Já aconteceu com vocês pegar um livro e começa a ler e acha que simplesmente não vai rolar? Que você nem está curtindo o enredo, nem para onde tudo está indo? E você pensa seriamente em desistir da leitura? Pois é, foi isso tudo que senti no começo de A Hospedeira, mas ainda bem que resolvi persistir na leitura.
A Hospedeira descreve um planeta Terra que foi invadido por alienígenas parasitas que utilizam os corpos dos humanos para viverem. O livro é narrado pelo ponto de vista de Peregrina, uma alma (como ela chama os alienígenas) que já viveu em vários outros planetas e pela primeira vez terá como hospedeiro um ser humano. O que ela não esperava era o quão forte as emoções humanos poderiam ser e o quão forte Melanie, a antiga dona do corpo, era, já que ela resolveu não desistir de lutar e fica atormentando a nova dona. Tanto Melanie fez que Peregrina acaba se apaixonando pelo mesmo homem (Jared) que a humana e sai em busca dele e do irmão de Melanie, Jamie.
Tenho que confessar que o começo em que há apenas os diálogos entre Peg (Peregrina) e Melanie é chato e quase me fizeram desistir do livro. Mas acredito que a maior dificuldade seja se identificar com Peregrina, que até então era apenas um parasita num corpo humano. Assim que sua interação com outros humanos começa, você passa a gostar mais dela e torcer por ela. Outro problema do começo da história é que são apresentados tantos elementos de uma vez que fica dificil visualizar como está a situação dos humanos e do planeta Terra, algo que aos poucos você vai entendendo e se adaptando com a ideia.
Porém, o que mais tive dificuldade em assimilar e que ao mesmo tempo foi o que mais me interessou foi o amor de Peg a Jared e Jamie, era algo bem confuso porque ficava difícil de saber qual era a fonte dele. O amor era apenas os sentimentos de Melanie passando para Peg, ou as lembranças da humana fizeram a alienígena se apaixonar também? Estou me coçando para acrescentar mais peças a essa equação, porém acho que se fizer isso, estragarei algumas surpresas do livro.
O que posso dizer é que A Hospedeira fala sobre o amor pelo próximo no maior sentido da palavra, é um sentimento amplo e abrangente, mas que também pode ser íntimo e acolhedor. Agora deixem de lado o preconceito do livro ter sido escrito pela mesma autora de Crepúsculo e deem uma chance, assim como eu, à história de Peg e Melanie. Espero que seja tão gratificante quanto foi para mim.
A Hospedeira descreve um planeta Terra que foi invadido por alienígenas parasitas que utilizam os corpos dos humanos para viverem. O livro é narrado pelo ponto de vista de Peregrina, uma alma (como ela chama os alienígenas) que já viveu em vários outros planetas e pela primeira vez terá como hospedeiro um ser humano. O que ela não esperava era o quão forte as emoções humanos poderiam ser e o quão forte Melanie, a antiga dona do corpo, era, já que ela resolveu não desistir de lutar e fica atormentando a nova dona. Tanto Melanie fez que Peregrina acaba se apaixonando pelo mesmo homem (Jared) que a humana e sai em busca dele e do irmão de Melanie, Jamie.
Tenho que confessar que o começo em que há apenas os diálogos entre Peg (Peregrina) e Melanie é chato e quase me fizeram desistir do livro. Mas acredito que a maior dificuldade seja se identificar com Peregrina, que até então era apenas um parasita num corpo humano. Assim que sua interação com outros humanos começa, você passa a gostar mais dela e torcer por ela. Outro problema do começo da história é que são apresentados tantos elementos de uma vez que fica dificil visualizar como está a situação dos humanos e do planeta Terra, algo que aos poucos você vai entendendo e se adaptando com a ideia.
Porém, o que mais tive dificuldade em assimilar e que ao mesmo tempo foi o que mais me interessou foi o amor de Peg a Jared e Jamie, era algo bem confuso porque ficava difícil de saber qual era a fonte dele. O amor era apenas os sentimentos de Melanie passando para Peg, ou as lembranças da humana fizeram a alienígena se apaixonar também? Estou me coçando para acrescentar mais peças a essa equação, porém acho que se fizer isso, estragarei algumas surpresas do livro.
O que posso dizer é que A Hospedeira fala sobre o amor pelo próximo no maior sentido da palavra, é um sentimento amplo e abrangente, mas que também pode ser íntimo e acolhedor. Agora deixem de lado o preconceito do livro ter sido escrito pela mesma autora de Crepúsculo e deem uma chance, assim como eu, à história de Peg e Melanie. Espero que seja tão gratificante quanto foi para mim.
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Eu sempre quis ler esse livro, mesmo!
ResponderExcluirAgora quero ler mais ainda, rsrs.
Espero poder comprar logo logo *-*
Beijos!
Poeira de Baú
Eu estava para ler esse livro há um bom tempo, e não me arrependo dessa leitura! Espero que você goste também! =)
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