Título nacional: Cidade das Cinzas
Autora: Cassandra Clare
Ano de lançamento: 2011
Número de páginas: 406
Editora: Galera Record
Título original: City of ashes
Spoiler Alert: Esse livro é a continuação de Cidade dos Ossos, por isso pode estragar algumas surpresas... Eu avisei.
Apesar de ter tido as melhores expectativas com Cidade dos Ossos, me decepcionei com o livro. O único motivo que me fez continuar a série com Cidade das Cinzas, foi o final de tirar o fôlego do primeiro volume. E ainda bem que não desisti de Instrumentos Mortais, porque sua continuação é incrível!
As coisas ainda não estão muito bem para Clary. Sua mãe ainda está desacordada no hospital, Valentim ainda está desaparecido e para melhorar as coisas, seu recém-descoberto irmão, Jace está bem fora de controle e fazendo coisas inconsequentes. E não é para menos, ele está sendo acusado de conspirar contra a Ordem a favor de seu pai Valentim.
Outros problemas surgem no caminho, como corpos de seres do submundo aparecendo por aí... E não é quea galera do mal se mete em altas confusões Clary, Jace e companhia acabam envolvidos no mistério? Ah, e não vamos esquecer que Clary tem que lidar com os sentimentos mal resolvidos que tem por Jace e com o amor de Simon. Ufa...
O grande problema de Cidade dos Ossos foi o número infinito de informações, capítulos imensos e muitas pequenas histórias que confundiam o leitor, além de cansar. Em Cidade das Cinzas, porém, esse problema foi solucionado. Os capítulos são bem mais curtos, o livro todo segue linear, sem fugir da história principal e a escrita de Cassandra melhorou muito. Ela está bem mais clara e concisa. Parece até que foi escrito por outra pessoa. Os personagens secundários como Luke, Alec e Isabelle são bem mais estruturados. Até a "relação" de Alec e Magnum é colocada de maneira suave e que condiz muito com a história.
Se antes eu ainda tinha dúvidas se iria continuar a ler a série ou não, com Cidade das Cinzas tenho certeza que virei fã.
Autora: Cassandra Clare
Ano de lançamento: 2011
Número de páginas: 406
Editora: Galera Record
Título original: City of ashes
Spoiler Alert: Esse livro é a continuação de Cidade dos Ossos, por isso pode estragar algumas surpresas... Eu avisei.
Apesar de ter tido as melhores expectativas com Cidade dos Ossos, me decepcionei com o livro. O único motivo que me fez continuar a série com Cidade das Cinzas, foi o final de tirar o fôlego do primeiro volume. E ainda bem que não desisti de Instrumentos Mortais, porque sua continuação é incrível!
As coisas ainda não estão muito bem para Clary. Sua mãe ainda está desacordada no hospital, Valentim ainda está desaparecido e para melhorar as coisas, seu recém-descoberto irmão, Jace está bem fora de controle e fazendo coisas inconsequentes. E não é para menos, ele está sendo acusado de conspirar contra a Ordem a favor de seu pai Valentim.
Outros problemas surgem no caminho, como corpos de seres do submundo aparecendo por aí... E não é que
O grande problema de Cidade dos Ossos foi o número infinito de informações, capítulos imensos e muitas pequenas histórias que confundiam o leitor, além de cansar. Em Cidade das Cinzas, porém, esse problema foi solucionado. Os capítulos são bem mais curtos, o livro todo segue linear, sem fugir da história principal e a escrita de Cassandra melhorou muito. Ela está bem mais clara e concisa. Parece até que foi escrito por outra pessoa. Os personagens secundários como Luke, Alec e Isabelle são bem mais estruturados. Até a "relação" de Alec e Magnum é colocada de maneira suave e que condiz muito com a história.
Se antes eu ainda tinha dúvidas se iria continuar a ler a série ou não, com Cidade das Cinzas tenho certeza que virei fã.
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Harry´s Law é uma série da NBC que no Brasil é televisionada pela Warner.
Acredito que muitas pessoas, quando escolhem entrar na faculdade de Direito, fazem isso pensando em quantas pessoas poderão ajudar, em como poderão mudar o mundo um caso ou uma ida ao tribunal de cada vez (assim como eu acreditava que o Jornalismo era uma coisa maravilhosa quando entrei na faculdade, oh, inocência minha!).
