Título nacional: Irmã Morte
Autora: Justo Navarro
Ano de lançamento: 2010
Número de páginas: 128
Editora: Record
Título original: Hermana Muerte
Um bairro em pleno crescimento, vários prédios modernos sendo construídos e uma casa solitária que resiste as mudanças. São muitas máquinas, barulhos e pó. Na casa, o sofá é constante lembrança do que aconteceu: o morto.
Depois de uma longa batalha contra o câncer, o pai de um menino e uma menina morre no sofá, justamente esperando a morte chegar. Dessa forma os irmãos são abandonados a própria sorte, ela se prostitui e ele enlouquece.
Não tem muito mais o que dizer sobre a trama. O narrador é o garoto apático que busca pedaços do pai nos amantes da irmã. As sobrancelhas, a voz, a nuca... Ele acredita que um dia o pai vai voltar e se recusa a admitir que a irmã está se prostituindo. Aos poucos fica clara a perversidade, frieza e violência do personagem principal. O CARA É TOTALMENTE PIRADO.
Não gostei do livro, pronto falei. O autor escreve belamente, mas a história é doente demais. Também estranhei a tradução, repleta de palavras complicadas e de linguagem cheia de floreios.
Autora: Justo Navarro
Ano de lançamento: 2010
Número de páginas: 128
Editora: Record
Título original: Hermana Muerte
Um bairro em pleno crescimento, vários prédios modernos sendo construídos e uma casa solitária que resiste as mudanças. São muitas máquinas, barulhos e pó. Na casa, o sofá é constante lembrança do que aconteceu: o morto.
Depois de uma longa batalha contra o câncer, o pai de um menino e uma menina morre no sofá, justamente esperando a morte chegar. Dessa forma os irmãos são abandonados a própria sorte, ela se prostitui e ele enlouquece.
Não tem muito mais o que dizer sobre a trama. O narrador é o garoto apático que busca pedaços do pai nos amantes da irmã. As sobrancelhas, a voz, a nuca... Ele acredita que um dia o pai vai voltar e se recusa a admitir que a irmã está se prostituindo. Aos poucos fica clara a perversidade, frieza e violência do personagem principal. O CARA É TOTALMENTE PIRADO.
Não gostei do livro, pronto falei. O autor escreve belamente, mas a história é doente demais. Também estranhei a tradução, repleta de palavras complicadas e de linguagem cheia de floreios.
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