Título Nacional: Calafrio
Autora: Maggie Stiefvater
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 348
Editora: Agir
Título Original: Shiver
Calafrio é primeiro livro da série Os Lobos de Mercy Falls e chegou ao Brasil arrasando corações. Não sei se a onda Team Jacob tem algo a ver com isso, mas essa história de amor entre uma humana e um lobisomem está dando o que falar na internet.
Grace é uma garota tranquila de 17 anos que aos nove foi atacada por um grupo de lobos na floresta atrás da casa dela, mas se engana quem acha que isso a assustou. Na verdade, o que ela mais se recorda desse dia são os olhos amarelos do lobo que não a atacou. Aquele pelo qual ela se apaixonou e passou a esperar por alguns momentos juntos. Sim, algo dentro dela ama aquele lobo, um animal de quatro patas muito parecido com um cão.
Ela sentia tudo isso antes mesmo de saber que quando o tempo esquenta, os olhos amarelos que ela tanto observa fazem parte de um rosto humano, de um rapaz muito bonito chamado Sam. Então, um garoto é ‘morto’ pelos lobos, o que desperta a ira dosanimais irracionais moradores da cidade. Na volta para casa, com o coração na mão de tanto medo, Grace encontra um cara ferido no quintal dela. E guess what? É o amor da vida dela bantendo em sua porta.
Como toda história de amor impossível, essa deixa o leitor morrendo de vontade de chegar logo no final para descobrir no que isso vai dar. E já adianto, o final é um clássico das séries de TV americana, o famoso To Be Continued.
A autora escreve de maneira delicada, quase poética e bastante detalhista. Prova disso é a temperatura que muda a cada capitulo e extremamente importante para Sam e Grace terem uma chance de viver um romance. Alerta de Spoiler – os lobisomens dessa série se transformam em humanos apenas no verão, e com o passar dos anos ficam menos tempo nessa condição, até que viram lobo de vez. Sentiram o drama?
Aconselhado para românticas incuráveis!
Autora: Maggie Stiefvater
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 348
Editora: Agir
Título Original: Shiver
Calafrio é primeiro livro da série Os Lobos de Mercy Falls e chegou ao Brasil arrasando corações. Não sei se a onda Team Jacob tem algo a ver com isso, mas essa história de amor entre uma humana e um lobisomem está dando o que falar na internet.
Grace é uma garota tranquila de 17 anos que aos nove foi atacada por um grupo de lobos na floresta atrás da casa dela, mas se engana quem acha que isso a assustou. Na verdade, o que ela mais se recorda desse dia são os olhos amarelos do lobo que não a atacou. Aquele pelo qual ela se apaixonou e passou a esperar por alguns momentos juntos. Sim, algo dentro dela ama aquele lobo, um animal de quatro patas muito parecido com um cão.
Ela sentia tudo isso antes mesmo de saber que quando o tempo esquenta, os olhos amarelos que ela tanto observa fazem parte de um rosto humano, de um rapaz muito bonito chamado Sam. Então, um garoto é ‘morto’ pelos lobos, o que desperta a ira dos
Como toda história de amor impossível, essa deixa o leitor morrendo de vontade de chegar logo no final para descobrir no que isso vai dar. E já adianto, o final é um clássico das séries de TV americana, o famoso To Be Continued.
A autora escreve de maneira delicada, quase poética e bastante detalhista. Prova disso é a temperatura que muda a cada capitulo e extremamente importante para Sam e Grace terem uma chance de viver um romance. Alerta de Spoiler – os lobisomens dessa série se transformam em humanos apenas no verão, e com o passar dos anos ficam menos tempo nessa condição, até que viram lobo de vez. Sentiram o drama?
Aconselhado para românticas incuráveis!
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Título Nacional: Lua Azul
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 256
Editora: Intrinseca
Título Original: Blue Moon
Pode ter alguns spoilers se você ainda não leu o primeiro volume da série, Para Sempre
No primeiro livro, Ever descobriu toda a sua história de amor que já acontece há várias vidas com Damen e, além disso, ela descobre e aceita sua nova condição de imortal.
Em Lua Azul, Damen começa a explicar mais sobre os mistérios e poderes de ser um imortal. Quando a relação deles está começando a ficar mais séria, surge na escola um novo menino chamado Roman, quem Ever simplesmente não vai com a cara. E a partir disso, tudo muda. Damen, aparentemente fica doente. Ele vai ficando fraco e começa a agir como um garoto normal e que nem ao menos conhece a Ever, seu amor de tantos séculos... E Ever tem que achar alguma solução para resolver o problema de Damen para tê-lo de volta. É aí que ela vai para Summerland, um lugar "mágico" que supostamente possui todas as respostas.