Aí você passa todos aqueles anos na faculdade (perdendo suas ilusões) e depois todos aqueles anos trabalhando (no que aparecer, porque lembra das ilusões perdidas?) e um dia tudo cai na sua cabeça como uma pilha de tijolos: não, você não está nem um pouco feliz pelo rumo que sua vida tomou. É isso o que acontece com a Harriet Korn, advogada interpretada pela totalmente excelente Kate Bates em Harry´s Law.
A crise profissional leva Harry a procurar novos ares na sua profissão, não sem antes ver seu caminho cruzado de forma bem inusitada com um ex-viciado em drogas calouro da faculdade de Direito e também com um advogado meio nerd recém formado.
Então Harry abre um escritório em uma área digamos, nada tradicional da cidade de Cincinnati (em Ohio, nos Estados Unidos) e os clientes que vão aparecendo são aqueles que, à primeira vista, nenhum advogado iria querer defender. Mas a cada episódio, a série vai mostrando que nem sempre as coisas são o que parecem ser e que não é tão clara assim a divisão entre mocinhos e bandidos.
Pra quem gosta de séries de advogados, fica aqui minha recomendação: essa série vale a pena!
Eu já falei de outra série desse estilo que também é muito
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Título: Paper Towns
Autor: John Green
Ano de Lançamento: 2009
Número de Páginas: 305
Editora: Speak
Quentin Jacobsen morou praticamente a vida inteira ao lado de Margo Roth Spiegelman, até os nove anos, os dois eram inseparáveis. A amizade chegou ao fim quando eles encontraram o corpo de um homem morto no parque onde brincavam. Foi a descoberta desse suicida, somada a reação de cada um deles, que mudou o relacionamento de Margo e Quentin e fez com que seguissem caminhos diferentes após esse dia.
Já no colegial, Quentin nutre uma profunda obsessão pela ex-melhor amiga, com quem agora não conversa. Ele a observa de longe e ela interfere por ele quando o valentão da escola o escolhe como vítima. Apesar de vizinhos, eles vivem em universos distantes. Margo é linda, popular, impulsiva e ligeiramente louca, todos conhecem as aventuras absurdas dela. Quentin é um nerd racional demais para se divertir.
Poucas noites antes da formatura, Margo aparece na janela Quentin, como nos velhos tempos, e o recruta para uma louca jornada de vingança. Passar uma noite inteira ao lado da garota dos sonhos dele, faz com que Q, como é chamado pelos amigos, tenha esperança de que as coisas mudem mais uma vez e que na manhã seguinte eles continuem próximos. Imaginem a surpresa do garoto quando descobre que Margo sumiu da face da Terra, deixando apenas pistas bastantes complicadas para ele chegar até ela.
Eu sempre acreditei que paixão a primeira vista é algo muito complicado. A gente passa a gostar de uma série de características que supomos que a outra pessoa tem, nos apaixonamos por ideias. A roadtrip de Q, com os amigos igualmente nerds, mostra que ele não sabia N A D A sobre Margo, nada mesmo. Enquanto ele descobre quem era aquela garota tão complexa, acaba descobrindo quem ele realmente é.
Os personagens principais são muito parecidos com Miles e Alaska, de Looking for Alaska, e os secundários são igualmente ricos no quesito personalidade, seja o Radar, o obsessivo autor do site Omnictionary, ou a Lacey, que não é tão superficial quanto parece. A semelhança com o outro livro do autor deixa uma constante sensação de "eu já vi isso antes", mas a história é tão bem escrita e desenrolada que isso não importa. O leitor quer saber o final, se vai ser feliz ou não, e é justamente o fim que muda tudo, que não deixa dúvidas que essa é uma obra única.
Paper Towns é cativante, envolvente, inteligente, engraçado, profundo, viciante, filosófico, realista e brilhante. Apesar de parecer o bom e velho mais do mesmo, consegue surpreender. A conclusão é que não existe nada melhor do que embarcar numa aventura de John Green, se deixar levar por ele. O cara é um gênio da simplicidade, seus enredos misturam planos mirabolantes com acontecimentos rotineiros. Uma das coisas que mais me marcaram sobre os livros dele é a riqueza de detalhes, todos os personagens principais dele são obcecados por algum tema e dividem informações sobre o assunto com o leitor. Ler John Green é sempre uma experiência marcante e inesquecível.
