. O que me incomoda é que mesmo irônico, ele está diferente, mais sentimental e menos House. O Wilson continua no papel de eterno protetor e anjo da guarda. A equipe tenta se virar sozinha enquanto House fica no bem bom com a Cuddy. Como eu suspeitava, o Chase tenta se dar bem com a Treze, enquanto o Foreman quer cuidar dela e o Taub quer se mostrar um bom amigo. No fim das contas nada disso adianta porque ela some do mapa, sem maiores explicações. Sei lá, não me convenceu.

How I Met Your Mother 




O episódio Big Days da sexta temporada tem mais uma vez a participação especial de Rachel Bilson ( a Summer de The O.C.). Ted a encontra no MacLaren's e rola aquela tensão. Antes disso, ele e Barney brigavam para ver quem ia ‘chegar’ na loira bonitona que estava lendo um livro no bar. Mais tarde eles descobrem que essa tal loira é amiga da Cindy (Rachel Bilson), o que quer dizer que talvez ela seja futura esposa do Ted. Enquanto isso, Robin passa por uma fase bem trash da vida dela, por causa do rompimento com o Don. Ela anda mal vestida, suja e fedida. Lily e Marshall estão super focados em fazer um bebê, o que significa que o Marshall fica falando sobre isso com todo mundo, inclusive com o pai dele. E o Barney, bem ele continua o mesmo Barney, ou seja, awesome! No começo do episodio é mostrado um casamento, mas não mostra de quem. Eu gostei! Fiquem ligados que ainda faremos um post sobre How I Met Barney Your Mother.


Gl
ee – Um dos membros do Glee Club abandonou o navio, então está na hora de abrir inscrições para novos membros ou nada de regionais este ano. Esta é a trama de Audition, o primeiro episódio da segunda temporada. Enquanto isso, Rachel e Finn têm problemas no novo relacionamento. Rachel está disposta a tudo para acabar com a raça de uma menina que é tão talentosa quanto ela e ameaça roubar os holofotes. Surge uma nova Técnica de futebol que sofre bullying combinado de Will e Sue. Finn é expulso do time. Quinn volta a ser a bitch Queen Bee de sempre, assumindo o papel de capitã das Cheerleaders mais uma vez. Tina e Mike estão namorando, o que deixa Artie arrasado. Resumindo, a nova temporada de Glee promete!
 
Cougar Town – Em All Mixed Up, Courteney Cox reencontra a friend (piada infame) Jennifer Aniston. Jules agora se consulta com uma psicologa que é mais doida que ela, só que demora um pouco para isso ficar óbvio. O relacionamento dela com Grayson está de boa, mas às vezes ele precisa de um tempo longe dela. Bobby sente dificuldade em aceitar o relacionamento da Jules com o Grayson, mas não conta para ninguém. Ellie se sente ameaçada pela psicóloga Gleen, que está tomando o lugar dela na hora de opinar nas decisões e maluquices da Jules. Andy explica para 'a galera' de onde vem toda a energia dele. Laurie e Travis fazem uma aposta e dividem um momento fofo, como se fossem irmãos. Episódio tão bom quanto todos os outros da série.


The Big Bang Theory - Depois de descobrirem que focar em Sheldon é o segredo para o sucesso da série, o episodio The Robotic Manipulation segue essa filosofia. De um lado Penny tenta ajudar Sheldon com o primeiro encontro desse quase-relacionamento que ele tem com Amy. Tudo isso porque o gênio resolveu ter um filho com Amy, desde que para isso não seja necessário contato físico. E a outra história é focada em Howard e o braço robô que ele construiu para a Nasa. Então né ... depois de descobrir que ele é bem eficiente para fazer massagem nos ombros, ele resolve usar o braço em outro lugar, para fazer algo pouco científico e o treco fica preso ‘lá’.







 
Como grande fã do primeiro "Piratas do Caribe" estava super ansiosa para assistir ao "Príncipe da Pérsia", já que também é da Disney e o produtor é o mesmo, o Jerry Bruckheimer. Não consegui ver no cinema. E mesmo depois de tanta espera ainda assim foi uma decepção #fail.

Não que o filme não tenha nenhum mérito. Os efeitos especiais são muito bem feitos, e rola várias cenas parecidas com algumas do video game (o jogo foi baseado em um), como a habilidade de Dastan de andar pelas paredes (!?).

Mas não rolou aquela química com o filme, sabe? Aquela em que você torce pelo mocinho, quer que ele fique com a mocinha, se empolga com a história... E o final? Mais Disney impossível.

Faltou carisma de todos os personagens. Um mais sem sal que o outro. Faltou mesmo é o Johnny Depp.  E o enredo mais sem pé nem cabeça, só mais no final que explica alguma coisa e ainda assim não convence não.

Pois é, não gostei. Ainda sou mais Piratas do Caribe.

Sigam-nos os bons!

Giselle lê

Robertha lê

Nathaly lê

Tecnologia do Blogger.

Ache no blog

Favoritos

Curte aí!