Esse é o tipo de livro que você lê em horas pelo desespero pra saber o final. Eu queria muuuito saber como ela curaria Damen, o que realmente aconteceu com ele, quem é o tal do Roman... Devo dizer que algumas perguntas são respondidas, mas não tantas para que se fique satisfeito. Pena que eu não posso contar o final!! Mas foi justamente o final que estragou o livro pra mim. Não gostei. Não fez sentido pra mim. Realmente, não sei se aguentarei mil vários os outros tantos livros planejados para a série... É bom ter vários livros pra ler, eu sei, mas não dá pra resolver a história numa trilogia, ou quadrilogia? E os amigos dela me convenceram menos ainda nesse volume. Agora é esperar pra ver se as coisas melhoram no próximo livro...
Ano de Lançamento: 2010
Número de páginas: 256
Editora: Intrinseca
Título Original: Blue Moon
Pode ter alguns spoilers se você ainda não leu o primeiro volume da série, Para Sempre
No primeiro livro, Ever descobriu toda a sua história de amor que já acontece há várias vidas com Damen e, além disso, ela descobre e aceita sua nova condição de imortal.
Em Lua Azul, Damen começa a explicar mais sobre os mistérios e poderes de ser um imortal. Quando a relação deles está começando a ficar mais séria, surge na escola um novo menino chamado Roman, quem Ever simplesmente não vai com a cara. E a partir disso, tudo muda. Damen, aparentemente fica doente. Ele vai ficando fraco e começa a agir como um garoto normal e que nem ao menos conhece a Ever, seu amor de tantos séculos... E Ever tem que achar alguma solução para resolver o problema de Damen para tê-lo de volta. É aí que ela vai para Summerland, um lugar "mágico" que supostamente possui todas as respostas.
Esse é o tipo de livro que você lê em horas pelo desespero pra saber o final. Eu queria muuuito saber como ela curaria Damen, o que realmente aconteceu com ele, quem é o tal do Roman... Devo dizer que algumas perguntas são respondidas, mas não tantas para que se fique satisfeito. Pena que eu não posso contar o final!! Mas foi justamente o final que estragou o livro pra mim. Não gostei. Não fez sentido pra mim. Realmente, não sei se aguentarei
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É uma aventura? É um filme de ação? É uma comédia? Não, é Encontro Explosivo, o novo filme de Tom Cruise e Cameron Diaz. (Ok, piadinha sem graça, eu sei)
Tinha tudo pra ser mais um filminho hollywoodiano com dois atores de peso que tentam aparecer mais do que o outro, assim estragando o filme. Mas esse não é o caso aqui. Encontro Explosivo, que no original se chama Knight and day (Beeeem melhor. Obrigada pessoas que traduzem os títulos dos filmes), tem um pouquinho de cada gênero na sua mistura. Tem ação, aventura, romance e comédia. Tudo na medida certa.
Tudo começa num meet cute no aeroporto (adoooro filme que não têm abertura. Let's get to the point). Roy Miller (Cruise) "esbarra" em June (Diaz) quando os dois estavam prestes a embarcar no mesmo avião. Eis que June não sabia que, ao embarcar, ela acabaria metida naquela confusão em que não se sabe de que lado você deve estar. Aparentemente, Roy é um espião que está protegendo umnerd um garoto que criou uma nova forma de energia infinita(!) E quando o seu amiguinho colega espião decide vender o tal protótipo, ele foge com o menino e com a tal da bateria. E June acaba envolvida apenas por estar na hora errada, no lugar errado.
O filme tem um ritmo muito bom. Sempre tem alguma coisa acontecendo, mas não a ponto de você se perder na cena. E o Cruise e a Diaz formam um casal com uma boa química. Bem, Cruise como um espião não é nenhuma novidade. Mas, aqui, ele está mais divertido, com várias piadinhas, e isso sim é diferente. E Diaz está menos... bem... ela mesma. Ok, ela está menos afetada, pelo menos não tão afetada a ponto de estragar a história e vem dela as cenas mais engraçadas. E esse é seu primeiro filme que eu vejo em que ela não faz alguma dança bizarra. (Desculpem-me os fãs da Diaz... mas eu não sou uma de vocês).
Enfim, Encontro Explosivo é uma ótima pedida se você quer ter uma diversão fácil, sem comprometimento, mas ainda assim, uma diversão acima da média.