Autor: John Green
Ano de Lançamento: 2009
Número de Páginas: 305
Editora: Speak
Quentin Jacobsen morou praticamente a vida inteira ao lado de Margo Roth Spiegelman, até os nove anos, os dois eram inseparáveis. A amizade chegou ao fim quando eles encontraram o corpo de um homem morto no parque onde brincavam. Foi a descoberta desse suicida, somada a reação de cada um deles, que mudou o relacionamento de Margo e Quentin e fez com que seguissem caminhos diferentes após esse dia.
Já no colegial, Quentin nutre uma profunda obsessão pela ex-melhor amiga, com quem agora não conversa. Ele a observa de longe e ela interfere por ele quando o valentão da escola o escolhe como vítima. Apesar de vizinhos, eles vivem em universos distantes. Margo é linda, popular, impulsiva e ligeiramente louca, todos conhecem as aventuras absurdas dela. Quentin é um nerd racional demais para se divertir.
Poucas noites antes da formatura, Margo aparece na janela Quentin, como nos velhos tempos, e o recruta para uma louca jornada de vingança. Passar uma noite inteira ao lado da garota dos sonhos dele, faz com que Q, como é chamado pelos amigos, tenha esperança de que as coisas mudem mais uma vez e que na manhã seguinte eles continuem próximos. Imaginem a surpresa do garoto quando descobre que Margo sumiu da face da Terra, deixando apenas pistas bastantes complicadas para ele chegar até ela.
Eu sempre acreditei que paixão a primeira vista é algo muito complicado. A gente passa a gostar de uma série de características que supomos que a outra pessoa tem, nos apaixonamos por ideias. A roadtrip de Q, com os amigos igualmente nerds, mostra que ele não sabia N A D A sobre Margo, nada mesmo. Enquanto ele descobre quem era aquela garota tão complexa, acaba descobrindo quem ele realmente é.
Os personagens principais são muito parecidos com Miles e Alaska, de Looking for Alaska, e os secundários são igualmente ricos no quesito personalidade, seja o Radar, o obsessivo autor do site Omnictionary, ou a Lacey, que não é tão superficial quanto parece. A semelhança com o outro livro do autor deixa uma constante sensação de "eu já vi isso antes", mas a história é tão bem escrita e desenrolada que isso não importa. O leitor quer saber o final, se vai ser feliz ou não, e é justamente o fim que muda tudo, que não deixa dúvidas que essa é uma obra única.
Paper Towns é cativante, envolvente, inteligente, engraçado, profundo, viciante, filosófico, realista e brilhante. Apesar de parecer o bom e velho mais do mesmo, consegue surpreender. A conclusão é que não existe nada melhor do que embarcar numa aventura de John Green, se deixar levar por ele. O cara é um gênio da simplicidade, seus enredos misturam planos mirabolantes com acontecimentos rotineiros. Uma das coisas que mais me marcaram sobre os livros dele é a riqueza de detalhes, todos os personagens principais dele são obcecados por algum tema e dividem informações sobre o assunto com o leitor. Ler John Green é sempre uma experiência marcante e inesquecível.
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Rango é um camaleão que passou sua vida toda num aquário. Para driblar a solidão, ele inventou personalidades, amigos e histórias. Tudo para fugir de sua realidade sem graça. Só que numa viagem, o enredo de sua própria vida resolve dar uma guinada. O seu aquário acaba caindo do carro e ele vai parar bem no meio do deserto sem nenhuma habilidade de sobrevivência.
Ele acaba indo parar num vilarejo de criaturas estranhas que vivem a ameaça de não terem mais água e bem, você sabe o que acontece quando acaba a água. O lugar vive uma espécie de velho oeste. Ali é que Rango vê a oportunidade perfeita parar criar um novo personagem: um pistoleiro destemido que não tem medo de nada e nem de ninguém. E com muita sorte ele acaba virando o xerife do lugar. Apesar de sua ingenuidade ele começa a perceber que tem algo de muito errado naquela cidade e cabe a ele resolver o problema daquelas pessoas que tanto confiam nele.
O ator que faz a voz do protagonista no original é Johnny Depp que mostra mais uma vez como é um ótimo ator. É impressionante imaginar a figura do ator com aquela voz de alguém assustado e que não sabe muito bem o que está fazendo.
Apesar de ser um filme infantil, há várias cenas que provavelmente impressionariam crianças e o enredo é mais adulto do que se esperaria do gênero.
Rango tem todo um clima de velho oeste e vários elementos da cultura mexicana presentes durante todo o filme. É um filme que fala sobre acreditar em si mesmo (por que não?) e buscar quem somos. E se até um pequeno camaleão pode se tornar um herói por que não nós?
Ele acaba indo parar num vilarejo de criaturas estranhas que vivem a ameaça de não terem mais água e bem, você sabe o que acontece quando acaba a água. O lugar vive uma espécie de velho oeste. Ali é que Rango vê a oportunidade perfeita parar criar um novo personagem: um pistoleiro destemido que não tem medo de nada e nem de ninguém. E com muita sorte ele acaba virando o xerife do lugar. Apesar de sua ingenuidade ele começa a perceber que tem algo de muito errado naquela cidade e cabe a ele resolver o problema daquelas pessoas que tanto confiam nele.
O ator que faz a voz do protagonista no original é Johnny Depp que mostra mais uma vez como é um ótimo ator. É impressionante imaginar a figura do ator com aquela voz de alguém assustado e que não sabe muito bem o que está fazendo.
Apesar de ser um filme infantil, há várias cenas que provavelmente impressionariam crianças e o enredo é mais adulto do que se esperaria do gênero.
Rango tem todo um clima de velho oeste e vários elementos da cultura mexicana presentes durante todo o filme. É um filme que fala sobre acreditar em si mesmo (por que não?) e buscar quem somos. E se até um pequeno camaleão pode se tornar um herói por que não nós?
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Olá! Ansiosos (as) pelo resultado?
O sorteio foi realizado pelo site Ramdom.org e o resultado foi esse:
E quem é o número 27?
Parabéns, Letícia!
Nós mandaremos um email e você tem 48 horas pra responder a gente!
Muito obrigada de coração a todos que participaram! E não desanimem, quem sabe na próxima vocês ganham?
Edward, Bella e Jacob aprovam essa promoção e seu resultado!
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Título nacional: Eu sou o mensageiroAutora: Markus Zusak
Ano de lançamento: 2007
Número de páginas: 320
Editora: Intrínseca
Título original: I am the messenger
"Sim, o Dylan estava prestes a virar um astro quando tinha 19 anos. Dalí estava bem no caminho de se tomar um gênio e Joana D'Arc foi queimada na fogueira por ser a mulher mais importante da História... E, aos 19 anos, Ed Kennedy encontrou aquela primeira carta entre as correspondências"
Ed Kennedy, só Ed mesmo, nada de Edward, Edgar ou Edmundo. Taxista. 19 anos. Zero a esquerda. Ruim de cama. Um cara que leva uma vidinha descomplicada, jogando carta com os amigos igualmente fracassados, sentindo o luto de leve e levando esculacho direto. Nenhum gênio e nada atlético. Um total e completo perdedor. Sem esquecer do seu fiel escudeiro, o Porteiro, um cachorro com um fedor a prova de banho.
A vida dele começa a mudar quando ele impede um assalto a banco, mas muda de vez com a chegada de um envelope que contém uma carta de baralho onde anotaram três endereços, cada um com um horário. E o que isso significa? Quer dizer que a partir desse momento, ele tem missões e essas missões vão mudar de maneira direta e inegável a vida dele e a dos outros envolvidos.
São 12 histórias, quatro cartas e uma mensagem.
Eu sou o mensageiro é um livro do tipo despretensioso, mas que mexe com o leitor de maneira intensa e irreversível, é ao mesmo tempo hilário e triste. A narrativa é envolvente, pois o Markus (sentiram a intimidade?) escreve de maneira bela e poética, mas acima de tudo simples. O vocabulário sem floreio aproxima e conquista quem lê, assim como os personagens bastante humanos. É difícil não se identificar e/ou apaixonar por Ed, um cara de coração nobre e cabeça confusa que aos poucos encontra o lugar no mundo. Ele tem o apelo de ser inegavelmente real, gente como a gente.