Tinha tudo pra ser mais um filminho hollywoodiano com dois atores de peso que tentam aparecer mais do que o outro, assim estragando o filme. Mas esse não é o caso aqui. Encontro Explosivo, que no original se chama Knight and day (Beeeem melhor. Obrigada pessoas que traduzem os títulos dos filmes), tem um pouquinho de cada gênero na sua mistura. Tem ação, aventura, romance e comédia. Tudo na medida certa.
Tudo começa num meet cute no aeroporto (adoooro filme que não têm abertura. Let's get to the point). Roy Miller (Cruise) "esbarra" em June (Diaz) quando os dois estavam prestes a embarcar no mesmo avião. Eis que June não sabia que, ao embarcar, ela acabaria metida naquela confusão em que não se sabe de que lado você deve estar. Aparentemente, Roy é um espião que está protegendo um
O filme tem um ritmo muito bom. Sempre tem alguma coisa acontecendo, mas não a ponto de você se perder na cena. E o Cruise e a Diaz formam um casal com uma boa química. Bem, Cruise como um espião não é nenhuma novidade. Mas, aqui, ele está mais divertido, com várias piadinhas, e isso sim é diferente. E Diaz está menos... bem... ela mesma. Ok, ela está menos afetada, pelo menos não tão afetada a ponto de estragar a história e vem dela as cenas mais engraçadas. E esse é seu primeiro filme que eu vejo em que ela não faz alguma dança bizarra. (Desculpem-me os fãs da Diaz... mas eu não sou uma de vocês).
Enfim, Encontro Explosivo é uma ótima pedida se você quer ter uma diversão fácil, sem comprometimento, mas ainda assim, uma diversão acima da média.
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A melhor frase para definir o thriller “Contatos de 4º Grau” seria the cake is a lie (homenagem aos geeks de plantão). Explicar isso talvez seja spoiler e não explicar seria omitir a verdade O suspense “Contatos de 4º Grau” seria só mais um entre tantos outros filmes de abdução se não fosse o marketing de ‘baseado em fatos reais’. São as imagens ‘originais’ que impressionam, prendem a atenção do público e dão ao filme o tom de terror. Repararam nas aspas? Isso porque as imagens que supostamente aconteceram em 2000 e dividem a tela com as cenas da produção não passam de outro faz de conta.
Todo o material utilizado para comprovar a autenticidade dos acontecimentos, como matérias liberadas na imprensa sobre os desaparecimentos em Nome, a cidade do Alasca onde a psicóloga Abigail Tyler investiga através de hipnose vários casos de contato com extraterrestres, foram resultado de uma magnífica campanha de marketing da Universal Pictures.
O filme é bom, mas peca por não contar que é tudo de mentira e perde a graça depois de ser desmascarado. Recomendado para quem gosta ficção cientifica, pessoas se contorcendo enquanto falam línguas estranhas e alguns sustos.
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Na semana passada fui com a minha irmã no cinema porque ela queria muito assistir o filme "Plano B". Já fui sem esperar muita coisa pois admito, tenho um pé atrás com qualquer coisa que envolva a Jennifer Lopes, ainda mais filmes com ela - concordo que ela não é uma boa atriz, mas não podemos dizer que ela não se esforça.
Nesse filme, ela interpreta uma dona de pet shop que cansada de esperar pelo "cara certo", decide ter um filho sozinha, através de inseminação. Só que logo após - logo após mesmo, tipo, saindo do consultório do médico - ela conhece um cara e eles acabam se apaixonando, porque enfim, ele é um cara muito legal. Muito legal mesmo! Eu não sei se eu que sou uma ressentida ou se é a realidade: um cara tão legal assim quanto ela encontrou não existe. Se existe, é tão raro que eu nem tenho uma metáfora para comparar!
Não que o filme seja ruim, é um bom entretenimento para essas tardes das férias, apesar de ter algumas cenas que forçam um pouco a barra, acaba abordando de forma divertida as intempéries da maternidade. Talvez essa seja a melhor atuação de Jennifer, pois ela passou pela situação - estar grávida - pouco tempo antes do filme (ou se eu não me engano, durante as filmagens ainda). Foi legal também por ver no cinema, mesmo que em um papel pequeno, a Melissa McCarthy, a Sookie do seriado Gilmore Girls, que nesse filme interpreta a líder-conselheira de um grupo de apoio para mães solteiras. Isso porque eu nem vou mencionar a beleza do par romântico da senhora Jennifer, porque vocês podem ver por vocês mesmas, é melhor!
Recomendo o filme para um momento de diversão, sem ir ao cinema esperando nada intelectual. Assistam ao trailer aqui.