Por ser uma obra de premissa simples, e incrível, é recomendado para meninos e meninas de todas as idades. Não posso falar muito mais a respeito dele porque é acompanhar a jornada de Ed que faz valer a pena a leitura, e ela deve ser repleta de tocantes surpresas, por isso encerro o texto por aqui, antes que eu escreva mais do que devo.
Ed Kennedy, só Ed mesmo, nada de Edward, Edgar ou Edmundo. Taxista. 19 anos. Zero a esquerda. Ruim de cama. Um cara que leva uma vidinha descomplicada, jogando carta com os amigos igualmente fracassados, sentindo o luto de leve e levando esculacho direto. Nenhum gênio e nada atlético. Um total e completo perdedor. Sem esquecer do seu fiel escudeiro, o Porteiro, um cachorro com um fedor a prova de banho.
A vida dele começa a mudar quando ele impede um assalto a banco, mas muda de vez com a chegada de um envelope que contém uma carta de baralho onde anotaram três endereços, cada um com um horário. E o que isso significa? Quer dizer que a partir desse momento, ele tem missões e essas missões vão mudar de maneira direta e inegável a vida dele e a dos outros envolvidos.
São 12 histórias, quatro cartas e uma mensagem.
Eu sou o mensageiro é um livro do tipo despretensioso, mas que mexe com o leitor de maneira intensa e irreversível, é ao mesmo tempo hilário e triste. A narrativa é envolvente, pois o Markus (sentiram a intimidade?) escreve de maneira bela e poética, mas acima de tudo simples. O vocabulário sem floreio aproxima e conquista quem lê, assim como os personagens bastante humanos. É difícil não se identificar e/ou apaixonar por Ed, um cara de coração nobre e cabeça confusa que aos poucos encontra o lugar no mundo. Ele tem o apelo de ser inegavelmente real, gente como a gente.
Por ser uma obra de premissa simples, e incrível, é recomendado para meninos e meninas de todas as idades. Não posso falar muito mais a respeito dele porque é acompanhar a jornada de Ed que faz valer a pena a leitura, e ela deve ser repleta de tocantes surpresas, por isso encerro o texto por aqui, antes que eu escreva mais do que devo.
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Título nacional: Anna e o beijo francês
Autora: Stephanie Perkins
Ano de lançamento: 2011
Número de páginas: 288
Editora: Novo conceito
Título original: Anna and the French kiss
Como descrever um livro que você ama? Como transmitir em palavras o quanto você recomenda, pede, suplica para que alguém leia um livro? Pois é, é complicado, mas tentarei.
Anna é obrigada a mudar para a França no seu último ano de ensino médio. Ir para a Escola da América em Paris é, segundo seu pai, uma experiência necessária em sua vida. E assim , Anna se vê sozinha num país que ela não conhece nem a língua, sem amigos e sem perspectiva de aproveitar qualquer coisa.
Logo na primeira noite, ela faz amizade com um grupo peculiar de amigos. Meridith, Rashimi, Josh e St. Clair. Oh, St Clair, ou posso chamá-lo de Étienne? Ele é tudo o que uma garota quer. Lindo, simpático, inteligente e tem uma namorada. Opa, nem tão perfeito assim. Porém nem isso impede Anna de se interessar por ele e, ao mesmo tempo, conhecer e se encantar por Paris.
A história é previsível e não tem nada de novo, mas é impossível não se apaixonar pela história de Anna e St. Clair. Talvez seja a escrita de Perkins, que apesar dos erros de tradução, não perdeu o encanto. Porém, acho que o que encanta em Anna e o beijo francês é a sensação de familiaridade pelo que Anna vive.
Os toques tímidos, os olhares trocados, as conversas. Aos poucos, antes do amor, a amizade entre os dois é formada e isso é um refresco para tantos YA's em que o casal se apaixona num piscar de olhos sem motivo aparente. Aqui não, tudo é construído de uma maneira plausível e apaixonante (Desculpem-me, mas repetirei essa palavra várias vezes. É impossível não dizê-la ao descrever esse livro).
Além do romance, Anna aprende a se virar sozinha e também que nem sempre mudanças são tão ruins assim e que com elas vêm a maturidade. Mesmo que com certos sofrimentos e desentendimentos. Ok, espero que tenha conseguido convencê-los a lerem Anna e o beijo francês. Um livro apaixonante, fofo e, por incrível que pareça, real.
Autora: Stephanie Perkins
Ano de lançamento: 2011
Número de páginas: 288
Editora: Novo conceito
Título original: Anna and the French kiss
Como descrever um livro que você ama? Como transmitir em palavras o quanto você recomenda, pede, suplica para que alguém leia um livro? Pois é, é complicado, mas tentarei.
Anna é obrigada a mudar para a França no seu último ano de ensino médio. Ir para a Escola da América em Paris é, segundo seu pai, uma experiência necessária em sua vida. E assim , Anna se vê sozinha num país que ela não conhece nem a língua, sem amigos e sem perspectiva de aproveitar qualquer coisa.
Logo na primeira noite, ela faz amizade com um grupo peculiar de amigos. Meridith, Rashimi, Josh e St. Clair. Oh, St Clair, ou posso chamá-lo de Étienne? Ele é tudo o que uma garota quer. Lindo, simpático, inteligente e tem uma namorada. Opa, nem tão perfeito assim. Porém nem isso impede Anna de se interessar por ele e, ao mesmo tempo, conhecer e se encantar por Paris.
A história é previsível e não tem nada de novo, mas é impossível não se apaixonar pela história de Anna e St. Clair. Talvez seja a escrita de Perkins, que apesar dos erros de tradução, não perdeu o encanto. Porém, acho que o que encanta em Anna e o beijo francês é a sensação de familiaridade pelo que Anna vive.
Os toques tímidos, os olhares trocados, as conversas. Aos poucos, antes do amor, a amizade entre os dois é formada e isso é um refresco para tantos YA's em que o casal se apaixona num piscar de olhos sem motivo aparente. Aqui não, tudo é construído de uma maneira plausível e apaixonante (Desculpem-me, mas repetirei essa palavra várias vezes. É impossível não dizê-la ao descrever esse livro).
Além do romance, Anna aprende a se virar sozinha e também que nem sempre mudanças são tão ruins assim e que com elas vêm a maturidade. Mesmo que com certos sofrimentos e desentendimentos. Ok, espero que tenha conseguido convencê-los a lerem Anna e o beijo francês. Um livro apaixonante, fofo e, por incrível que pareça, real.
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Falling Skies é uma série americana do canal FX, que passa no Brasil no canal TNT.
Resumindo bem o enredo, a série conta a história de uma colônia de humanos que sobreviveram a invasão de alienígenas. Nessa colônia conhecemos o ex-professor de história Tom, que perdeu parte de sua família e agora luta para sobreviver da melhor forma possível.
O que eu achei mais legal pelo que assisti até agora é que a série é muito bem feita, os efeitos visuais e os alienígenas são muito convincentes. Outra coisa que eu gostei pra caramba foi o fato de terem mulheres entre o grupo que vai láchutar umas bundas alienígenas lutar, tá certo que são só duas, mas é melhor do que nenhuma!
Não tem nenhum ator super conhecido, mas os atores são bem carismáticos e me conquistaram - principalmente o Noah Wyle, que faz o Tom, e é a cara do Christian Bale, vocês também acham isso? Enfim, se você ficou curioso (a), tem um site muito legal sobre a série e ela passa todas as sextas às 22h na TNT.
Resumindo bem o enredo, a série conta a história de uma colônia de humanos que sobreviveram a invasão de alienígenas. Nessa colônia conhecemos o ex-professor de história Tom, que perdeu parte de sua família e agora luta para sobreviver da melhor forma possível.
O que eu achei mais legal pelo que assisti até agora é que a série é muito bem feita, os efeitos visuais e os alienígenas são muito convincentes. Outra coisa que eu gostei pra caramba foi o fato de terem mulheres entre o grupo que vai lá
Não tem nenhum ator super conhecido, mas os atores são bem carismáticos e me conquistaram - principalmente o Noah Wyle, que faz o Tom, e é a cara do Christian Bale, vocês também acham isso? Enfim, se você ficou curioso (a), tem um site muito legal sobre a série e ela passa todas as sextas às 22h na TNT.
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