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Título nacional: "Quando em Roma..."
Autor(a): Gemma Townley
Ano de lançamento: 2004
Número de páginas:336
Editora: Record
Título original: "When in Rome..."
Esse é um livro de Chik Lit.
Tem uma jovem mulher, atrapalhada, ingênua, working girl.
Tem um rapaz bonito e bonzinho.
Tem um rapaz não tão bonzinho assim.
E no meio de tudo isso tem muita confusão e mal entendidos.
Georgie Beauchamp é apaixonada pelo filme da Audrey Hepburn, "A princesa e o plebeu", e ela também quer viver um romance pelas ruas de Roma. Porém, seu namorado David, um responsável e confiável contador, simplesmente não tem tanto tempo assim disponível.
Eis que surge Mike. O ex-namorado, bonitão, que sempre a deixava na mão e com uma conta a ser paga e a trocou por alguma loira qualquer. E ele, Mike, o ex, a convidado nada para sair e até para fazer uma viagem a Roma com ele.
Bem, vendo assim a história há dois pensamentos que vêm a mente: o que ela deveria fazer e o que ela faz...
Pois é, ela começa a sair com o tal do Mike... Isso que não me animou muito nesse livro. Dá pra perceber desde o começo o que vai acontecer, sabe? Acho que só a Georgie mesmo que não sabia... Como ela pôde ter sido tão ingênua? Sério. (Desculpe se estou dando spoilers) Gosto bastante de Chick Lit, mas essa Georgie não me convenceu...
Bem, talvez seja assim mesmo. E até personagens fictícios tenham o direito de errar para aprender com seus erros e seguir em frente. Serei mais compreensiva da próxima vez.
Autor(a): Gemma Townley
Ano de lançamento: 2004
Número de páginas:336
Editora: Record
Título original: "When in Rome..."
Esse é um livro de Chik Lit.
Tem uma jovem mulher, atrapalhada, ingênua, working girl.
Tem um rapaz bonito e bonzinho.
Tem um rapaz não tão bonzinho assim.
E no meio de tudo isso tem muita confusão e mal entendidos.
Georgie Beauchamp é apaixonada pelo filme da Audrey Hepburn, "A princesa e o plebeu", e ela também quer viver um romance pelas ruas de Roma. Porém, seu namorado David, um responsável e confiável contador, simplesmente não tem tanto tempo assim disponível.
Eis que surge Mike. O ex-namorado, bonitão, que sempre a deixava na mão e com uma conta a ser paga e a trocou por alguma loira qualquer. E ele, Mike, o ex, a convida
Bem, vendo assim a história há dois pensamentos que vêm a mente: o que ela deveria fazer e o que ela faz...
Pois é, ela começa a sair com o tal do Mike... Isso que não me animou muito nesse livro. Dá pra perceber desde o começo o que vai acontecer, sabe? Acho que só a Georgie mesmo que não sabia... Como ela pôde ter sido tão ingênua? Sério. (Desculpe se estou dando spoilers) Gosto bastante de Chick Lit, mas essa Georgie não me convenceu...
Bem, talvez seja assim mesmo. E até personagens fictícios tenham o direito de errar para aprender com seus erros e seguir em frente. Serei mais compreensiva da próxima vez.
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Essa resenha pode estar um pouquinho atrasada, já que o filme em questão já está um tempinho no cinema. Mas achei que seria legal falar sobre ele hoje.
Eu assisti aos dois filmes anteriores. Não me lembro exatamente como. Se foi no cinema, se foi em VHS (pois é, me sinto velha também), se foi na TV mesmo... Nunca fui uma mega fã da série. Não que eu não gostasse, só que também não morria de amores. Achava uma boa história e ponto. Mas agora que já contei minha relação com a série, vamos a esse terceiro e final volume.
Neste filme, Andy, o dono do Woody, Buzz e companhia, está a caminho da faculdade e tem que decidir o que fará com seus brinquedos quando ele for embora. Confusão vai e confusão vem. Eles acabam ficando “presos” na sala de crianças pequenas numa creche dominada por um ursinho de pelúcia. O tal ursinho é malvado desse jeito porque foi abandonado pela sua dona e acha que nenhuma criança realmente ama seu brinquedo. E aí começa a aventura dos brinquedos para
Apesar de tudo, amei o filme. Sério. Muito bom mesmo! Um filme de extremos total! Tem uns momentos que eu não conseguia parar de dar risada. Mudava de cena e era outra situação mais hilária ainda. Já no final, eu não consegui segurar o choro. Achei que o final foi a melhor sacada do filme. Resolveu o problema de todos de uma maneira simples e muito, mas muito emocionante. Não foi nada comparado aquele inicio de UP – Altas Aventuras que não importa o momento ou a situação, se eu assisto eu me afogo em lágrimas. Sério. Não vou contar pra não dar spoilers, mas nos últimos momentos do filme você já percebe o que vai acontecer e já começa a se emocionar. Até hoje quando eu conto a cena pra alguém, minha voz embarga e tal... Acho que estou virando uma manteiga derretida mesmo.
Mas pra fechar, devo falar que se você ainda não viu o filme, corra para o cinema mais próximo. Nem precisa ser uma sessão 3D, e comprove por você mesmo que só a Pixar mesmo consegue fazer filmes de animação tão bons assim!
Assista ao trailer aqui.
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Inaugurando mais uma sessão aqui no blog, o post de hoje é uma dica musical. Como gosto musical é uma coisa que varia muito de pessoa para pessoa, eu acho que criticar aqui não vem ao caso, porque cada um sabe o que vai no seu fone de ouvido (ou em sua caixa de som)! Então funciona assim: a gente indica uma banda, um cantor ou cantora, quem quiser ouve e comenta sobre! Sempre é bom conhecer coisas novas.
Agora chega de explicar. A primeira indicação que eu faço é de uma banda californiana, chamada Rooney. O som deles tem bastante influência dos Beatles e do Queen, e como eu adoro essas duas bandas, acho que ser inspirado musicalmente por eles já é um ótimo começo.

A banda é formada por (na foto, da esquerda para direita) Robert Schwartzman, Ned Brower, Taylor Locke e Louie Stephens. O Robert é conhecido pela maioria das garotas como o Michael do primeiro filme de "O Diário da Princesa", e também por ser irmão do Jason Schwartzman, ator de filmes como "Maria Antonieta", "Viagem a Darjelin" e do seriado "Boring to death". Mas enfim, após a breve carreira como ator o Robert decidiu que o que ele queria mesmo era fazer música, e agora dedica-se em tempo integral a Rooney.
A banda tem esse nome em homenagem ao diretor da escola do filme "Curtindo a vida adoidado", que se chamava Ed Rooney. Eles tem dois cds lançados pela gravadora Geffen, a mesma do Nirvana - "Rooney" e "Calling the world". Agora eles se desligaram da gravadora e lançaram de forma independente o EP "Wild one" e mais recentemente, o cd "Eureka". Eu faria um post falando sobre cada uma das músicas, pois eu adoro quase todas elas - sabe aquela banda que você coloca o cd pra tocar e não tem vontade de pular nenhuma música? Sabe aquelas músicas que te animam, que te fazem lembrar um dia de sol ou apenas um dia bom, mesmo que seu dia não esteja sendo assim? É assim que são as músicas da Rooney.
Você pode saber mais sobre eles no site oficial, no fan site brasileiro e no myspace.
Agora chega de explicar. A primeira indicação que eu faço é de uma banda californiana, chamada Rooney. O som deles tem bastante influência dos Beatles e do Queen, e como eu adoro essas duas bandas, acho que ser inspirado musicalmente por eles já é um ótimo começo.

A banda é formada por (na foto, da esquerda para direita) Robert Schwartzman, Ned Brower, Taylor Locke e Louie Stephens. O Robert é conhecido pela maioria das garotas como o Michael do primeiro filme de "O Diário da Princesa", e também por ser irmão do Jason Schwartzman, ator de filmes como "Maria Antonieta", "Viagem a Darjelin" e do seriado "Boring to death". Mas enfim, após a breve carreira como ator o Robert decidiu que o que ele queria mesmo era fazer música, e agora dedica-se em tempo integral a Rooney.
A banda tem esse nome em homenagem ao diretor da escola do filme "Curtindo a vida adoidado", que se chamava Ed Rooney. Eles tem dois cds lançados pela gravadora Geffen, a mesma do Nirvana - "Rooney" e "Calling the world". Agora eles se desligaram da gravadora e lançaram de forma independente o EP "Wild one" e mais recentemente, o cd "Eureka". Eu faria um post falando sobre cada uma das músicas, pois eu adoro quase todas elas - sabe aquela banda que você coloca o cd pra tocar e não tem vontade de pular nenhuma música? Sabe aquelas músicas que te animam, que te fazem lembrar um dia de sol ou apenas um dia bom, mesmo que seu dia não esteja sendo assim? É assim que são as músicas da Rooney.
Você pode saber mais sobre eles no site oficial, no fan site brasileiro e no myspace.
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